Angola: Unicef e União Europeia equipam maternidades para facilitar registo
DATA
13/07/2016 10:00:42
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Jornal Médico
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Angola: Unicef e União Europeia equipam maternidades para facilitar registo

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) concedeu anteontem 40 pacotes informáticos para equipar 20 maternidades em Luanda, com o objetivo de reforçar a expansão do registo de nascimento em Angola.

O material, que foi financiado pela UE e entregue à direção nacional dos Registos e do Notário, incluía computadores, 'scanners', máquinas fotocopiadoras e impressoras.

O programa deverá estender-se às províncias do Uíge, Moxico, Huíla, Bié, Cuanza Sul e Malange, onde foram identificadas mais de 40 maternidades.

No ato de entrega, a representante adjunta da UNICEF em Angola, Amélia Russo, disse que a expansão dos serviços nas maternidades irá facilitar o acesso gratuito aos serviços de registo de nascimento para milhões de crianças recém-nascidas em diferentes localidades do país.

O objetivo do Governo é proporcionar o registo da criança logo à nascença, confirmou o diretor nacional dos Registos e Notariado, Claudino Filipe, aludindo ao projeto “Nascer com Registo” que deverá arrancar este mês.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.