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A importância do diagnóstico e tratamento atempado e adequado da osteoporose esteve em foco no simpósio Amgen, que juntou, no dia 31 de maio, no âmbito do 14.º Congresso Nacional do Idoso, Nuno Jacinto, presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF), e Rafaela Veríssimo, especialista em Medicina Interna no Centro Hospitalar de Vila Nova de Gaia/Espinho, numa sessão moderada pelo reumatologista José Canas da Silva.

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A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) alertou que os confinamentos prejudicaram a mobilidade de quem sofre de doenças músculo-esqueléticas e pioraram os casos de osteoporose, doença que afeta acerca de 800 mil portugueses.

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O serviço de Reumatologia do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) criou, há dois anos, a Consulta de Fraturas de Fragilidade para prevenir refraturas nos idosos, valência que foi recentemente distinguida pela Fundação Internacional da Osteoporose.

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A Associação Nacional contra a Osteoporose (APOROS), a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) e a Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM), com o apoio da Amgen e da Infraestruturas de Portugal, uniram-se para contribuir para educação da população sobre a Osteoporose e o risco de fraturas.

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No âmbito do Dia Mundial da Osteoporose, que se assinala já amanhã, a Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) anuncia a criação do Grupo de Centro de Ligação para Fraturas.

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Um estudo da Universidade Rovira e Virgili (URV), em Espanha, demonstrou que o consumo habitual de azeite virgem diminui em 51% o risco de fraturas resultantes da osteoporose.

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idosos1

Pelo menos uma em cada dez pessoas que sofrem uma fratura no fémur morre no ano seguinte ao acidente, segundo uma investigação feita por especialistas do Hospital Garcia de Orta.

A apresentar hoje no XVIII Congresso de Reumatologia, que decorre em Vilamoura, este estudo analisou os doentes admitidos ao longo do ano de 2015 no Hospital Garcia de Orta, recorrendo aos registos clínicos para fazer uma avaliação.

De acordo com os dados parciais do estudo, são entre 10% a 20% os doentes que sofrem uma fratura no fémur, que é considerada a principal consequência de quem sofre de osteoporose, a morrer no ano seguinte ao episódio.

Os fatores que surgem associados àquela taxa de mortalidade são a idade avançada, a falta de diagnóstico da doença antes da fratura e a ausência de tratamento para a osteoporose.

Especialistas envolvidos no estudo salientam que as fraturas recorrentes aumentam o risco de vida dos doentes e reforçam que o diagnóstico e tratamento devem ser eficazes e iniciados o mais cedo possível.

Perto de 70% do total de doentes - dos 348 estudados - sofriam de uma ou duas patologias, sendo a hipertensão o problema mais reportado. As fraturas mais frequentes, em 60% das situações, envolveram a região do colo do fémur.

Apenas cerca de cinco por cento dos doentes com fraturas não necessitaram de cirurgia, cerca de um terço precisou de uma cirurgia de substituição articular e em 60% dos casos houve submissão a uma osteossíntese (junção dos fragmentos ósseos com ajuda de parafusos ou placas).

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Investigação Coimbra
Uma investigadora da Universidade de Coimbra (UC) recebeu um prémio internacional por ter desenvolvido um estudo que demonstra o desenvolvimento da osteoporose após a menopausa devido à redução dos níveis da hormona estradiol.

O estudo, anunciado hoje pela UC, evidenciou que "o decréscimo dos níveis da hormona estradiol altera o metabolismo das células ósseas, estando associado ao desenvolvimento de osteoporose, e que a reintrodução daquela hormona permite a recuperação do metabolismo normal das células".

Com este trabalho, que avaliou, pela primeira vez, o contributo do metabolismo das células ósseas na osteoporose após menopausa, a investigadora Ana Maria Silva, do Centro de Neurociências e Biologia Celular daquela universidade, foi galardoada com o "Prémio de Jovem Investigadora".

Segundo a investigadora, citada numa nota de imprensa da UC, "durante a menopausa o aparecimento da osteoporose pode estar associado a um declínio metabólico generalizado das células ósseas".

"Neste estudo, a hipótese centra-se na alteração do metabolismo dos osteócitos (células ósseas) em dois cenários: na presença e ausência de estradiol em ratos. A condição de menopausa dos ratos foi mimetizada através da retirada dos seus ovários", explicou.

O estudo, realizado num modelo animal, revelou que o estradiol tem um impacto marcante no metabolismo dos osteócitos.

A investigadora Ana Maria Silva justifica o trabalho com a "relação entre a menopausa e a osteoporose, que afeta 17% das mulheres portuguesas, em comparação com 2,6% dos homens, segundo dados da Sociedade Portuguesa de Reumatologia de 2013".

O trabalho tem vindo a ser realizado no Centro de Neurociências e Biologia Celular da UC, no grupo de investigação "Mitocôndria, Metabolismo e Doença - Área de Menopausa, Envelhecimento e Metabolismo", sob a orientação da investigadora Vilma Sardão.

A investigação envolve uma equipa interdisciplinar, incluindo investigadores do Centro para o Desenvolvimento Rápido e Sustentado do Produto do Instituto Politécnico de Leiria e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro.

A distinção de Ana Maria Silva decorreu no quarto encontro conjunto da European Calcified Tissue Society (ECTS) e da International Bone and Mineral Society (IBMS), que decorreu em Roterdão, na Holanda.

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Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro
Editorial | Conceição Outeirinho
Preparados para o Futuro? // Preparar o Futuro

O início da segunda década deste século, foram anos de testagem. Prova intensa, e avassaladora aos serviços de saúde e aos seus profissionais, determinada pelo contexto pandémico. As fragilidades do sistema de saúde revelaram-se de modo mais acentuado, mas por outro lado, deu a conhecer o nível de capacidade de resposta, nomeadamente dos seus profissionais.