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O ministro da Saúde, Adalberto Campos Fernandes, afirmou que o tabaco foi considerado em Portugal "um problema de saúde prioritário", anunciando que a Linha de Saúde 24 passará a dispor de mais capacidade para apoio à cessação tabágica. 

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O parlamento debate hoje várias propostas de lei na área da saúde, entre as quais a criação do registo oncológico nacional e alterações à lei do tabaco, que passa a proibir fumar junto de escolas e instituições de saúde.

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Estudo_tabaco

Os portugueses gastaram por dia uma média de nove mil euros em produtos para ajudar a deixar de fumar no ano passado, que ainda assim registou um decréscimo nas vendas de cerca de 10% face a 2014.

Os dados da consultora IMS Health conhecidos hoje, Dia Mundial sem Tabaco, mostram que em 2015 os portugueses gastaram 3.286.631 euros em embalagens de produtos antitabagismo.

O consumo deste tipo de medicamentos ou produtos tem registado uma quebra desde 2012, ano em que foram vendidas mais de 216 mil embalagens. Já em 2015, o consumo não atingiu as 133 mil.

Na comparação dos quatro anos, entre 2012 e 2015, as vendas de produtos para ajudar a deixar de fumar diminuíram quase 40% em unidades vendidas, com o valor das vendas a registar uma diminuição de 21% no mesmo período.

A queda de vendas foi mais acentuada nas farmácias, com quebras superiores a 40% em termos de unidades, enquanto as parafarmácias registaram uma diminuição de 26%.

Apesar desta diferença nas quebras, em 2015 as farmácias venderam quase 70% dos produtos antitabágicos.

As gomas antitabágicas são o tipo de produto para deixar de fumar com mais adesão, com 87 mil unidades vendidas em 2015 e um ligeiro aumento de 1% face a 2012.

Já os comprimidos ou cápsulas, que há quatro anos eram os produtos mais procurados, sofreram quedas severas, de 78%, vendendo em 2015 cerca de 23.000 embalagens, contra as mais de 100 mil que se consumiram em 2012.

 

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ers_telefone

O serviço telefónico de auxílio à cessação tabágica só deverá arrancar em 2017, via Linha Saúde 24, estando os utentes atualmente apenas a ser encaminhados para os cuidados primários, adiantou hoje o enfermeiro coordenador daquele apoio.

Mais de um ano após a primeira data anunciada pelo Governo para o arranque da linha de cessação tabágica, e após sucessivos adiamentos, este serviço de apoio, via Linha Saúde 24, que deveria fazer um acompanhamento telefónico das pessoas ao longo no tempo, só deverá arrancar em 2017.

Em declarações hoje à agência Lusa, o coordenador da Linha, Sérgio Gomes, explicou que o que existe atualmente é o atendimento via Linha Saúde 24 (808 24 24 24) e depois um reencaminhamento para os serviços de saúde primários.

“Está tudo a trabalhar como previsto, ou seja, a Linha Saúde 24 está a receber chamadas (…) para outras situações, mas também para a cessação tabágica e, tal como a lei prevê, a chamada é transferida para um grupo de enfermeiros que faz uma pré-triagem, pré-avaliação, sendo depois dada orientação sobre programas disponíveis nos serviços de saúde, neste caso nos cuidados primários”, explicou.

Sérgio Gomes salientou que “havia uma expectativa anterior que tinha a ver com o atendimento e acompanhamento telefónico, que ainda não vai ser implementado”.

“O que estamos a fazer é aplicar a lei 109, na transposição da diretiva. Os utentes podem ligar o número da Saúde 24, que consta nos maços de tabaco, para saber quais os programas de cessação tabágica que existem nos centros de saúde”, sublinhou.

O coordenador da linha avançou que o serviço de apoio de acompanhamento telefónico que deverá arrancar em 2017 “vai existir sempre “dentro do centro de atendimento do SNS”.

A partir de hoje começam a ser vendidos maços de tabaco com imagens chocantes e frases de alerta.

As novas regras para a venda de tabaco constam de legislação publicada em agosto passado em Diário da República e que entrou em vigor no início de janeiro, determinando que as embalagens de produtos de tabaco para fumar (como cigarros, tabaco de enrolar e tabaco para cachimbo de água) devem apresentar “advertências de saúde combinadas”, incluindo texto e fotografias a cores.

A linha de cessação tabágica foi anunciada pela primeira vez no fim de agosto de 2014, com data prevista de arranque para final do mês seguinte (setembro).

No final de novembro, o então secretário de Estado da Saúde, Leal da Costa, anunciou para o início de 2015 o arranque da linha de cessação tabágica, bem como a revisão da lei do tabaco.

Em abril desse ano, a linha ainda não estava a funcionar e o Ministério da Saúde anunciou novamente o seu arranque para o dia 31 de maio, Dia Mundial Sem Tabaco.

No entanto, no final desse mês foi tornado público pela tutela que a linha de cessação tabágica ficaria afinal a aguardar a lei do tabaco, para fazer coincidir o seu lançamento com a publicação da legislação.

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Cigarro - 05

Quatro em cada cinco alunos que fumam querem deixar o hábito, mas não procuram ativamente ajuda, revela um estudo que analisou os comportamentos tabágicos dos jovens portugueses do terceiro ciclo e do secundário.

O estudo, apoiado pela Direção-Geral da Saúde, decorreu no ano letivo 2013/2014 e envolveu cerca de 4.000 alunos de 31 escolas do país, numa amostra representativa da população portuguesa.

Quando questionados sobre se pensam deixar de fumar, 20% dos jovens disseram que não, “dados muito próximos dos que encontramos nos adultos, onde, em geral, os estudos indicam que cerca de 70% dos fumadores querem deixar de fumar”, disse Paulo Vitória, coordenador do estudo e professor da Universidade da Beira Interior.

Os dados, que serão apresentados hoje no VII Congresso Internacional de Psicologia da Criança e Adolescente, apontam também que apenas 15% dos jovens disseram que nunca tentaram reduzir ou deixar de fumar, “o que sugere que existe potencial em termos de ajuda”.

“Os jovens precocemente manifestam descontentamento com o facto de fumarem e manifestam a intenção de reduzir ou deixar de fumar”, mas “não partem para a ação, não procuram ajuda, mas isso é normal nesta faixa etária”, disse o investigador.

Mesmo que os jovens pensem deixar de fumar, não lhes ocorre que podem pedir ajuda a um médico, uma situação que exige “mais proatividade dos profissionais de saúde”, que devem ir às escolas e explicar aos jovens que podem beneficiar de ajuda médica, “uma coisa que não se faz”.

“Quando muito vamos à escola fazer prevenção na perspetiva de evitar ou atrasar a iniciação, mas raramente vamos à escola com o objetivo de ajudar os jovens a deixar de fumar”, frisou.

Segundo Paulo Vitória, “os profissionais de saúde, em geral, quando trabalham na cessação tabágica desistem desta faixa etária com o argumento de que os jovens nesta faixa etária não procuram ajuda”, um preconceito que é preciso combater.

O estudo demonstrou também a necessidade de encontrar estratégias mais eficazes para a prevenção do tabagismo.

“Quando perguntamos coisas simples aos jovens como se está de acordo com a afirmação que fumar prejudica a saúde”, cerca de 10% disseram estar em total desacordo.

Estes jovens podiam responder não sei, mas respondem estar em desacordo, o que quer dizer que têm “uma opinião formada”, baseada “em crenças erradas, mas que para os jovens são crenças definidas”.

Para Paulo Vitória, estes dados reforçam a necessidade de um trabalho de “prevenção de continuidade a iniciar precocemente, o mais tardar no terceiro ciclo”, que deve ser realizado por professores e profissionais da saúde.

Os resultados do estudo confirmam ainda que a iniciação tabágica dispara entre o 7.º e o 9.º ano.

No 7.º ano, cerca 70 a 80% dos jovens nunca fumaram um cigarro, uma percentagem que baixa para os 40% no 9.º ano.

Estes dados demonstram que “é fundamental colocar barreiras à iniciação tabágica”, disse Paulo Vitória, lembrando que a iniciação precoce é uma “forte determinante do comportamento, do hábito e da dependência que pode verificar-se dois, três, quatro anos mais tarde”.

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tabaco
A linha de cessação tabágica vai arrancar no dia 20 de maio, na mesma altura em que começam a ser postos à venda maços de tabaco com imagens chocantes e frases de alerta, revelou hoje o diretor-geral da Saúde.

Mais de um ano após a primeira data anunciada pelo Governo para o arranque da linha de cessação tabágica, e após sucessivos adiamentos, este serviço volta a ter nova data prevista.

“No dia 20 de maio vamos pôr em funcionamento a linha de cessação tabágica, de acordo com a diretiva europeia que já foi transposta para a lei nacional, e vamos adotar medidas que possam ser acedidas pelos portugueses”, disse aos jornalistas, no final de um encontro sobre medidas de saúde a adotar no verão.

O diretor-geral da Saúde especificou que a linha entra em funcionamento na mesma altura em que os maços de tabaco vão passar a ter imagens chocantes e frases de alerta sobre os riscos de fumar para a saúde.

Da embalagem de tabaco constará igualmente a linha telefónica para a qual o fumador deve ligar para obter informações e ajuda sobre programas disponíveis para ajudar a deixar de fumar.

A nova legislação, que foi publicada em agosto em Diário da República e entrou em vigor no início de janeiro, determina que as embalagens de produtos de tabaco para fumar (como cigarros, tabaco de enrolar e tabaco para cachimbo de água) devem apresentar “advertências de saúde combinadas”, que incluem texto e fotografia a cores.

Algumas das opções constantes da “biblioteca de imagens” consistem em pulmões e línguas com tumores malignos, pessoas amputadas, mortas dentro de sacos ou em camas de hospital, uma mulher a cuspir sangue ou um bebé a fumar através de uma chucha.

Estas imagens são acompanhadas de frases de alerta, entre as quais “fumar provoca 9 em cada 10 cancros do pulmão”, “fumar provoca cancro da boca e da garganta”, “fumar provoca acidentes vasculares cerebrais e incapacidades”, “fumar agrava o risco de cegueira” e “os filhos de fumadores têm maior propensão para fumar”.

Além disto, passa a ser obrigatório as embalagens conterem duas advertências: “Fumar mata – deixe já” e “O fumo do tabaco contém mais de 70 substâncias causadoras de cancro”.

Ao todo, as advertências combinadas (texto e imagens) passam a ocupar 65% das embalagens, no caso dos maços de cigarros, em ambas as faces.

A nova rotulagem vai começar a ser usada nos maços a partir de 20 de maio, sendo no entanto estabelecido ainda um período de um ano (até 20 de maio de 2017) para escoar as embalagens antigas.

A linha de cessação tabágica foi anunciada pela primeira vez no fim de agosto de 2014, com data prevista de arranque para final do mês seguinte (setembro).

No final de novembro, o então secretário de Estado da Saúde Leal da Costa anunciou para o início de 2015 o arranque da linha de cessação tabágica, bem como a revisão da lei do tabaco.

Em abril desse ano, a linha ainda não estava a funcionar e o Ministério da Saúde anunciou novamente o seu arranque para o dia 31 de maio, Dia mundial sem tabaco.

No entanto, no final desse mês foi tornado público pela tutela que a linha de cessação tabágica ficaria afinal a aguardar a lei do tabaco, para fazer coincidir o seu lançamento com a publicação da legislação.

O diploma foi publicado em agosto e entrou em vigor em janeiro de 2016, mas a linha de cessação tabágica continuou sem existir.

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Adolescentes

Uma em cada cinco raparigas com idades entre os 13 e os 18 anos toma tranquilizantes ou sedativos, a maioria com prescrição médica, uma realidade que está a preocupar as autoridades de saúde.

Estes dados foram divulgados ontem, durante a apresentação do “Estudo sobre os Consumos de Álcool, Tabaco, Drogas e outros Comportamentos Aditivos e Dependências-2015”, do Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e Dependências (SICAD).

De acordo com Fernanda Feijão, autora do estudo, importa perceber “como é que há uma percentagem tão elevada de raparigas a precisar de medicamentos”.

A responsável indicou que este é um indicador em que “costumamos estar acima da média europeia”.

Manuel Cardoso, subdiretor geral do SICAD, explicou aos jornalistas que ainda não há uma explicação para estes consumos, mas considerou que 20% “é um valor muitíssimo alto” e que esta “questão tem de ser estudada”.

Para Fernanda Feijão, “há um problema no feminino que deve ser investigado e sobre o qual a saúde se deve debruçar”.

Este problema no feminino estende-se a outras áreas, como o consumo de bebidas alcoólicas, em que as raparigas levam a dianteira sobre os rapazes, no que respeita às bebidas espirituosas.

O estudo revela que 5,3% dos rapazes, dos 13 aos 18 anos, consome apenas bebidas espirituosas, enquanto mais do dobro das raparigas (11%) o faz.

Globalmente, as bebidas mais consumidas no último mês foram as destiladas (31%), seguidas da cerveja (30%) e do vinho (22%).

No entanto, Manuel Cardoso destaca que a percentagem mais elevada de consumo de espirituosas “acontece à custa das raparigas”.

Esta é uma “realidade nova”, afirmou o responsável do SICAD, sublinhando que as raparigas iniciam este tipo de consumo aos 13 anos, o que se poderá enquadrar no facto de “o crescimento da mulher acontecer mais cedo que o do homem”.

O relatório revela ainda que 5% dos jovens com 13 anos já estiveram embriagados alguma vez ao longo da vida e que 3% se embriagaram no último mês (0,8% de raparigas e 2,2% de rapazes).

Apesar destes dados, o SICAD destaca que, nos últimos quatro anos, o consumo de álcool, tabaco e droga tem vindo a descer nas camadas mais jovens, mantendo-se estável ou, em alguns casos, aumentando nos alunos de 18 anos.

Exemplo disso é o facto de 10% dos rapazes e 3% das raparigas terem consumido álcool vinte ou mais vezes nos últimos 30 dias.

Quanto à droga, o estudo indica que só aumentou a experimentação naquela faixa etária.

Ainda entre os jovens de 18 anos se verificou que 10% (cerca de 10 mil jovens) revelaram ser consumidores frequentes de álcool, droga e tabaco.

Na opinião de Fernanda Feijão, este é também um grupo de consumidores “que deve ser objeto de especial preocupação”.

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terça-feira, 01 março 2016 11:54

Tabaco matou mais de 32 pessoas por dia em Portugal

Cigarro - 05

O consumo de tabaco matou mais de 32 pessoas por dia em 2013, tendo sido a primeira causa de morte em Portugal, mas no geral o número de fumadores tem vindo a diminuir, segundo um relatório hoje apresentado.

De acordo com o relatório “Portugal – Prevenção e Controlo do Tabagismo em Números 2015”, da Direção-Geral da Saúde (DGS), os últimos dados disponíveis sobre a mortalidade associada ao tabaco revelam que fumar foi a primeira causa de morte em Portugal em ambos os sexos, correspondendo a quase 11% do total de óbitos.

As estimativas do Institute for Health Metrics and Evaluation, citadas no relatório da DGS, apontam para mais de 12 mil óbitos em Portugal devido ao tabaco, incluindo a exposição passiva ao fumo.

Entre as mortes ocorridas devido ao consumo de tabaco, mais de metade foram em consequência de cancro e doenças respiratórias.

No total, o consumo de tabaco foi responsável por 21% do total de mortes por cancro, 31% das mortes por doenças respiratórias, 9% de óbitos por doenças do aparelho circulatório, 2,5% das mortes por diabetes e 10% do total de óbitos por tuberculose.

O relatório sublinha ainda que uma em cada cinco mortes ocorridas em pessoas com idades entre os 45 e os 64 anos são atribuíveis ao tabaco.

No que respeita à perda de anos de vida saudável devido ao tabaco, nos homens esta situação é provocada principalmente pelas neoplasias, seguidas das doenças do aparelho circulatório e as respiratórias crónicas.

Entre as mulheres, verifica-se que em primeiro lugar, na perda de anos de vida saudável, estão as doenças do aparelho circulatório, seguidas das respiratórias crónicas e só então as neoplasias.

No entanto, é em particular no sexo masculino que ocorre maior perda de anos vividos com saúde.

O relatório aponta ainda para a estimativa de 400 mortes por exposição ao fumo ambiental, em 2013, embora refira que este tipo de mortalidade “registou uma descida assinalável nos últimos anos”.

Ainda assim, em 2014, 8,6% da população com mais de 15 encontrava-se exposta diariamente ao fumo ambiental do tabaco, principalmente nos espaços de lazer (38,3%), em casa (31%) e no local de trabalho (20,5%).

Em descida está também o consumo global do tabaco, que registou uma ligeira diminuição (de 20,9% para 20%) nos consumidores com mais de 15 anos, entre 2005/2006 e 2014.

A prevalência de consumidores diários baixou quase 2 pontos percentuais (de 18,7% para 16,8%) e a percentagem de ex-fumadores aumentou quase 6 pontos percentuais (de 16,1% para 21,7%).

Discriminando por sexo os consumidores diários, o relatório revela que enquanto os homens estão a diminuir (de 27,5% para 23,5%), as mulheres estão a aumentar, ainda que ligeiramente (de 10,6% para 10,9%).

“Como nota menos positiva, a percentagem de pessoas que nunca fumaram diminuiu quase 5 pontos percentuais, de 62,9%, em 2005/2006, para 58,2% em 2014, o que traduz um aumento da experimentação do consumo”, sublinha o documento.

Este facto permite concluir que a redução na prevalência do consumo de tabaco foi conseguida sobretudo à custa do aumento do número de pessoas que deixaram de fumar.

A este propósito, o relatório revela que 92,1 por cento dos residentes em Portugal que deixaram de fumar fizeram-no sem qualquer apoio, enquanto 3,6% afirmaram ter recorrido a apoio médico ou a medicamentos.

O número de locais de consulta para apoio à cessação tabágica aumentou 10% entre 2013 e 2014, invertendo a tendência que se registava nos últimos anos.

Relativamente ao número de consultas realizadas para deixar de fumar, tem aumentado desde 2010, “com um crescimento assinalável em 2014”.

De acordo com o documento, o número de consultas subiu de 19.620 em 2010 para 22.358 em 2013, tendo depois dado um salto em 2014, para 26.008.

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É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários
Editorial | Jornal Médico
É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários

Neste momento os CSP encontram-se sobrecarregados de processos burocráticos inúteis, duplicados, desnecessários, que comprometem a relação médico-doente e que retiram tempo para a atividade assistencial.