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CHUC

O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) foi distinguido com a medalha de ouro do Ministério da Saúde pelos “serviços distintos prestados”, anunciou ontem a instituição.

A decisão do ministro da Saúde reconhece tudo aquilo que “o conjunto de unidades de saúde de Coimbra tem feito nas vertentes assistencial, do ensino e da investigação”, sublinha uma nota do CHUC, que agrega os hospitais da Universidade, dos Covões, Pediátrico e duas maternidades.

A medalha de ouro “distingue todos os seus profissionais, mulheres e homens que fazem deste hospital a sua causa e do trabalho diário em prol dos nossos doentes, a sua missão”, sublinha a mesma nota do CHUC. “Sinto um grande orgulho em dirigir este hospital repleto de pessoas dedicadas aos seus doentes, inovadoras, estudiosas, competentes, que fazem do humanismo a sua prática diária e do sucesso do CHUC a sua maior ambição”, afirma o presidente do conselho de administração do CHUC, José Martins Nunes.

Simultaneamente o ministro da Saúde também decidiu distinguir Emanuel Furtado e Isabel Gonçalves, com a medalha de prata do ministério da Saúde, “reconhecendo o seu trabalho em prol da transplantação, onde a transplantação hepática pediátrica e o país muito lhes devem”, refere o CHUC.

O primeiro lugar no ranking da Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP), em Fevereiro deste ano, a presença dos laureados Nobel nos CHUC, no início de Abril, e agora a medalha de ouro e também a distinção das medalhas de prata atribuídas a dois distintos médicos do hospital, “fazem de Coimbra uma cidade muito especial, uma cidade que respira saúde”, sustenta o presidente do Centro Hospitalar.

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Macedo, Paulo

O ministro da Saúde, Paulo Macedo, realçou hoje que o valor das exportações portuguesas na área da saúde supera os 1.000 milhões de euros por ano.

“Aparentemente um exportador improvável, a saúde tem-se afirmado com solidez no sector da exportação”, “soubemos há poucas semanas que a saúde ultrapassou os 1.000 milhões de euros de valor exportado. Mais do que exportamos, por exemplo, no sector dos vinhos e no sector da cortiça”, disse Paulo Macedo, no auditório do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

O ministro da Saúde intervinha na iniciativa "A Nobel Day" que decorre ao longo do dia, em Coimbra, com a presença de três investigadores laureados com o Prémio Nobel, Bruce Beutler (Medicina), Tim Hunt (Medicina), Jean-Marie Lehn (Química) e Aaron Ciechanover (Química).

O governante anunciou que o Ministério da Saúde “decidiu distinguir o CHUC com a medalha de ouro de serviços distintos prestados à saúde” em Portugal, reconhecendo o que este conjunto de unidades de saúde de Coimbra “tem feito nas vertentes assistencial, do ensino e da investigação”. “Um núcleo que nos orgulha, que, pela sua dimensão e pela sua diferenciação, não temos qualquer dúvida que se deve desenvolver dentro na esfera pública no nosso país, deve ser motivo de apreço e de registo”, acrescentou.

Paulo Macedo salientou a acção dos cientistas portugueses, em especial na área da saúde, designadamente os que trabalham no estrangeiro. “Há uma diplomacia da ciência que ultrapassa – e ainda bem – a diplomacia politica”, disse, frisando que “a comunidade científica não se resigna e não desiste”, além de “olhar para longe – e não apenas para o imediato – em áreas onde o Governo dificilmente poderia intervir”.

José Martins Nunes, defendeu que “a inovação e a investigação em saúde não se esgotam num dia, são um desígnio quotidiano, continuamente assumido e reforçado”. “Onde outros escolheram a resignação, nós escolhemos a reinvenção do nosso modelo de negócio, afirmando e reforçando a marca CHUC e o selo de qualidade de Coimbra, cidade cuja universidade foi recentemente elevada à categoria de Património da Humanidade e que, desde sempre, teve o ser humano, na sua individualidade e colectividade, como seu destino e património”, disse o presidente do CHUC.

Acompanhado do presidente do conselho de administração do CHUC e demais convidados, o ministro inaugurou, ao início da tarde, o Centro de Ensaios Clínicos de fase I (no Hospital dos Covões, que actualmente faz parte do CHUC), o primeiro em serviços públicos de saúde em Portugal.

À saída do ministro da Saúde do auditório onde decorre o encontro internacional “A Nobel Day @ CHUC – Ciência e Medicina ao seu serviço", que mobilizou um significativo aparato policial para a zona, algumas dezenas de manifestantes, ligados sobretudo a sindicatos da CGTP e movimentos de utentes da saúde, gritaram palavras de ordem em defesa do Serviço Nacional de Saúde.

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CHUC

O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra estabeleceu uma parceria com a Caixa Pública de Saúde Alemã DAK-Gesundheit, que permitirá que a instituição portuguesa preste assistência aos seus 6,3 milhões de membros, quando estes se encontrarem em Portugal.

“O documento assinado [na quarta-feira] constitui mais um importante passo para a internacionalização, num processo que se pretende sólido, abrangendo também as áreas de formação, consultoria, investigação e gestão”, disse Martins Nunes, presidente do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), citado em nota de imprensa.

O protocolo destina-se a todos os membros da DAK que, quando se encontrarem em Portugal, precisem de cuidados nas áreas médicas de grande complexidade e diferenciação, onde há capacidade instalada e não há listas de espera, refere também a nota de imprensa do centro hospitalar.

A DAK, a terceira maior caixa pública de saúde alemã, cuja origem remonta à década de 1770, representa para o CHUC um parceiro importante dada a sua dimensão e, simultaneamente, uma referência alemã em matéria de seguros e redes assistenciais públicas de saúde, sublinha ainda o mesmo comunicado.

O CHUC assinou já em 2013 com a TK – Techniker Krankenkasse, a segunda maior caixa pública de saúde alemã, a mesma tipologia de acordo.

Com o Europa-Service, tanto a DAK como a TK conferem aos seus membros a possibilidade de acederem a cuidados de saúde e a uma rede de hospitais públicos e privados, em contextos de emergência médica.

O CHUC realiza anualmente 62 mil cirurgias, 880 mil consultas, 290 mil urgências e cerca de cinco mil partos.

O director de Estratégia e Serviços Hospitalares da DAK, Volker Roettsches, citado na nota de imprensa, diz que, “a médio prazo, a DAK está a estudar a possibilidade de a parceria abranger outros tratamentos além dos episódios de urgência”.

“Porque é que não devemos pagar actos médicos programados a um paciente membro da DAK em Portugal se o mesmo assim o solicitar? Existem aspectos de comunicação e complementaridade de serviços entre Estados que devem ser assegurados, sobretudo quando o paciente regressa à Alemanha. No entanto, vemos com bastante interesse começarmos a trabalhar estes aspectos à medida que se for ganhando experiência com este projecto”, disse.

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Investigadores 4

O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) inaugura na sexta-feira, com a presença de vários prémios Nobel, o primeiro centro nacional de ensaios clínicos do Serviço Nacional de Saúde que vai fazer testes maioritariamente em pessoas saudáveis.

Os ensaios de fase I visam, essencialmente, o estudo da segurança dos medicamentos e têm tradicionalmente como população alvo voluntários saudáveis.

“Este centro é muito importante por três razões. Em primeiro, porque coloca o CHUC e o país na vanguarda da inovação e da investigação sob ensaios clínicos e dispositivos médicos e tecnologias inovadoras”, disse à agência Lusa o presidente do CHUC, Martins Nunes. Permitirá também às “empresas portuguesas que habitualmente faziam estes estudos no estrangeiro, que agora os possam fazer em Portugal”. “Além disso, as empresas estrangeiras, que recorriam a outros países [para estes ensaios], podem agora fazê-lo em Portugal, apostando assim na riqueza para o país que o centro pode criar”, sublinhou.

“Em terceiro lugar, na cadeia do desenvolvimento da inovação, permite-se que os doentes tenham acesso mais precocemente a medicamentos e a equipamentos inovadores”, disse o responsável.

O investimento em infra-estruturas é inferior a cem mil euros e todo apoiado por mecenas, explicou também.

A fase 1 dos ensaios clínicos assinala a experimentação de fármacos em seres humanos, pela primeira vez. Estes ensaios focam-se principalmente na segurança e tolerância ao medicamento. Nesta fase (num conjunto de cinco níveis), são estudadas as implicações em termos de segurança de determinadas moléculas para desenvolvimentos futuros.

A inauguração do centro de ensaios clínicos, que deverá contar também com a presença do ministro da Saúde, ocorre no contexto da realização de um evento científico, que contará com a presença de quatro laureados Nobel da Medicina e da Química e ainda investigadores nacionais, no âmbito do Nobel Day.

Os laureados são Bruce Beutler, Nobel em Medicina que desenvolverá uma conferência sobre o tema "Mutagénese aleatória para descobrir a função dos genes"; Tim Hunt, Nobel em Medicina, que produzirá uma conferência sobre "Como ganhar um Prémio Nobel: o controlo da divisão celular"; Jean-Marie Lehn, Nobel de Química, com o tema "Da matéria à vida: química? Química!"; e Aaron Ciechanover, Nobel de Química, que falará sobre "A Revolução da Medicina Personalizada: será que vamos curar todas as doenças? E a que preço?".

O CHUC, criado na sequência da agregação de várias unidades hospitalares de Coimbra, congrega, além daqueles dois hospitais centrais (Covões e HUC), o Hospital Pediátrico, três hospitais psiquiátricos (Sobral Cid, Arnês e de Lorvão) e duas maternidades (Daniel de Matos e Bissaya Barreto).

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hospitaluniversidadedecoimbra1A Agência para a Prevenção do Trauma e da Violação dos Direitos Humanos é formalmente constituída hoje no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), por iniciativa desta instituição e envolvendo diversas entidades.

Desenvolvido no âmbito do Serviço de Psiquiatria do CHUC, com o apoio da administração do CHUC, o centro destina-se ao estudo, prevenção e tratamento das vítimas de todas as formas de violência e dos agressores.

“Vamos desenvolver uma experiência piloto” com a criação de “uma agência contra a tortura e qualquer outra forma de violência e de trauma” e em “defesa dos direitos humanos”, disse António Reis Marques, director do Serviço de Psiquiatria do CHUC, a 07 de Janeiro deste ano.

A formalização da constituição da Agência para a Prevenção do Trauma e da Violação dos Direitos Humanos terá lugar hoje, durante uma sessão, às 10:30, nos Hospitais da Universidade de Coimbra (HUC/CHUC).

O projecto, “inédito, pelo menos na Europa”, envolverá diversas instituições e pessoas de todo o país mais ou menos directamente relacionadas com o problema da violência, adiantou aquele responsável.

Participam na iniciativa organizações das mais diversas áreas, desde a saúde às forças de seguranças, do ensino e da segurança social à protecção civil ou aos bombeiros, entre as quais a Amnistia Internacional, a APAV (Associação Portuguesa de Apoio à Vítima), a Universidade de Coimbra, a Provedoria da Justiça, a Câmara Municipal de Coimbra e as ordens profissionais dos médicos, dos psicólogos, dos enfermeiros e dos advogados.

 

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[caption id="attachment_4379" align="alignleft" width="300"]hospitaisdauniversidadedecoimbra1 Criado em 2011, o CHUC agrega os hospitais da Universidade de Coimbra e Geral (vulgarmente conhecido por Hospital dos Covões), as maternidades Daniel de Matos e Bissaya Barreto, o Hospital Pediátrico e o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra[/caption]

O presidente do conselho de administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) justifica o primeiro lugar alcançado no ranking dos hospitais públicos com  a qualidade e dedicação dos profissionais que ali prestam serviço.

"Mostra, antes de mais, a qualidade dos profissionais deste grande hospital que todos os dias colocam o seu saber, conhecimento e dedicação ao serviço dos doentes que em nós confiam", disse à agência Lusa José Martins Nunes.

Criado em 2011, o CHUC agrega os hospitais da Universidade de Coimbra e Geral (vulgarmente conhecido por Hospital dos Covões), as maternidades Daniel de Matos e Bissaya Barreto, o Hospital Pediátrico e o Centro Hospitalar Psiquiátrico de Coimbra.

Um estudo sobre a qualidade das unidades de saúde em termos de internamento, realizado por um investigador da Escola Nacional de Saúde Pública e divulgado sábado, revela que o CHUC estreia-se em primeiro lugar no ranking dos hospitais públicos portugueses.

José Martins Nunes destacou ainda a "excelência" da medicina praticada no CHUC, lembrando que o centro hospitalar "é o maior hospital português" e cuja actividade se reveste de "uma enorme complexidade".

"Será o único que possui todas as especialidades [médicas], exceptuando os transplantes pulmonares", indicou, destacando ainda diversas valências ali existentes como o centro de tumores oculares ou os centros de trauma e trauma pediátrico, entre outros.

Segundo dados de 2013, o CHUC possui ao serviço mais de 7.600 efectivos - dos quais quase 1.500 são médicos especialistas e 2.744 enfermeiros - abrangendo uma área de influência directa estimada em mais de 450 mil habitantes e uma área de influência total, enquanto centro hospitalar de referenciação, que ultrapassa 1, 6 milhões de habitantes.

No ano passado mais de 64 mil doentes agudos saíram das unidades de internamento do CHUC, foram realizadas mais de 880 mil consultas externas e cerca de 287 mil atendimentos de urgência, dos quais 60 mil de urgência pediátrica e 27.500 de obstetrícia e ginecológica.

O número de cirurgias realizadas em 2013 ultrapassou as 62 mil e o número de partos cifrou-se em 4.823.

 

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[caption id="attachment_5876" align="alignleft" width="300"]hospitaluniversidadedecoimbra "Pela primeira vez, vai ser assinado um protocolo de colaboração entre um núcleo regional e um grande hospital central universitário, que vai abranger dois tipos de apoio social e a entrada dos nossos voluntários na ajuda aos doentes", explicou à agência Lusa Carlos Oliveira, presidente da estrutura regional do Centro da Liga[/caption]

O Núcleo Regional do Centro da Liga Portuguesa Contra o Cancro vai estender o seu apoio aos doentes oncológicos em tratamento no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), através da assinatura de um protocolo.

"Pela primeira vez, vai ser assinado um protocolo de colaboração entre um núcleo regional e um grande hospital central universitário, que vai abranger dois tipos de apoio social e a entrada dos nossos voluntários na ajuda aos doentes", explicou à agência Lusa Carlos Oliveira, presidente da estrutura regional do Centro da Liga.

Segundo o médico e professor universitário, até agora o apoio da Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) era dirigido aos doentes dos núcleos do Instituto Português de Oncologia e a alguns hospitais de pequena dimensão, como os de Évora, Viseu ou Covilhã.

Com a celebração do protocolo, na sexta-feira, às 10:30, a LPCC vai estar presente no Hospital de Dia de Oncologia Médica e Serviço de Radioterapia, Ginecologia, Cirurgia, Gastroenterologia e Otorrinolaringologia do CHUC.

O apoio do núcleo regional do Centro abrange o auxílio financeiro a doentes e famílias em que exista, comprovadamente, necessidades emergentes, de forma a minimizar o impacto da doença no agregado familiar e a promover a reintegração social.

Por outro lado, segundo Carlos Oliveira, vai existir apoio social ao nível do transporte dentro da área do concelho de Coimbra, através de uma viatura que transporta doentes ao comboio ou às gares rodoviárias.

O protocolo inclui ainda a entrada dos voluntários da LPCC no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra para ajudar os doentes nas deslocações internas, nas refeições e em outras tarefas necessárias.

Na prática, sintetiza Carlos Oliveira, "vamos estender o tipo de apoio que já prestávamos aos doentes do Instituto Português de Oncologia".

A estrutura deve estar a funcionar dentro de "dois ou três meses", contando com uma verba de 300 mil euros, que poderá ser aumentada de acordo com as necessidades.

"Nenhum doente com dificuldades comprovadas deixará de ser apoiado", garantiu o presidente do núcleo regional do Centro.

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Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro

O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.