Ministério reconhece mais instituições como centros de referência em várias áreas

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O Ministério da Saúde reconheceu mais hospitais como centros de referências para as áreas do cancro do reto, do hepatobilio/pancreático e do esófago, as doenças hereditárias do metabolismo e o transplante de rim e do coração (em adultos). O objetivo desta classificação é o de “retomar e dar um novo impulso ao processo de reconhecimento pelo Ministério da Saúde” nos centros de referência.

Foi ainda durante o mandato de Paulo Macedo que foram divulgados os primeiros centros de referência, criados para as áreas da epilepsia refratária, da onco-oftalmologia, da paramiloidose familiar, do transplante pulmonar, do transplante do pâncreas e do transplante hepático.

No despacho em questão são indicados os centros de referência para as áreas de oncologia de adultos (cancro do reto, cancro hepatobilio/pancreático e cancro do esófago), doenças hereditárias do metabolismo, transplante de rim e de coração (adultos).

Na área de oncologia de adultos (cancro do reto) foram reconhecidos o Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, o Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca, a Sociedade Gestora do Hospital de Loures (Hospital Beatriz Ângelo) e o Centro Hospitalar de Leiria.

O cancro do esófago passa a ter como centro de referência o Centro Hospitalar do Porto. Na área de doenças hereditárias do metabolismo foi reconhecido o Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Na área do transplante do rim (adultos) foi destacado o Centro Hospitalar de Lisboa Norte; na área do transplante do coração passou a ser centro de referência o Centro Hospitalar de Lisboa Central, o Centro Hospitalar de São João e o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental.

800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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