quinta-feira, 19 março 2020 10:55

Reforma da Saúde Pública – 2020

Em boa hora o Secretário de Estado da Saúde, Dr. António Lacerda Sales criou a Comissão para a Elaboração da Proposta de Reforma da Saúde Pública e Sua Implementação – Despacho nº 2288/2020 publicado no dia 18 de fevereiro.

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Em 2002, a epidemia de SARS na China infetou cerca de oito mil pessoas das quais quase 800 morreram, uma taxa de fatalidade de 10%. No caso do SARS, a pandemia propagou-se a 30 países e causou entre 30 a 100 mil milhões de dólares em prejuízos económicos globalmente, sendo que foi estimado uma quebra do PIB na ordem de 1% na China.

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Na continuidade do artigo publicado na edição anterior, esta segunda parte discorre sobre os desafios estratégicos do Programa do atual Governo, a saber: 1 – Alterações Climáticas, 2 – Demografia, 3 – Desigualdades e 4 – Sociedade Digital, da Criatividade e da Inovação. É obvio que qualquer um destes quatro desafios são também desafios da Saúde Pública, da natureza do conhecimento e da intervenção junto do estado de saúde das populações e da sua qualificação, quer em termos de ganhos, quer em termos de justiça social.

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A Declaração de Helsínquia de 2013 resultou do debate promovido durante a 8.ª Conferência Global sobre Promoção da Saúde, dedicada à promoção da saúde e equidade através da implementação da “Saúde em todas as políticas” (HIAP).

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Com novos desafios de intervenção nas próximas décadas. E uma oportunidade para o País.

A História da Saúde Pública em Portugal é longa, mas podemos alicerçá-la com a criação da Direção-Geral da Saúde em 1899.

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As melhorias de vários indicadores de saúde, que se registaram até 2008, desaceleraram a partir dessa data e até 2012, coincidindo com a crise, o que pode dificultar algumas metas previstas no Plano Nacional de Saúde.

As conclusões foram apresentadas na Conferência “Plano Nacional de Saúde – Desafios presentes”, que decorreu hoje em Lisboa. Para o coordenador do Plano Nacional de Saúde, Rui Portugal, o indicador da qualidade de vida em adultos com mais de 65 anos deve aumentar em 30% a esperança de vida saudável e com qualidade nesta idade, bem como reduzir as diferenças entre géneros, uma vez que as mulheres têm pior qualidade de vida nesta idade.

Relativamente a outra meta prevista no Plano Nacional de Saúde, de reduzir a mortalidade abaixo dos 70 anos a 20% do total da mortalidade, registam-se “melhorias”, embora ainda seja necessário “algum esforço para evitar esta mortalidade”.

O objetivo passa por intervenções ao nível do comportamento (alimentação, tabaco, sal) e na melhoria do acesso ao Serviço Nacional de Saúde.

O responsável garantiu ainda esperar que a melhoria dos indicadores de saúde retome o seu ritmo de crescimento anterior à crise e foca o investimento em fatores que possam melhorar a vida das pessoas: “A responsabilidade de cada um pela sua saúde”.

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Doença Venosa

Isolamento social com apoio de proximidade e em segurança
Editorial | Jornal Médico
Isolamento social com apoio de proximidade e em segurança

O futuro tem hoje 5 dias! Inacreditável! Quem é que tem agenda para mais de 5 dias? A pandemia COVID-19 alterou profundamente a vida quotidiana, a prestação de cuidados de saúde e a organização dos serviços de saúde está totalmente alterada. O isolamento social é a orientação primordial de confrontação da pandemia. Mas é necessário promover o apoio de proximidade essencial e aprender a fazê-lo em segurança.

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