Centro Hospitalar da Cova da Beira certifica Ginecologia e Obstetrícia
DATA
03/09/2015 16:58:26
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS

Centro Hospitalar da Cova da Beira certifica Ginecologia e Obstetrícia

ginecologia
Os serviços de Ginecologia e Obstetrícia do Centro Hospitalar Cova da Beira (CHCB) obtiveram a certificação ISO 9001:2008, elevando para mais de 20 os serviços certificados, disse ontem à agência Lusa fonte hospitalar.

"O significado que atribuímos à confirmação da certificação e à certificação de outros serviços [Ginecologia e Obstetrícia] quer dizer que estamos a dar continuidade ao nosso processo de qualificação dentro daquilo que são as normas de certificação do CHCB", explicou o presidente do conselho de administração daquela estrutura, Miguel Castelo Branco.

A certificação foi obtida no início do mês de agosto e engloba a Maternidade, Unidade de Urgência Obstétrica e Ginecológica, Consulta Externa de Obstetrícia e Ginecologia e a colheita de sangue e de tecido do cordão umbilical.

Miguel Castelo Branco adiantou que o objetivo do CHCB "é ser um centro hospitalar de elevada qualidade e de excelência, nos serviços que presta".

"Sabemos que a excelência passa muito por questões de natureza organizacional, pela motivação dos profissionais e nós tentamos conciliar todos esses interesses no sentido de ter um hospital de elevada qualidade e que possa servir adequadamente e a população. Isso para nós é fundamental", disse.

A atribuição do certificado seguiu-se a uma auditoria realizada pela SGS Portugal que permitiu certificar, pela primeira vez, novos serviços e revalidar o certificado de conformidade a mais 17.

Além de Ginecologia e Obstetrícia foi certificado o Serviço Social, Serviço de Logística Hospitalar e o de Auditoria Interna de Gestão.

Lusa

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.