Instituto Português do Sangue apela à dádiva de sangue 0- e A-
DATA
29/07/2016 19:05:20
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Jornal Médico
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Instituto Português do Sangue apela à dádiva de sangue 0- e A-

IPST

O Presidente do Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST), Hélder Trindade, apelou hoje aos portugueses com tipo de sangue 0- e A- para fazerem as suas dádivas, contribuindo para que doentes e hospitais tenham um verão tranquilo.

Hélder Trindade ressalvou que, "neste momento, quer em termos nacionais, quer em termos do IPST", as reservas de sangue estão "estáveis" e "são confortáveis", com "mais de sete a 10 dias, para a maior parte dos grupos" sanguíneos, em declarações que surgem no final de uma visita ao Centro de Transplantação do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, na qual esteve presente o secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado.

Contudo, como "o mês de agosto é complicado para a colheita", "aproveito para deixar este alerta aos dadores que são A- e 0-", que são os dois grupos problemáticos,

O apelo aos dadores não regulares, para que "aproveitem esta época de verão para fazer as suas dádivas, permitirá que os doentes tenham o verão com a sua doença, mas sem correr mais riscos, [e] o ISPT esteja tranquilo", assim como os hospitais.

"Diria que estamos bem - acrescentou Hélder Trindade -, mas, no sangue, temos de manter sistematicamente este alerta e, sobretudo, em relação a estes dois grupos", concluiu.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.