Médicos querem garantir satisfação do doente oncológico
DATA
04/12/2015 17:53:05
AUTOR
Jornal Médico
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Médicos querem garantir satisfação do doente oncológico

desenvolvimento
A Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, o Instituto Portoguês de Oncologia (IPO) do Porto e o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) de Espinho/Gaia vão desenvolver o projeto “GIDO – Gestão Integrada do Doente Oncológico”, com o objetivo de promover o acompanhamento personalizado do doente com cancro em todas as fases da doença.

Este projeto pretende garantir a continuidade de cuidados após o diagnóstico de cancro, através de uma boa comunicação entre as diferentes instituições da região norte e os diversos profissionais, aumentando a satisfação do doente oncológico e reduzindo o desperdício e os custos associados a consultas e exames desnecessários.

Para a implementação do projeto serão criados canais de comunicação estruturados para acompanhamento de doentes entre as Unidades de Saúde de Cuidados Primários e o IPO Porto, durante o diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos doentes referenciados.

O projeto “GIDO” integra-se no programa Boas Práticas de Governação, uma iniciativa da Novartis em parceria com a Universidade Nova de Lisboa, que proporciona aos participantes uma oportunidade de acesso a um plano curricular desenvolvido pela universidade e que lhes garante as bases teóricas e o acompanhamento necessário ao desenvolvimento dos projetos.

Este ano sob o tema “Caminhos para a Humanização”, o programa “Boas Práticas de Governação” teve como objetivo principal a implementação de projetos inovadores que fomentem uma maior articulação entre cuidados de saúde primários e hospitalares, que possam trazer melhorias efetivas para o doente.

Um ano depois…
Editorial | Susete Simões
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Corria o ano de 2020. A Primavera estava a desabrochar e os dias mais quentes e longos convidavam a passeios nos jardins e nos parques, a convívios e desportos ao ar livre. Mas quando ela, de facto, chegou, a vida estava em suspenso e tudo o que era básico e que tínhamos como garantido, tinha fugido. Vimos a Primavera através de vidros, os amigos e familiares pelos ecrãs. As ruas desertas, as mensagens nas varandas, as escolas e parques infantis silenciosos. Faz agora um ano.

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