Instituto do Sangue apela à dádiva de sangue mais raro
DATA
26/08/2016 13:13:21
AUTOR
Jornal Médico
ETIQUETAS



Instituto do Sangue apela à dádiva de sangue mais raro

Sangue 2

O presidente do Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST) apelou hoje à dádiva de sangue, particularmente dos tipos mais raros (O e A negativos), mas garantiu que a situação “é normal para a época”.

As declarações do responsável daquela instituição, Hélder Trindade, surgem a propósito do anúncio de várias sessões de colheitas que a Associação de Dadores de Sangue do Concelho de Aveiro (ADASCA) agendou para setembro, tendo em conta as reservas de sangue dos tipos mais raros.

Nas palavras de  Hélder Trindade existem, atualmente, reservas destes tipos de sangue para cinco dias, o que “é normal para a época” de férias, em que se costuma registar uma quebra nas dádivas.

Sendo o conta consumo diário de cerca de 42 unidades, e existindo 300 unidades em armazém, estima-se que as reservas sejam suficientes para apenas cinco a seis dias, quando a situação ideal, e que deverá registar-se em breve, é de seis a sete dias.

Tendo em conta as quebras habituais desta época do ano, o presidente do IPST apela aos dadores, nomeadamente os que não são regulares, para doarem o seu sangue e assim garantirem que as reservas não baixam, sublinhando que as reservas são maiores (para 17 dias) se for contemplado o sangue que consta dos hospitais, que efetuam as suas próprias colheitas.

“Não estamos numa situação dramática”, afirmou Hélder Trindade que confia no altruísmo dos dadores para garantirem que os níveis das reservas deste tipo de sangue, bem como dos outros, não diminuem.

Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.