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DATA
13/07/2011 08:12:40
AUTOR
Jornal Médico
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Alta tecnologia – high tech; alta segurança; elevada rapidez; elevado apoio à nossa prática. São estas as premissas que definem as novas tecnologias de informação (TIC) no campo de acção da medicina familiar.

 
Alta tecnologia – high tech; alta segurança; elevada rapidez; elevado apoio à nossa prática. São estas as premissas que definem as novas tecnologias de informação (TIC) no campo de acção da medicina familiar.
Com os avanços vertiginosos dos pequenos aparelhos móveis e seus sistemas informáticos a real sensação é de que dispomos do mundo na nossa mão… Ora vejam se esse não é o sentimento no final da leitura deste texto.
O manuseio de uma aplicação informática que me permite em segundos avaliar quais as interacções em cada novo medicamento que início a um doente ou a avaliação de medicação crónica muitas vezes com fármacos prescritos por outros colegas e que têm interacções potencialmente graves foi sem dúvida uma mais valia para a minha prática.
O high tech revelou-se em elevada segurança com rapidez e apenas ao toque de um único dedo.
A facilidade com que se transportam livros virtuais das mais variadas áreas da medicina eleva a nossa capacidade de pesquisa imediata e conseguimos gerir melhor o nosso isolamento de diagnóstico e a ansiedade da dúvida. Apoio, apoio e apoio quem pode não querer?
Na pureza do ensino médico no nosso consultório, quer a alunos de Medicina quer a colegas do ano comum ou do internato complementar de Medicina Geral e Familiar podemos fazer uso de programas que ensinam e reproduzem os sons cardíacos e respectivas alterações, fantástico para afinar os nossos tímpanos e para reafirmar ou não a nossa suspeita diagnóstica. Ali, ao lado do doente, na filosofia de vida actual do agora.
Mais parece que fazemos consulta acompanhados...
Quem não sonhou com isto?
De fácil manuseio e de aspecto elegante estes novos smartphones só não substituem a relação humana médico doente mas podem fomentá-la ao apoiar-nos nas partes mais técnicas do nosso enorme universo de actuação.
Até breve!
Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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