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As candidaturas para a 7ª edição das Bolsas de Cidadania Roche já estão abertas. A iniciativa da Roche vai permitir o financiamento total de 60 mil euros, de projetos e ideias de associações de doentes e outras Organizações Não Governamentais (ONG).
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Os vencedores da 6.ª edição das Bolsas de Cidadania, que este ano atingiu o recorde de candidaturas, serão conhecidos na próxima segunda-feira, dia 13 de julho. Trata-se de uma iniciativa da Roche, que reconhece projetos e ideias de Associações de Doentes e outras Organizações Não Governamentais que promovem a saúde e informação dos doentes.

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As candidaturas para a sexta edição das “Bolsas de Cidadania Roche” já estão abertas. As seis iniciativas que se destaquem na área da promoção da saúde, no sentido de suportar e capacitar o doente, irão ser premiadas com bolsas de apoio.

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quarta-feira, 29 maio 2019 15:59

Roche atribui 60.000 euros em Bolsas de Cidadania

A Roche vai atribuir seis Bolsas de Cidadania, uma iniciativa que reconhece projetos e ideias de associações de doentes e outras Organizações Não Governamentais que promovem a saúde e informação dos doentes.

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Estão abertas as candidaturas para a quinta edição das Bolsas de CIdadania Roche, uma iniciativa que reconhece projetos e ideias de associações de doentes e outras Organizações Não Governamentais (ONG) que promovam a saúde e informação dos doentes. A companhia irá oferecer seis bolsas de apoio, com financiamento total de 60 mil euros.

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No âmbito da iniciativa Bolsas de Cidadania Roche, e após serem selecionados os seis vencedores, foram atribuídos 60 mil euros a projetos que beneficiam doentes.

 

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.