O conselho de administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV), que integra os hospitais de Aveiro, Águeda e Estarreja, anunciou a contratação de quase meia centena de profissionais, após ter obtido autorização do Ministério da Saúde.

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A nova administração do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV), presidida por Margarida França, entrou em funções na passada sexta-feira, informou fonte hospitalar.

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As consultas externas no Hospital de Aveiro vão passar a ser feitas em contentores pré-fabricados a partir de segunda-feira, prevendo-se que esta situação se mantenha durante cerca de quatro anos, segundo fonte hospitalar.

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As obras de requalificação da consulta externa do Hospital de Aveiro, que irá melhorar as condições de acolhimento dos utentes e de trabalho dos profissionais, vão começar na próxima sexta-feira, afirmou ontem o Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV).

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A Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos (SRCOM) acusou ontem o Conselho de Administração (CA) do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV), de estar a "pôr em perigo a segurança dos utentes" do Hospital Infante D. Pedro.

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O Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, vai receber um investimento superior a 2,6 milhões de euros na melhoria da eficiência energética, financiado por fundos comunitários, que deverá reduzir o consumo em 30%, anunciou hoje a administração hospitalar.

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Quase duas dezenas de instituições públicas e privadas assinaram, durante o dia de ontem, em Águeda, o protocolo de constituição da Rede Local contra a Violência Doméstica, no âmbito do projeto “Escutar Silêncios”.

A rede, impulsionada pela Câmara de Águeda, pelo Centro Hospitalar e pelo Agrupamento de Centros de Saúde do Baixo Vouga, tem como objetivo contar com a colaboração de entidades distintas tais como instituições de solidariedade social, serviços de saúde, Ministério Público, serviços prisionais, forças de segurança e autarquias.

Na cerimónia, que decorreu no auditório da Biblioteca Manuel Alegre, o Presidente da Câmara Municipal de Águeda, Gil Nadais, destacou a evolução social que se tem verificado em relação ao tema e considerou a rede um instrumento importante para o respeito pela dignidade humana.

“A sociedade tem evoluído, embora por vezes não nos demos conta. O fenómeno da violência doméstica não é novo. O que há é uma maior consciencialização, pois há trinta anos era impensável juntar este conjunto de instituições para o combater”, referiu o autarca, salientando que coube à Câmara de Águeda o papel de congregar vontades e entidades no projeto.

Por seu turno, o presidente do conselho de administração do Centro Hospital do Baixo Vouga (CHBV), Aurélio Rodrigues, saudou a articulação entre entidades públicas e privadas, garantindo o empenho do CHBV e dos seus profissionais no projeto, em particular através do seu Departamento de Psiquiatria, recentemente acreditado pela Direção Geral da Saúde.

O diretor executivo do Agrupamento de Centros de Saúde do baixo Vouga, Manuel Sebe, salientou ainda que os cuidados de saúde primários são “a porta de entrada” para a sinalização de vítimas e agressores, instando os profissionais a ajudarem as primeiras a “sair do silêncio e quebrar o ciclo vicioso” da violência doméstica.

João Redondo, que tem desenvolvido projetos de redes congéneres pelo país, considerou a violência doméstica como “um problema de saúde que se pode prevenir” e reforçou que é na urgência hospitalar e nas consultas do médico de família que muitos casos são detetados, mas sublinhou que “tem de haver uma resposta com o envolvimento de vários setores, quando se pergunta a alguém se é vítima de violência”.

Tiago Santos, psiquiatra do CHBV, concluiu que “dada a natureza e dimensão do problema, não é só a saúde e a justiça que conseguem responder, sendo preciso o envolvimento de diferentes entidades, numa relação de cooperação”, o que o protocolo assinado institucionaliza, no que designou como uma “conspiração do bem para aproveitar os recursos que podem ser mobilizados”.

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BaixoVouga

O Sindicato dos Médicos da Zona Centro insurgiu-se hoje contra a recondução do director clínico do Centro Hospitalar do Baixo Vouga (CHBV), que acusa de ter sido "um dos protagonistas" da degradação dos serviços.

"É com surpresa que o SMZC assiste à nomeação de um novo conselho de administração, reconduzindo o mesmo director clínico. Importa relembrar que foi este um dos protagonistas de diversas ilegalidades no passado e de ter dado provas da falta de respeito que nutre pelos direitos dos trabalhadores médicos e dos utentes", afirma a estrutura, em comunicado.

O Sindicato refere que foi durante o mandato do director clínico reconduzido que "se desmantelou a Cirurgia do Ambulatório no Hospital de Salreu, se perdeu a idoneidade formativa do Serviço de Endocrinologia, Oncologia, Medicina Física e Reabilitação (MFR), e foram nomeados directores de Departamento e directores de Serviço, sem respeito pelo cumprimento do estabelecido na Lei".

Em discordância com a continuidade daquele responsável, o sindicato lembra que foi no seu exercício de funções que "se assistiu ao fim da Urgência de Neurologia" num centro hospitalar que serve cerca de 400.000 habitantes.

"Foi ignorado durante mais de um ano a existência de uma lista de espera inactiva de doentes de Hematologia", instalou-se "um esquema de manipulação ilegal das listas de espera cirúrgicas, com prejuízo grave para os utentes" e "tornou-se comum a existência de escalas do Serviço de Urgência sem chefe de equipa nomeado, com médicos insuficientes e com médicos internos escalados no lugar de especialistas".

Aquele sindicato sublinha que houve "um movimento espontâneo de trabalhadores, transversal a todas as classes profissionais, exigindo a demissão dos restantes membros do CA, conforme patente num abaixo-assinado que recolheu mais de 400 assinaturas" e "uma grande vigília em frente ao Hospital de Aveiro, com o apoio da sociedade civil, dando corpo ao clima de insatisfação generalizado que se vive dentro e fora de portas", o que "tornou impossível a continuidade" do anterior conselho de administração.

"Antevê-se a continuação de um período negro para o CHBV e para os seus trabalhadores com a manutenção deste director clínico", conclui o Sindicato, lamentando que nenhum membro do novo conselho de administração tenha comparecido a uma reunião agendada com a Secção Regional do Centro da Ordem dos Médicos e com os Sindicatos Médicos.

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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