Na continuidade do artigo publicado na edição anterior, esta segunda parte discorre sobre os desafios estratégicos do Programa do atual Governo, a saber: 1 – Alterações Climáticas, 2 – Demografia, 3 – Desigualdades e 4 – Sociedade Digital, da Criatividade e da Inovação. É obvio que qualquer um destes quatro desafios são também desafios da Saúde Pública, da natureza do conhecimento e da intervenção junto do estado de saúde das populações e da sua qualificação, quer em termos de ganhos, quer em termos de justiça social.

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A Declaração de Helsínquia de 2013 resultou do debate promovido durante a 8.ª Conferência Global sobre Promoção da Saúde, dedicada à promoção da saúde e equidade através da implementação da “Saúde em todas as políticas” (HIAP).

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Com novos desafios de intervenção nas próximas décadas. E uma oportunidade para o País.

A História da Saúde Pública em Portugal é longa, mas podemos alicerçá-la com a criação da Direção-Geral da Saúde em 1899.

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As melhorias de vários indicadores de saúde, que se registaram até 2008, desaceleraram a partir dessa data e até 2012, coincidindo com a crise, o que pode dificultar algumas metas previstas no Plano Nacional de Saúde.

As conclusões foram apresentadas na Conferência “Plano Nacional de Saúde – Desafios presentes”, que decorreu hoje em Lisboa. Para o coordenador do Plano Nacional de Saúde, Rui Portugal, o indicador da qualidade de vida em adultos com mais de 65 anos deve aumentar em 30% a esperança de vida saudável e com qualidade nesta idade, bem como reduzir as diferenças entre géneros, uma vez que as mulheres têm pior qualidade de vida nesta idade.

Relativamente a outra meta prevista no Plano Nacional de Saúde, de reduzir a mortalidade abaixo dos 70 anos a 20% do total da mortalidade, registam-se “melhorias”, embora ainda seja necessário “algum esforço para evitar esta mortalidade”.

O objetivo passa por intervenções ao nível do comportamento (alimentação, tabaco, sal) e na melhoria do acesso ao Serviço Nacional de Saúde.

O responsável garantiu ainda esperar que a melhoria dos indicadores de saúde retome o seu ritmo de crescimento anterior à crise e foca o investimento em fatores que possam melhorar a vida das pessoas: “A responsabilidade de cada um pela sua saúde”.

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.

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