O PSD de Matosinhos revelou que há 2.925 residentes no concelho sem médico de família, tendo já pedido aos eleitos do partido na Assembleia da República para “levantarem a voz” e exigirem a regularização urgente desta “grave situação”.

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O concurso, a decorrer a partir de hoje, para colocação, a nível nacional, de 110 especialistas em Medicina Geral contemplou o maior número de vagas à Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT): um total de 43.

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O presidente da Junta de Vila Nova de Anha, Viana do Castelo, reclamou hoje uma solução “provisória” para os utentes da extensão de saúde da freguesia que estão há cinco meses sem médico de família (MF).

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quinta-feira, 28 dezembro 2017 11:41

Vila Nova de Anha está sem médico há quatro meses

A extensão de saúde de Vila Nova de Anha, em Viana do Castelo, está sem médico há quatro meses, situação que “tem causado alarme social, sobretudo na população mais idosa”, denunciou hoje o presidente da junta de freguesia da localidade, José Filipe Silva.

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O presidente da Câmara Municipal de Paços de Ferreira, Humberto Brito, anunciou ontem que toda a população do concelho já tem médico de família, em contraste com as 14 mil pessoas que em 2009 não acediam àquele serviço.

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Familia bebe

Chegado o dia 1 de setembro é cumprida uma das principais medidas do projeto “Nascer Utente”: a partir de hoje, todas as crianças têm médico de família logo após o seu nascimento. É na própria maternidade que o nascituro é inscrito na lista de utentes do médico de família dos seus pais.

A iniciativa, divulgada em Diário da República no dia 19 do mês anterior, remonta ao anterior governo ao lançar uma lei que assegurava que nenhuma criança deveria ser privada de ter um médico de família.

Com a viabilização do projeto “Nascer Utente”, a criança é inscrita, assim que nasce, no Registo Nacional de Utente, sendo-lhe atribuído um número de utente, a constar do cartão do cidadão, e de médico de família.

O processo é automático e a inscrição é realizada pela instituição com bloco de partos, na lista de utentes do médico de família da mãe ou do pai.

Nas situações em que a mãe e o pai não se encontrem inscritos em nenhuma lista de utentes de um médico de família, a instituição com bloco de partos onde a criança nasce deve comunicar o nascimento ao coordenador da unidade funcional [Unidade de Saúde Familiar (USF) ou Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP)] mais próxima da residência da criança.

Este “deve proceder à inscrição da mesma na lista de utentes de um médico de família, preferencialmente de uma USF caso a mesma exista naquele Agrupamento de Centros de Saúde (ACES), salvo se um dos pais declarar expressamente preferência pela UCSP, devendo ser dado conhecimento dessa inscrição ao presidente do conselho clínico e de saúde do respetivo ACES”, lê-se no despacho, publicado a 19 de agosto.

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sinaletica - centro de saúde

Cinco especialistas de Medicina Geral e Familiar (MGF) iniciaram funções no início deste mês no Centro de Saúde (CS) de Portimão, permitindo alargar a cobertura assistencial em cuidados de saúde primários (CSP) e atribuir médico de família (MF) a cerca de 9.500 utentes do concelho de Portimão que se encontravam sem MF atribuído.

De acordo com a notícia avançada no website da Administração Regional de Saúde (ARS) do Algarve, estes profissionais, colocados no âmbito do concurso nacional lançado no passado mês de junho pelo Ministério da Saúde para médicos de MGF para as unidades de CSP do SNS, foram recebidos pelo presidente do Conselho Diretivo da ARS do Algarve, Dr. Moura Reis, a 4 de agosto, na sede do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Barlavento, em Portimão, onde tiveram oportunidade de ficar a conhecer as instalações e os profissionais das diversas unidades funcionais deste ACES, facilitando desta forma o seu processo de integração na equipa.

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cmseixal

A Câmara Municipal do Seixal anunciou que existem 28.279 pessoas sem médico de família inscritas nas unidades de saúde do concelho, referindo que é necessário mais investimento na área da saúde.

"De acordo com dados de 2015 disponibilizados pelo ACES Almada/Seixal regista-se a existência de 28.279 utentes sem médico de família inscritos nas unidades de saúde, dos quais 14.619 na freguesia de Amora e 13.660 na freguesia de Corroios", refere uma tomada de posição da autarquia liderada por Joaquim Santos.

O documento acrescenta que os dados "totalizam 17,4% da população inscrita nos serviços de saúde públicos, percentagem acima da média nacional que é de 12,1%".

"É também evidente a insuficiência de recursos humanos e equipamentos na Península de Setúbal, como podemos constatar pela cobertura de camas hospitalares a nível nacional que em 2010 era de 3,4 camas para mil habitantes, enquanto na Península de Setúbal era de 1,73 camas por mil habitantes em 2012", frisa o autarca do PCP.

A autarquia reafirma que é necessário construir o hospital no Seixal, construir o novo Centro de Saúde de Corroios e concretizar o alargamento imediato dos horários de funcionamento nos três centros de saúde do concelho.

De acordo com Joaquim Santos, "o município tem, desde sempre, assumido a promoção da saúde da população como uma prioridade da agenda política".

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A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.

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