A comunicação do risco é da maior relevância para a prática da Saúde Pública. A veiculação de comportamentos e atitudes redutores do risco, em especial em contexto de epidemias por doenças de transmissão interpessoal, não só contribui para a sua gestão apropriada, como controla a sobrestimação do risco classicamente associada a este tipo de fenómenos.

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O processo nacional de planeamento para a pandemia de gripe que sobreveio em 2009 foi iniciado, em 2005-2006, em contexto pós-crise da epidemia de SARS de 2002-2003 (“pneumonia atípica”) e de crise pela gripe A(H5N1) ou “gripe aviária”. Implicou a recolha da evidência disponível e teve, nos relatos históricos da gripe pandémica de 1918, o referencial para o pior cenário (worst case).

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DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Editorial | Rui Nogueira, Médico de Família e presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar
DESconfinar sem DISconfinar: Um desafio para inovar e aproveitar a oportunidade
Depois de três meses de confinamento é necessário aceitarmos a prudência de DES”confinar sem DISconfinar. Não vamos querer “morrer na praia”! As aprendizagens da pandemia Covid-19 são uma ótima oportunidade para acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. O estado de emergência e o estado de calamidade ensinaram-nos muito! É necessário desconfinar o centro de saúde com uma nova visão e reinventar o conceito com unidades de saúde aprendentes e inovadoras.

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