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Se não houver médico de família para todos nos Açores será por falta de profissionais
DATA
26/11/2015 15:32:46
AUTOR
Jornal Médico
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Se não houver médico de família para todos nos Açores será por falta de profissionais

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O deputado socialista nos Açores, José San-Bento, explicou ontem que se o Governo Regional falhar o objetivo de ter médicos de família para todos os açorianos até ao final de 2016 será por não haver profissionais para serem recrutados.

“A referência que é feita à possibilidade de o governo não conseguir cumprir 100% de cobertura de todos os açorianos com médico de família, a realizar-se, deve-se à inexistência de médicos para serem recrutados”, afirmou José San-Bento, à margem do plenário da assembleia legislativa.

Na última terça-feira, no debate sobre as propostas de Plano e Orçamento da Região para o próximo ano, no parlamento, o deputado admitiu que o Governo dos Açores poderá não conseguir alcançar o objetivo traçado no início da legislatura de ter médicos de família para todos os açorianos até ao final de 2016.

O deputado precisou que “a formação de médicos na especialidade de medicina familiar neste momento não é suficiente para preencher a necessidade que existe” e, “se o PS não atingir esse objetivo, isso será explicado desta forma aos açorianos, que irão reconhecer que o PS tudo fez para cumpri-lo”.

De acordo com José San-Bento, em 2012 havia 151 médicos de família nos Açores e este ano há 165.

“Houve um aumento de 0,9% do número de médicos”, apontou, acrescentando tratar-se de um número “muito relevante” e “que prova que o PS está e continuará a trabalhar e a desenvolver todos os esforços para que no final deste mandato, no final de 2016, se consiga atingir o objetivo difícil de garantir e assegurar a cobertura de toda a população com médicos de família”.

Segundo o deputado socialista, “no próximo ano na Terceira isso já será uma realidade, no concelho da Praia da Vitória”.

“E na ilha de São Miguel também haverá um aumento muito substancial porque é isso que os números indicam. Haverá a capacidade ainda de contratar mais médicos”, disse.

Lusa/Jornal Médico

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