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A Insuficiência Cardíaca (IC) mantém-se uma síndrome frequente, conduzindo a um elevado número de internamentos e mortalidade apesar dos significativos avanços terapêuticos observados nas últimas décadas1,2. Adicionalmente, a IC é frequentemente acompanhada de várias outras patologias cardiovasculares e não cardiovasculares1,3. De entre as comorbilidades não cardiovasculares os distúrbios respiratórios do sono (DRS) sob a forma de apneias obstrutivas e/ou centrais são particularmente frequentes.

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O Hospital de São Francisco Xavier vai reformular a central de cogeração, seguindo as orientações das entidades nacionais de saúde, num investimento que ascende a um milhão de euros, de forma a minimizar o risco de surtos de legionella.

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O presidente do Conselho para a Qualidade na Saúde defende a criação nas urgências hospitalares de um atendimento específico para os doentes verdes e azuis, o qual existe “com sucesso” no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa.

A ideia consta do “Roteiro de Intervenção em Cuidados de Emergência e Urgência em todos os hospitais”, documento elaborado por Luís Campos como contributo para o Plano Nacional de Saúde, previsto para o período 2012-2016, mas que deverá ser estendido até 2020.

Luís Campos, que dirige o Serviço de Medicina IV do Hospital São Francisco Xavier (Centro Hospitalar Lisboa Ocidental), acredita que se estivessem em vigor urgências ambulatórias para atender os doentes menos graves (verdes e azuis) nas urgências hospitalares, as situações das últimas semanas, com esperas superiores a 20 horas, não se teriam registado.

De acordo com a proposta que consta do documento, entregue ao director-geral da Saúde em Novembro do ano passado, “deveria ser difundido o modelo de ‘fast track’ para os doentes verdes e azuis, adjacente ao serviço de urgência, mas na dependência deste, assegurado por uma equipa dedicada e adequada a este tipo de doentes”.

Este modelo foi criado “com muito sucesso” na urgência do Hospital São Francisco Xavier, em 1994, e “permite retirar rapidamente do hospital os 40 por cento de doentes classificados como verdes e azuis na triagem de Manchester que, na maior parte dos casos, apenas necessita de ver o médico e não precisa de exames complementares”.

“Esta urgência ambulatória permitiu, naquele hospital, acabar com as reclamações por tempo de espera, evitando a permanência por muitas horas em salas de espera, porque estes doentes têm tempos alvo longos na triagem de Manchester”, lê-se na proposta.

Segundo o documento, “este modelo permite, também, maior adequação dos médicos que observam os doentes para o tipo de patologia de que estes sofrem”.

“Esta separação dos doentes permite também uma maior concentração dos médicos que estão nos balcões das urgências, porque evita a mistura de casos graves com casos banais”.

Na proposta são ainda apresentados alguns dados, como o número médio anual de atendimentos nas urgências hospitalares, cuja projecção para 2016 é de 754,3 por mil habitantes, sendo a meta a redução para 720,1.

Em relação ao rácio entre urgências hospitalares e consultas externas, cuja projecção para Portugal Continental, em 2016, é de 0,33, a meta definida pelo PNS é de 0,31.

O recurso às urgências hospitalares revela alguma estabilidade: 7.122.383 admissões em 2002 (das quais 6.662.560 em hospitais públicos) e 7.300.892 em 2012 (6.451.512 em hospitais públicos).

Destas admissões, 82% foram por doença, 12% por acidente e seis por cento por outras causas.

Segundo o documento, “enquanto as admissões nos hospitais públicos têm estado estáveis (88%), as urgências nos hospitais privados quase que duplicaram, passando de 459.832 em 2002, para 849.380 em 2012”.

“Muitas das urgências em hospitais privados são consultas de conveniência, como se pode concluir do facto da percentagem de doentes verdes e azuis da Triagem de Manchester, em alguns destes hospitais, ultrapassar os 70%”, refere.

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Hospital de são francisco xavier
Trabalhadores do Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO) entregaram hoje à administração do Hospital de São Francisco Xavier um abaixo-assinado com mais de 700 assinaturas a reivindicar o regresso às 35 horas semanais.

Algumas dezenas destes profissionais de saúde, como assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos de diagnóstico terapêutico, do CHLO, que abrange os hospitais de São Francisco Xavier, de Egas Moniz e de Santa Cruz, reuniram-se esta manhã em plenário em frente ao primeiro.

Além de exigirem o regresso às 35 horas semanais, os profissionais de saúde pedem à administração do CHLO que responda às propostas do acordo colectivo de trabalho apresentadas pelo sindicato e denunciam a "grave falta de pessoal e os ritmos de trabalho desumanos" praticados no centro hospitalar.

"Exigimos as 35 horas semanais, pois a lei prevê agora as 40 horas. Em Outubro vamos ter umas primeiras negociações directas com a administração do Hospital de São Francisco Xavier para debater este assunto. Há ainda falta de pessoal, principalmente nas enfermarias, onde são prestados os cuidados directos aos doentes", explicou Ana Pais, do Sindicato dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais do Sul e Regiões Autónomas.

Em declarações, a dirigente sindical referiu que a presença das dezenas destes funcionários no plenário "afecta sempre" o normal funcionamento dos hospitais que compõem o CHLO, os quais ficam reduzidos aos serviços mínimos.

Contactado pela Lusa, o conselho de administração do CHLO confirmou a recepção do abaixo-assinado pelas 12H30, acrescentando que o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental "está a funcionar dentro da normalidade".

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MGF 2020-30: Desafios e oportunidades
Editorial | Gil Correia
MGF 2020-30: Desafios e oportunidades

Em março de 2020 vivemos a ilusão de que algumas semanas de confinamento nos libertariam para um futuro sem Covid-19. No resto do ano acreditámos que em 2021 a realidade voltaria. Mas, por definição, a crise é uma mudança de paradigma. O normal mudou. Importa que a Medicina Geral e Familiar se adapte e aproveite as oportunidades criadas. A Telemedicina, a desburocratização e um ambiente de informação, amigável flexível e unificado são áreas que me parecem fulcrais na projeção da MGF no futuro.

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