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Pé de Bebé

O bebé que nasceu da mãe em morte cerebral, agora com 30 dias de vida, teve ontem alta da maternidade, de acordo com o anúncio do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC).

“É com grande regozijo que o Centro Hospitalar de Lisboa Central informa que o pequeno Lourenço, nascido a 7 de junho, teve alta da maternidade, enquadrando os vários aspetos clínicos, sociais e psicológicos, pressupostos que constam de relatório próprio”, referiu o CHLC em comunicado.

O bebé nasceu com 2,350 kg, após uma gestação de 32 semanas, sem complicações durante e após o ato cirúrgico.

Recorde-se que, no mês passado, uma mulher grávida que estava em morte cerebral há 15 semanas deu à luz um bebé saudável, caso inédito em Portugal. Ficou acordado manter a gravidez até às 32 semanas para garantir a viabilidade do feto.

A morte cerebral da mãe, de 37 anos, foi declarada na sequência de uma hemorragia intracerebral. As equipas de Obstetrícia e da Unidade de Neurocríticos do Centro Hospitalar de Lisboa Central optaram por realizar uma cesariana programada.

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RecemNascido

O bebé que nasceu com a mãe em morte cerebral já está a ser alimentado exclusivamente com leite humano e vai deixar os cuidados intensivos, anunciou ontem o Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC).

Lourenço, que nasceu no passado dia 07 de junho no Hospital de São José com a mãe em morte cerebral há 15 semanas, “está clinicamente estável e a sua evolução prossegue favoravelmente”, não necessitando já de cuidados intensivos, adianta o CHLC em comunicado.

Segundo o comunicado, o bebé encontra-se “transferível para os Cuidados Intermédios da Unidade de Neonatologia”.

Informa ainda que o bebé está está a alimentar-se sem necessidade de soro.

Num comunicado divulgado no domingo, o centro hospitalar informava que o bebé estava com 2,210 kg, tendo aumentado 50 gramas relativamente ao dia anterior.

O nascimento do bebé no Hospital de São José é um facto inédito na Medicina portuguesa, tendo a presidente do Centro Hospitalar de Lisboa Central, Ana Escoval, afirmado no dia a seguir ao nascimento que o Hospital de São José viveu e testemunhou um “facto inédito”.

As equipas de Obstetrícia e da Unidade de Neurocríticos do Centro Hospitalar de Lisboa Central realizaram uma cesariana programada à mulher, que estava em morte cerebral desde 20 de fevereiro.

O bebé nasceu com 2,350 kg, após uma gestação de 32 semanas, sem complicações durante e após o ato cirúrgico.

A morte cerebral da mãe, de 37 anos, foi declarada na sequência de uma hemorragia intracerebral.

A Comissão de Ética e Direção Clínica do Centro Hospitalar de Lisboa Central deu o seu parecer e, em conjunto com a decisão da família da mãe e da família paterna da criança, acordaram manter a gravidez até às 32 semanas de maneira a garantir a viabilidade do feto.

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Nascimento

As equipas de Obstetrícia e da Unidade de Neurocríticos do Centro Hospitalar de Lisboa Central realizaram ontem uma cesariana programada para fazer nascer uma criança, cujas últimas semanas de gestação ocorreram com a mãe em estado de morte cerebral.

O bebé, do sexo masculino, "nasceu com 2,350 kg, após uma gestação de 32 semanas, sem complicações durante e após o ato cirúrgico", segundo comunicado do Centro Hospitalar de Lisboa Central (CHLC).

De acordo com informação do CHLC, a gestação de 32 semanas é o período mais longo de sobrevivência de um feto em que a mãe está em morte cerebral registado em Portugal.

Fonte hospitalar disse que o parto decorreu no Hospital de S. José em Lisboa e que a criança se encontra na Unidade de Cuidados Intensivos Neonatais da Maternidade Alfredo da Costa.

"A morte cerebral da mãe, S., de 37 anos, na sequência de uma hemorragia intracerebral, foi declarada no dia 20 de fevereiro, pelas 23h43", esclarece.

Segundo a nota de imprensa, a Especialidade de Obstetrícia avaliou a mãe, "S.", durante o período de gravidez, e considerou que o feto se encontrava "em aparente condição de saúde".

A Comissão de Ética e Direção Clínica do CHLC deu o seu parecer e, em conjunto com a decisão da família de S. e da família paterna da criança, acordaram manter a gravidez até às 32 semanas de maneira a garantir a viabilidade do feto.

"O Conselho de Administração procedeu à nomeação de um Conselho Científico para acompanhamento do processo, em cuja composição se integrou um representante da Ordem dos Médicos, um representante da Comissão de Ética, um obstetra e a equipa de intensivistas", adianta.

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DATA: 8 de Abril

LOCAL: Setúbal

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Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.