A 11 de março foi declarada, pela OMS, a segunda pandemia do século. Decorrido cerca de um semestre, é o momento para refletir sobre o passado, pois o presente dele decorre e o futuro nele se alicerça. Futuro que contemplará, a curto prazo, dois acontecimentos críticos em saúde pública: a epidemia sazonal de gripe e o início do ano letivo.
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A comunicação do risco é da maior relevância para a prática da Saúde Pública. A veiculação de comportamentos e atitudes redutores do risco, em especial em contexto de epidemias por doenças de transmissão interpessoal, não só contribui para a sua gestão apropriada, como controla a sobrestimação do risco classicamente associada a este tipo de fenómenos.

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O processo nacional de planeamento para a pandemia de gripe que sobreveio em 2009 foi iniciado, em 2005-2006, em contexto pós-crise da epidemia de SARS de 2002-2003 (“pneumonia atípica”) e de crise pela gripe A(H5N1) ou “gripe aviária”. Implicou a recolha da evidência disponível e teve, nos relatos históricos da gripe pandémica de 1918, o referencial para o pior cenário (worst case).

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O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

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