A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) acaba de anunciar a criação de uma nova Unidade de Ensaios Clínicos Precoces em Voluntários Doentes (Early Phase Clinical Trials Unit) de fases I e II.

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A Unidade Local de Saúde de Matosinhos venceu a quarta edição do prémio Healthcare Excellence, que distingue os melhores projetos de boa gestão hospitalar, com a criação de um portal do utente, de acordo com a organização.

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A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) avançou recentemente à Lusa ter apresentado queixa no Ministério Público (MP) por uma “suspeita de possível SMS [mensagem] fraudulento” onde é pedido o pagamento de taxas moderadoras aos utentes.

“Apresentou queixa no Ministério Público e preveniu os utentes para eventuais situações idênticas”, disse.

Contactada pela Lusa, a Procuradoria-Geral da República (PGR) confirmou a receção, por parte o MP, de uma denúncia relacionada com estes factos.

“A mesma deu origem a um inquérito, que se encontra em investigação na secção de Matosinhos do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) do Porto”, revelou.

Para alertar os utentes para esta situação, o hospital publicou mensagens de aviso na página oficial e nos LCD do sistema de gestão de atendimento.

“Procedeu ainda ao envio de SMS onde informa que a ULSM não cobra taxas moderadoras em dívida por essa via”, referiu.

A ULSM frisou que a “intenção” é avisar os utentes, sem alarmar, e prevenir situações futuras que possam vir a ocorrer.

A edição do JN da passada sexta-feira revelou que utentes do Hospital de Matosinhos e dos centros de saúde do concelho andam a receber mensagens, via telemóvel, para pagar taxas moderadoras em dívida.

“Foi no início do mês que uma utente recebeu a primeira mensagem a cobrar taxas moderadoras em nome da ULS de Matosinhos. Pedia-se uma pequena quantia e ameaçava-se com coimas. O pagamento devia ser feito via multibanco – para tal, era fornecida uma entidade e uma referência bancária. A mulher pagou”, lê-se.

Lusa/Jornal Médico

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A Unidade Local de Saúde de Matosinhos (ULSM) anunciou hoje uma “espécie de via verde” na Urgência do Hospital Pedro Hispano, naquele concelho, para utentes referenciados pelo médico de família.

Em comunicado, a entidade que congrega o Hospital Pedro Hispano e a rede de cuidados primários locais refere que o objetivo da medida é travar a ida desnecessária e direta ao Serviço de Urgência, que corresponde a um terço dos atendimentos.

Anualmente há 20 mil pessoas a procurar a urgência hospitalar de Matosinhos com situações de doença consideradas “pouco urgentes” ou mesmo “não urgentes”, 33% do total, detalha a ULSM.

Ao facilitar o atendimento na urgência hospitalar a pacientes referenciados pelos centros de saúde, a ULSM pretende, conforme assinala no comunicado, “promover a correta acessibilidade aos serviços de saúde, com destaque para a procura, em primeiro lugar, dos cuidados de saúde primários, evitando as idas desnecessárias à urgência hospitalar”.

As unidades de saúde dão resposta a situações de doença aos seus utentes, "evitando a deslocação à Urgência", garante a ULSM. Acrescenta que, se necessário, "o médico de família encaminha ao Serviço de Urgência e aí terá um atendimento prioritário".

A mensagem para que os utentes só procurem a urgência hospitalar em casos que realmente o justifiquem está a ser passada à população no âmbito de uma campanha de informação integrada no Plano de Contingência para Temperaturas Extremas Adversas.

Lusa

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Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
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Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência terminou e o estado de calamidade passou, mas o problema de saúde mantem-se ativo. É urgente encontrar uma visão inovadora e adotar uma nova estratégia. As unidades de saúde precisam de encontrar respostas adequadas e seguras.

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