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Os serviços de saúde do distrito de Bragança vão ser reforçados com 18 profissionais [enfermeiros e assistentes operacionais], com o objetivo de dar resposta às necessidades da região, revela a Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste.

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Os idosos do concelho de Vinhais, no distrito de Bragança, vão beneficiar de um Cartão Sénior com descontos em diversos equipamentos e serviços, incluindo consultas de saúde de especialidades no privado, avançou o município.

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No início deste mês arrancou, em Bragança, o projeto-pilo SAFE – Serviço Nacional de Assistência Farmacêutica –, com o objetivo de melhorar o acesso dos portugueses aos medicamentos urgentes durante a noite.

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O Governo autorizou a contratação de mais médicos para o distrito de Bragança com vagas em especialidades que ficam recorrentemente sem interessados nos sucessivos concursos abertos para atenuar a falta de clínicos nesta região.

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O novo bloco operatório reclamado há anos para o Hospital de Bragança tem luz verde para avançar com a aprovação de uma candidatura para obras no valor de 2,2 milhões de euros, de acordo com informação avançada pelos responsáveis.

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A Câmara Municipal de Bragança está a reclamar a existência de mais 53 camas de cuidados continuados para aquele distrito face às 20 atribuídas pelo Governo de acordo com a distribuição para a rede nacional.

Nas palavras do autarca bragantino, Hernâni Dias, que se encontrava à margem das comemorações do segundo aniversário da Unidade de Cuidados Continuados (UCC) da Santa Casa da Misericórdia de Bragança (SCMB), as diligências deste assunto estão a ser tomadas pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Terras de Trás-os-Montes e a tutela: a possibilitar de contar com mais 53 camas garantiriam a cobertura total na região. Recorde-se que as camas se encontram disponíveis e pagas pelo Estado, mas sem funcionar em Bragança (20 camas) e em Mirandela (13 camas). Nesta situação, a exigência dos autarcas vai no sentido de estabelecer acordos de cooperação para disponibilizar estas camas às populações e para mais 20 no concelho de Vinhais, pese embora a falta de consenso dentro da CIM.

“O Ministério da Saúde terá de analisar convenientemente este assunto para que aquilo que já está feito entre em funcionamento e não colocar outras em funcionamento em detrimento das que já têm condições necessárias para funcionar”, defendeu Hernâni Dias salientando a necessidade destes tipo de cuidados, uma vez que “cerca de 98 por cento dos utentes” das unidades de cuidados continuados deste território são população idosa.

Por sua vez, o provedor da Santa Casa da Misericórdia de Bragança, Eleutério Alves, responsável pela maior unidade de cuidados continuados da região considerou também que “com mais 40 ou 50 camas, o distrito ficaria perfeitamente coberto”.

“Não nos podemos esquecer que é um distrito envelhecido e quando se fala em dar mais 700 ou 800 camas ao Porto e a Lisboa, quando na verdade a área do país mais envelhecida é o interior, entendemos que nem sempre a visão política é correta”, acrescentou.

O provedor avançou ainda que vai continuar “a defender a necessidade de mais camas no distrito”, não só as 20 para Bragança, mas mais 13 para Mirandela e mais 20 para Vinhais”, na certeza de que “todas elas não eram demais”.

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medicos procuram-se
O presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves, anunciou hoje a cedência gratuita de habitação a médicos que se queiram fixar naquele concelho do distrito de Bragança para trabalhar no centro de saúde.

"Os novos médicos que estão prometidos para prestar serviço no centro de saúde local vão usufruir desta medida que se estende às suas famílias, se for o caso, bem como todos os encargos com essa mesma habitação. De momento, há dois clínicos nesta situação", explicou o autarca social-democrata.

Desde novembro de 2015 que o Centro de Saúde de Torre de Moncorvo (CSTM), com oito mil utentes inscritos, se tem debatido com a falta de médicos.

Atualmente prestam serviço no CSTM quatro médicos, sendo que dois estão em "regime temporário" e pertencem a unidades de saúde de Mirandela.

"Está em fase final de processo a colocação de mais dois médicos até ao final do ano no CSTM, sendo que em abril um deles ficará em definitivo ao abrigo deste incentivo", indicou.

Segundo Nuno Gonçalves, seis médicos a trabalhar no concelho seria já um número "razoável".

A população do concelho de Torre de Moncorvo "está bastante envelhecida" e com a entrada do inverno "as situações de saúde complicam-se", num concelho com cerca de 8.000 utentes inscritos.

Por seu lado, o presidente do Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste, António Marçôa, duse que vê adiantou que é visto com "muito interesse", os incentivos dados aos médicos que se queiram fixar nos centros de saúde deste território do interior.

"Há já dois médicos afetos há ULS Nordeste que estão a beneficiar destes incentivos e esperamos que no próximo mês de abril, outros médicos venham a ser contemplados, tudo porque está em curso o processo de fixação de novos clínicos no CSTM", adiantou o administrador.

António Marçôa realçou que o CSTM conta com quatro médicos no seu "quadro" de pessoal e que até ao final do ao poderá subir para seis clínicos em regime de permanência.

"Até abril poderá haver um médico para cada 1.600 utentes do CSTM", contabilizou.

O problema com a falta de médicos em Torre de Moncorvo já se arrasta desde novembro de 2015.

A Comissão Concelhia de Torre de Moncorvo do PCP anunciou, entretanto, que vai realizar na segunda-feira, na Praça Francisco Meireles, pelas 11:30, uma Tribuna Pública sobre a degradação dos cuidados de saúde primários prestados pelo CSTM às populações.

Lusa

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terça-feira, 05 janeiro 2016 16:00

Bragança dá formação a 53 novos médicos

ulsnordeste
As unidades de saúde do distrito de Bragança começam o ano novo com mais 53 médicos internos que vão desenvolver a sua formação nesta região, divulgou hoje a Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste.

Ao longo do ano de 2016, os hospitais e centros de saúde do distrito acolherão 41 médicos internos de ano comum e 12 de formação específica, de acordo com informação disponibilizada pela administração da entidade responsável pela saúde na região.

Segundo explica a instituição, em comunicado, os chamados internos de ano comum (recém-licenciados) irão desenvolver a sua formação prática, ao longo deste ano, em Medicina Interna, Pediatria, Cirurgia, Cuidados de Saúde Primários e mais uma área clínica à sua escolha.

Por sua vez, cinco dos 12 internos de formação específica dedicarão o ano de 2016, na ULS do Nordeste, a aprofundar a sua experiência na especialidade de Medicina Geral e Familiar, três em Medicina Interna, um em Psiquiatria, outro em Ortopedia, um terceiro em Cirurgia e finalmente o último em Saúde Pública.

O Conselho de Administração da ULS do Nordeste “dá as boas vindas aos novos médicos que ingressaram na instituição para completar a sua formação clínica” e salienta “o reconhecimento da idoneidade e capacidades formativas” desta Unidade Local de Saúde, assim como o contributo destes futuros profissionais “para a melhoria na qualidade da assistência prestada”.

 Lusa

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Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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