terça-feira, 04 agosto 2020 11:08

E depois da Covid-19? O papel da telemedicina

Estes tempos de Covid-19 devem fazer-nos refletir no nosso trabalho e em como podemos melhorá-lo, prestando um melhor serviço de saúde à população. Os médicos de família viram-se forçados a gerir a sua agenda de uma forma inédita, onde a consulta não presencial ocupou a maioria do tempo, com recurso à teleconsulta e à consulta via email.  Muita coisa ficou suspensa. Nas unidades de saúde familiar, muitos indicadores não vão ser alcançados em 2020 devido ao inimigo invisível que nos atingiu. Muito vai ser o trabalho que vamos ter para recuperar o que não foi realizado. Mas será que esta nova realidade não despertou um novo método de trabalho que pode ser benéfico para o SNS?

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Segundo a Organização Mundial de Saúde as “doenças crónicas são doenças com longa duração e, geralmente, progressão lenta”. Consideram-se doenças crónicas as doenças cardiovasculares (como o enfarte cardíaco e o acidente vascular cerebral), cancros, doenças respiratórias crónicas (como a doença pulmonar obstrutiva crónica e asma) e diabetes. Estas são as principais causas de mortalidade no mundo, representando um total de 82% das mortes prematuras e, por esse motivo, são consideradas uma ameaça para a saúde pública mundial.

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Má notícia é toda aquela passível de alterar de forma drástica a perspetiva do doente em relação ao seu futuro.

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quarta-feira, 08 abril 2020 15:09

Não é só Covid-19!

Em plena pandemia, o medo assume todo o nosso dia a dia enquanto profissionais de saúde, pois não há equipamentos de proteção individual suficientes que nos protejam corretamente contra este vírus e, apesar de sermos internos, continuamos a ser a linha da frente, fazendo a triagem de todos os doentes que passam pela nossa unidade de saúde familiar (USF).

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A mudança necessária
Editorial | Jornal Médico
A mudança necessária

Os últimos meses foram vividos por todos nós num contexto absolutamente anormal e inusitado.

Atravessamos tempos difíceis, onde a nossa resistência é colocada à prova em cada dia, realidade que é ainda mais vincada no caso dos médicos e restantes profissionais de saúde. Neste âmbito, os médicos de família merecem certamente uma palavra de especial apreço e reconhecimento, dado o papel absolutamente preponderante que têm vindo a desempenhar no combate à pandemia Covid-19: a esmagadora maioria dos doentes e casos suspeitos está connosco e é seguida por nós.

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