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IPST

O Presidente do Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST), Hélder Trindade, apelou hoje aos portugueses com tipo de sangue 0- e A- para fazerem as suas dádivas, contribuindo para que doentes e hospitais tenham um verão tranquilo.

Hélder Trindade ressalvou que, "neste momento, quer em termos nacionais, quer em termos do IPST", as reservas de sangue estão "estáveis" e "são confortáveis", com "mais de sete a 10 dias, para a maior parte dos grupos" sanguíneos, em declarações que surgem no final de uma visita ao Centro de Transplantação do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, na qual esteve presente o secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado.

Contudo, como "o mês de agosto é complicado para a colheita", "aproveito para deixar este alerta aos dadores que são A- e 0-", que são os dois grupos problemáticos,

O apelo aos dadores não regulares, para que "aproveitem esta época de verão para fazer as suas dádivas, permitirá que os doentes tenham o verão com a sua doença, mas sem correr mais riscos, [e] o ISPT esteja tranquilo", assim como os hospitais.

"Diria que estamos bem - acrescentou Hélder Trindade -, mas, no sangue, temos de manter sistematicamente este alerta e, sobretudo, em relação a estes dois grupos", concluiu.

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medicos

O secretário de Estado da Saúde autorizou o reforço de médicos no Algarve durante a época alta turística, através dos instrumentos de mobilidade, segundo um despacho publicado no Diário da República.

Constatando que o número de pessoas no distrito de Faro chega a triplicar durante o verão, o secretário de Estado, Manuel Delgado, autoriza a Administração Regional de Saúde a publicar as vagas de médicos de várias especialidades com vista a assegurar boa assistência médica.

Estas vagas serão ocupadas por médicos que se candidatem através dos instrumentos de mobilidade a tempo parcial, refere o despacho publicado em Diário da República, com garantias de ajudas de custo e de transporte.

O anúncio do despacho foi feito na quarta-feira, durante uma visita de Manuel Delgado ao Algarve, onde presidiu à assinatura de contratos de trabalho de nove enfermeiras que vão exercer no Centro de Medicina Física e de Reabilitação do Sul, em São Brás de Alportel.

“A grande atratividade da região de turismo do Algarve poderá ser também encarada como uma eventual oportunidade por parte dos médicos especializas já vinculados ao Serviço Nacional de Saúde, nos casos em que estes tenham interesse em conciliar a sua atividade profissional com as vantagens que esta região de turismo lhes pode oferecer”, lê-se no referido documento.

A decisão, que vigora entre 01 de junho e 30 de setembro, pretende atrair médicos “altamente qualificados” que possam reforçar os serviços de saúde algarvios e garantir a “adequada cobertura de cuidados, bem como para assegurar a constituição de escalas de urgência”.

Manuel Delgado deslocou-se a Faro, a 10 de maio, para anunciar a abertura de 32 postos de atendimento médicos em praias algarvias e as consultas de turista que vão funcionar em 12 centros de saúde da região com horário adicional ao do funcionamento normal.

Na mesma altura, o secretário de Estado anunciou a abertura de 30 vagas para médicos de Medicina Geral e Familiar e o regresso ao ativo no Serviço Nacional de Saúde de médicos aposentados.

Nos últimos meses têm sido tomadas várias medidas nesta área, entre as quais acordos com unidades médicas nacionais.

O Centro Hospitalar do Algarve (CHA) celebrou um acordo de colaboração na área da ortopedia com o Centro Hospitalar Lisboa Norte, com o Centro Hospitalar Lisboa Central e o com Centro Hospitalar de Setúbal, para apoio à Urgência do Algarve, dois dias por semana.

Na área da Oncologia, foi celebrado um acordo entre o CHA e o Centro Hospitalar Lisboa Norte para o envio de uma equipa de especialistas para a unidade hospitalar de Portimão.

Em declarações à Lusa em maio, o presidente da Câmara Municipal de Faro, Rogério Bacalhau, sublinhou que "só se pode resolver o problema quando um Governo considerar a situação como prioritária e tomar medidas para fixar os médicos".

Na mesma altura autarcas e médicos da região reconheceram que o Ministério da Saúde tem tomado algumas medidas, mas meramente pontuais e transitórias, estando ainda por resolver os problemas estruturais do setor da Saúde na região.

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O secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, divulgou na passada sexta feira ter sido já publicado em Diário da República o despacho, que vigora desde aquele dia e que “relança o processo de classificação dos hospitais”.

“No fim do governo anterior, faltavam dois dias para a tomada de posse do novo governo, saiu uma portaria a reconfigurar as urgências no território nacional. Essa portaria apanhou-nos de surpresa a todos. E até (…) pareceu-nos pouco leal”, afirmou o governante durante a inauguração da 1.ª fase da obra de Reabilitação do Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho.

Manuel Delgado criticou que “num momento em que o governo estava a sair” tenha alterado, “de forma dramática nalguns aspetos, a rede de urgências do país, reclassificando, baixando de grau umas, subindo outras, num processo que a todos espantou, até pela pressa que isso representou”.

“Nós tomámos consciência da situação e saiu ontem [quinta-feira] o despacho que relança o processo de classificação dos hospitais, em moldes diferentes”, destacou o secretário de Estado da Saúde.

Dirigindo-se aos “profissionais da casa”, aproveitou para dizer que “o governo não está disponível para baixar a qualificação” da urgência do Centro Hospitalar de Gaia/Espinho.

A portaria publicada quinta-feira em Diário da República, e que entrou em vigor na sexta feira, revoga as portarias 82/2014, de 10 de abril, e 123 -A/2014, de 19 de junho.

“Constata -se que o regime preconizado naquelas portarias apresenta fragilidades na sua elaboração conceptual e consequentemente na sua aplicabilidade, que se traduziram em constrangimentos objetivos ao nível do planeamento e da prestação de cuidados de saúde no SNS”, é justificado.

No documento é assinalada a importância de definir agora um “processo claro e transparente de classificação dos serviços e instituições do SNS tendo por base as Redes de Referenciação Hospitalar”.

“Através de um enquadramento comum ajustado à organização do sistema hospitalar contemporâneo, importa garantir não só que as especialidades médicas hospitalares se encontrem vertidas numa Rede de Referenciação Hospitalar, mas que as mesmas se encontram devidamente atualizadas e coerentes, designadamente com novas realidades do Sistema de Saúde como os Centros de Referência”, acrescenta.

A portaria salienta também que “urge ainda dar um novo impulso ao processo de definição das Redes de Referenciação Hospitalar no SNS, assegurando a sua adequada conclusão até ao primeiro trimestre de 2017, assim como implementar um processo de revisão contínuo que assegure uma adaptação permanente do SNS às condições da realidade nacional”.

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quinta-feira, 19 maio 2016 17:52

SNS vai contratar mais médicos de família

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O secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, assegurou ontem que o país vai contar até setembro com mais médicos de família, reconhecendo que a sua falta é um “problema” no Serviço Nacional de Saúde (SNS).

“Isso é um problema e nós temos que preencher logo que possível as vagas de médicos de família. E aqui, a boa notícia, é que nós vamos ter médicos de família novos, a sair da sua formação, durante o mês de junho”, disse.

Em declarações aos jornalistas, durante uma visita ao hospital de Portalegre, o governante afirmou que, “até agosto/setembro”, vão ser colocados profissionais de norte a sul do país e que “alguns deles” vão exercer no Alentejo. Manuel Delgado não especificou quantos médicos de família vão entrar no SNS, assegurando apenas que será um “número significativo”.

Lamentando a existência de utentes sem médico de família, o secretário de Estado sublinhou que no Alentejo vive-se “alguma discrepância” nesta matéria.

“Aqui no Alentejo há alguma discrepância. Por exemplo, na Unidade Local de Saúde do Norte Alentejano só oito por cento da população é que não tem médico de família, o que é muito bom”, enalteceu.

O secretário de Estado da Saúde, que iniciou ontem uma visita de dois dias ao Alentejo, dando “ênfase” aos cuidados de saúde primários, explicou que a sua deslocação pretende “não só identificar os sucessos, mas também identificar os problemas” relacionados com o setor.

“Há aqui um sinal, no Alentejo, desde o ano passado para este que é positivo. Em termos gerais, diminuiu o número de atendimentos nas urgências, o que é sinal de que, eventualmente, do ponto de vista da resposta mais programada, as coisas melhoraram”, afirmou.

Ontem em Portalegre, o governante inaugurou as novas instalações do hospital de dia do Hospital José Maria Grande, unidade que está em funcionamento desde novembro de 2015, visitando de seguida o serviço de cirurgia.

Manuel Delgado visitou depois a Unidade de Saúde Familiar (USF) “Raia Maior", em Campo Maior, fechando a manhã com a apresentação de um projeto de intervenção, relativo a clínica de alta resolução, no Hospital de Santa Luzia, em Elvas.

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Praia

O secretário de Estado da Saúde anunciou ontem, em Faro, o reforço dos cuidados de saúde no Algarve, durante o verão, que inclui o prolongamento do horário de atendimento em 12 centros de saúde da região.

Manuel Delgado explicou que, apesar de já ser comum o reforço naquele distrito durante o verão, as previsões de que o fluxo turístico bata recordes em 2016 mereceu a atenção na programação.

Entre 01 de julho e 15 de setembro, a região vai contar com 32 pontos de atendimento médico nas praias algarvias, 12 centros de saúde com horário alargado até à meia-noite para as consultas do turista, uma ambulância do INEM em Albufeira, um motociclo de emergência médica em Portimão e um ponto de atendimento médico temporário em Armação de Pêra.

O secretário de Estado da Saúde sublinhou que, apesar das consultas do turista estarem previstas para o horário das 18h00 às 24h00, o sistema vai ser flexível ficando disponível para residentes e turistas durante todo o tempo de funcionamento dos centros de saúde selecionados.

As consultas do turista vão funcionar em Sagres, Portimão, Armação de Pêra, Carvoeiro, Alvor, Olhos de Água, Quarteira, Almancil, Olhão, Tavira, Monte Gordo e Altura com os profissionais de saúde da região com recurso a horas extraordinárias.

Já na reta final da visita por vários serviços de saúde da região, Manuel Delgado disse que o Governo está a preparar várias soluções de curto, médio e longo prazo para responder às necessidades da região, com particular ênfase na falta de médicos e enfermeiros.

A curto prazo, o secretário de Estado elencou como “soluções excecionais” para as especialidades onde existem lacunas na região, como é o caso da cirurgia e da ortopedia, a realização de protocolos com hospitais de Lisboa para que os casos urgentes possam ser tratados na capital, a deslocação periódica de equipas médicas à região e o tratamento no setor privado.

A partir de 30 de junho, a região vai receber 30 médicos de Medicina Geral e Familiar.

A médio e longo prazo, Manuel Delgado disse estarem a ser preparados concurso e condições atrativas para a fixação de médicos no distrito de Faro que além do aumento da remuneração podem passar pela possibilidade de progressão mais rápida de carreira tanto para médicos como para enfermeiros.

O secretário de Estado admitiu que vai ser necessário criar modelos de contratação mais ágeis e que o pagamento dos profissionais que aceitem trabalhar na região deverá ter uma discriminação positiva.

Medidas que, vincou serem necessárias para recuperar a fase de desinvestimento vivida nos últimos anos na área da saúde.

O diretor-geral de Saúde, Francisco George, esteve presente na visita e destacou a relação entre acidentes rodoviários e o consumo de álcool nas camadas mais jovens, os afogamentos de crianças e a exposição solar imprudente como tónicas da promoção da saúde no verão de 2016.

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Hospital Cheio

O secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, revelou ontem, em Coimbra, que as unidades hospitalares com menores níveis de infeções entre os doentes vão ter mais financiamento nos próximos contratos-programa.

"Os hospitais que tiverem menores níveis de infeção e as tiverem confinadas a uma percentagem que nós considerarmos adequada serão premiados e terão mais financiamento", disse o governante à margem de uma visita ao Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC).

Segundo Manuel Delgado, o Governo está a "prever nas regras dos próximos contratos-programa com os hospitais introduzir critérios em que a questão da infeção vai ser objeto de mais valorização".

Salientando que a tutela está preocupada com a questão das infeções hospitalares, o secretário de Estado referiu ainda que a resolução do problema passa por "menos acumulação de doentes em espaços de menor dimensão e distância correta entre camas", além de pequenos pormenores, "mas muito importantes", como a lavagem das mãos por parte dos profissionais de saúde.

O governante considerou o projeto de eficiência energética do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), que vai permitir uma poupança de 700 mil euros por ano, um exemplo a seguir no país.

O projeto "Hospital Amigo do Ambiente", iniciado em 2009 e concluído no final de 2015, abrangeu o polo do Hospital da Universidade de Coimbra (blocos central e de Celas), implicando um investimento de 5,5 milhões de euros, cofinanciado a 85% por fundos comunitários.

"O investimento realizado assume características virtuosas ambientais e económico-financeiras, com uma poupança gerada de cerca de 700 mil euros por ano, assegurando a recuperação de todo o investimento até ao final de 2018", salientou o presidente do conselho de administração do CHUC, Martins Nunes.

Contabilizando as poupanças efetuadas desde 2009, o administrador hospitalar sublinha que, no final deste ano, "estarão já recuperados em poupanças cerca de 3,8 milhões de euros do investimento total de 5,5 milhões de euros".

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O secretário de Estado da Saúde considerou, no último dia 31 de dezembro, “imediatista” a hipótese de pagar mais aos profissionais para estes assegurarem equipas de prevenção a casos de aneurismas, defendendo antes modelos diferentes de remuneração que promovam a criação de incentivos.

Manuel Delgado, que falava aos jornalistas no final de uma visita que efetuou ao centro de saúde de Sete Rios, em Lisboa, disse que o preço “não é a única questão” capaz de resolver a falta de profissionais que assegurem equipas de prevenção para casos como o do jovem que morreu no Hospital de São José, por alegada falta de assistência especializada.

Questionado sobre o desenrolar das investigações em curso a esta morte, o secretário de Estado recordou que existem três processos em curso: um aberto pelo hospital, outro pela Inspeção Geral das Atividades em Saúde (IGAS) e outro pela Procuradoria-Geral da República (PGR).

Relativamente ao impacto dos cortes nos valores pagos a profissionais que compõem as equipas de prevenção, nomeadamente os enfermeiros, Manuel Delgado disse que esta é uma questão que “tem a ver com políticas do governo anterior, de redução significativa do valor das horas extraordinárias e de prevenção”.

“Como não podemos obrigar os profissionais a fazer trabalho extraordinário ou prevenções, e se eles não o desejarem, é evidente que isso pode ter provocado a impotência das administrações de ter recursos humanos para o efeito”, adiantou.

Para Manuel Delgado, esta não é, contudo, “a única questão”. “Essa é a forma mais imediatista de resolver o problema. Estamos a tentar encontrar modelos diferentes de remuneração que promovam a criação de incentivos e que permitam criar equipas dedicadas para o efeito”.

Sobre a alegada existência de um diploma do anterior executivo para resolver a questão da falta de equipas de prevenção na área da neurorradiologia, que o ex-secretário de Estado e adjunto da Saúde Leal da Costa afirmou, em entrevista ao Diário de Notícias, que não terá avançado devido ao governo estar em gestão, Manuel Delgado disse que tal não se passou exatamente assim.

“Houve uma solicitação do conselho de administração do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC) para promover a alteração do modelo de remuneração, não indo pela questão do valor por hora, mas indo mais por um modelo de incentivos, que o anterior ministro da Saúde parece ter acolhido e que remeteu às Finanças”, contou.

Nas Finanças, prosseguiu, “estas propostas foram sucessivamente rejeitadas porque violavam princípios comuns da Administração Pública, em termos de gestão de carreiras e profissionais. O sistema ficou parado do ponto de vista jurídico e administrativo por esta via”.

Para Manuel Delgado, “isto não invalida também alguma responsabilidade em matéria de organização".

"Não podemos aceitar que, independentemente das questões de natureza jurídica e administrativa que se possam ter colocado, as administrações dos hospitais da região da Lisboa não tenham colmatado este problema, fosse por que via fosse”.

“Estas questões deviam ter sido ponderadas pelas diferentes administrações para colmatar serviços, como está a ser feito. Agora, provou-se que, mesmo sem alterações jurídicas, é possível colmatar o problema e evitar situações como aquela que infelizmente ocorreu”, concluiu.

 Lusa/Jornal Médico

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Manuel Delgado
O secretário de Estado da Saúde, Manuel Delgado, afirmou no último dia 24 de dezembro que, no essencial, os cortes na Saúde não provocaram uma “devastação” na qualidade de vida dos portugueses.

“Não cremos que, no essencial, os cortes tenham provocado uma devastação na qualidade de vida e saúde dos portugueses. Pelo contrário. A informação que temos é que, apesar dos cortes, os profissionais, as instituições e serviços têm respondido cabalmente às necessidades da população”, disse o secretário de Estado, à margem de uma visita ao Hospital de Chaves.

Manuel Delgado sustentou que, no essencial, “as coisas” no Serviço Nacional de Saúde (SNS) “estão bem”, por isso, não há motivos para alarme.

“O SNS tem provado, ao longo dos anos, elevada competência, elevada qualidade, tem salvado muitas vidas, havendo bons indicadores de saúde”, sustentou.

Apesar de reconhecer que os cortes, em alguns casos, foram para “além do razoável”, o governante lembrou que a capacidade resolutiva dos profissionais e instituições permitiram continuar a prestar um “bom serviço” à população.

Questionado sobre o projeto de resolução do PCP que recomenda ao Governo a avaliação dos cortes no SNS nos últimos quatro anos, Manuel Delgado explicou que é “sempre muito difícil” conseguir esses dados.

“O impacto dos cortes é sempre muito difícil de se avaliar quando não temos toda a informação, designadamente quando não temos o impacto real sobre a vida, saúde e bem-estar das populações. Esse trabalho não é fácil de se fazer porque não temos um seguimento total de todos os doentes”, salientou.

Lusa/Jornal Médico

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Editorial | António Luz Pereira
#sejamestrelas

Ciclicamente as capas dos jornais são preenchidas com o número de novos médicos. Por instantes todos prestam atenção aos números. Sim, para muitos são apenas números. Para nós, são colegas que se decidiram pelo compromisso com os utentes nas mais diversas áreas. Por isso, queremos deixar a todos, mas especialmente aqueles que abraçaram este ano a melhor especialidade do Mundo uma mensagem: “Sejam Estrelas”.

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