Em Portugal, a dor crónica afeta cerca de 34% dos indivíduos nos Cuidados de Saúde Primários (CSP) e, em média, o diagnóstico de dor crónica demora quatro anos após os primeiros sintomas. No que respeita à intensidade da dor, numa escala numérica de 0 a 10, a média de intensidade máxima referida pelos doentes é de 7.

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A Unidade de Saúde Familiar (USF) Nuno Grande, em Vila Real, começa a funcionar em novas instalações no próximo dia 12 de março, após um investimento de 790 mil euros em obras de recuperação de um edifício inacabado.

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Em Portugal, nos cuidados de saúde primários (CSP) mais de um terço dos indivíduos apresenta dor crónica, sendo a lombalgia a patologia mais frequente entre estes doentes.

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O Banco de Mundial (BM) vai desembolsar 88 milhões de euros para reforçar os cuidados de saúde primários em Moçambique, anunciou um especialista em saúde pública da instituição.

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Pelo menos metade da população mundial não tem acesso a cuidados essenciais de saúde, segundo revelou um relatório da Organização Mundial de Saúde (OMS) e do Banco Mundial (BM) divulgado hoje.

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Um inquérito feito às unidades de cuidados de saúde primários a nível nacional revela que mais de nove em cada 10 centros de saúde não têm profissionais dedicados especialmente às demências.

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O concelho de Cascais, em Lisboa, vai ter duas novas unidades de cuidados de saúde primários e melhorias nas restantes no âmbito de um protocolo hoje assinado entre a autarquia e a Administração Regional de Saúde (ARS).

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O ministro da Saúde advertiu os presidentes das administrações regionais de saúde (ARS) de que é “inaceitável” a falta de material nas Unidades de Saúde Familiar (USF) e avisou que a falta de resoluções do problema “terá consequências”.

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A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.

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