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O Ministério da Saúde reconheceu mais hospitais como centros de referências para as áreas do cancro do reto, do hepatobilio/pancreático e do esófago, as doenças hereditárias do metabolismo e o transplante de rim e do coração (em adultos). O objetivo desta classificação é o de “retomar e dar um novo impulso ao processo de reconhecimento pelo Ministério da Saúde” nos centros de referência.

Foi ainda durante o mandato de Paulo Macedo que foram divulgados os primeiros centros de referência, criados para as áreas da epilepsia refratária, da onco-oftalmologia, da paramiloidose familiar, do transplante pulmonar, do transplante do pâncreas e do transplante hepático.

No despacho em questão são indicados os centros de referência para as áreas de oncologia de adultos (cancro do reto, cancro hepatobilio/pancreático e cancro do esófago), doenças hereditárias do metabolismo, transplante de rim e de coração (adultos).

Na área de oncologia de adultos (cancro do reto) foram reconhecidos o Centro Hospitalar de Entre o Douro e Vouga, o Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca, a Sociedade Gestora do Hospital de Loures (Hospital Beatriz Ângelo) e o Centro Hospitalar de Leiria.

O cancro do esófago passa a ter como centro de referência o Centro Hospitalar do Porto. Na área de doenças hereditárias do metabolismo foi reconhecido o Centro Hospitalar de Lisboa Central.

Na área do transplante do rim (adultos) foi destacado o Centro Hospitalar de Lisboa Norte; na área do transplante do coração passou a ser centro de referência o Centro Hospitalar de Lisboa Central, o Centro Hospitalar de São João e o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental.

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quinta-feira, 01 outubro 2015 11:03

Cinco CH aprovados como referência em seis áreas

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Cinco centros hospitalares foram aprovados como referência nas áreas de epilepsia refratária, Onco-oftalmologia, paramiloidose familiar, transplantes pulmonares, do pâncreas e hepáticos, revelou à Lusa o presidente da Comissão Nacional para os Centros de Referência.

De acordo com o neurocirurgião João Lobo Antunes, está elaborada a lista das instituições que, a partir de agora, são os centros de referência para estas doenças.

Para a epilepsia refratária, foram aceites como centros de referência o Centro Hospitalar do Porto (CH Porto), o Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e os Centros Hospitalares de Lisboa Ocidental (CHLO), Lisboa Central (CHLC) e Lisboa Norte (CHLN).

O CHUC é, a partir de agora, o centro de referência para a área de Onco-oftalmologia.

Para a paramiloidose familiar, as unidades eleitas foram o CH Porto e o CHLN.

O centro de referência para o transplante pulmonar é o CHLC, enquanto que para o transplante de pâncreas o CH Porto e o CHLC foram as unidades de saúde com condições para este reconhecimento.

Os centros de referência para o transplante hepático são o Centro Hospitalar do Porto, o CHUC (Coimbra) e o CHLC (Lisboa).

Segundo João Lobo Antunes, candidataram-se a centros de referência para as áreas dos cancros raros, da transplantação de órgãos e de doenças genéticas 116 instituições.

No entanto, numa primeira fase, apenas foram analisadas as 18 candidaturas às áreas de epilepsia refratária, onco-oftalmologia, paramiloidose familiar, transplantes pulmonares, do pâncreas e hepáticos.

A segunda fase incluirá as 32 candidaturas recebidas para centros de referência para as áreas de oncologia de adultos (cancro do testículo e sarcomas das partes moles e ósseos), transplante do coração, transplantação cardíaca pediátrica, renal em adultos e renal pediátrica.

Para a terceira fase, oncologia de adultos – cancro do esófago, do reto e hepatobiliopancrerático, foram recebidas 66 candidaturas.

Fonte do gabinete do ministro da Saúde disse à Lusa que é objetivo de Paulo Macedo aprovar esta primeira lista antes do final do mandato.

Segundo João Lobo Antunes, a análise das candidaturas, que respondem a exaustivos critérios, exige da comissão um árduo trabalho, pelo que este está a ser realizado por fases.

Contudo, o neurocirurgião congratula-se com o facto de, a partir de agora, os portugueses saberem “onde estão os centros de excelência” em áreas complexas.

Um centro de referência é um serviço, departamento ou unidade de saúde, reconhecido como o expoente máximo de competências na prestação de cuidados de saúde de elevada qualidade.

Lusa/Jornal Médico

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Hospital de são francisco xavier
Trabalhadores do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO) entregaram hoje à administração do Hospital de São Francisco Xavier um abaixo-assinado com mais de 700 assinaturas a reivindicar o regresso às 35 horas semanais.

Algumas dezenas destes profissionais de saúde, como assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos de diagnóstico terapêutico, do CHLO, que abrange os hospitais de São Francisco Xavier, de Egas Moniz e de Santa Cruz, reuniram-se esta manhã em plenário em frente ao primeiro.

Além de exigirem o regresso às 35 horas semanais, os profissionais de saúde pedem à administração do CHLO que responda às propostas do acordo colectivo de trabalho apresentadas pelo sindicato e denunciam a "grave falta de pessoal e os ritmos de trabalho desumanos" praticados no centro hospitalar.

"Exigimos as 35 horas semanais, pois a lei prevê agora as 40 horas. Em Outubro vamos ter umas primeiras negociações directas com a administração do Hospital de São Francisco Xavier para debater este assunto. Há ainda falta de pessoal, principalmente nas enfermarias, onde são prestados os cuidados directos aos doentes", explicou Ana Pais, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas.

Em declarações, a dirigente sindical referiu que a presença das dezenas destes funcionários no plenário "afecta sempre" o normal funcionamento dos hospitais que compõem o CHLO, os quais ficam reduzidos aos serviços mínimos.

Contactado pela Lusa, o conselho de administração do CHLO confirmou a recepção do abaixo-assinado pelas 12H30, acrescentando que o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental "está a funcionar dentro da normalidade".

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Mulher, autonomia e indicadores – uma história de retrocesso?
Editorial | Jornal Médico
Mulher, autonomia e indicadores – uma história de retrocesso?

O regime remuneratório das USF modelo B há muito que é tema para as mais diversas discussões, parecendo ser unânime a opinião de que necessita de uma revisão, inexistente de forma séria desde a sua implementação.