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Leia o artigo de opinião da autoria de Rufino Silva, oftalmologista e professor associado Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra, a propósito do Dia Mundial da Diabetes, assinalado hoje, 14 de novembro, acerca da retinopatia diabética - uma doença responsável por cerca de 90% dos casos da perda grave de visão.

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No âmbito da sua nova rubrica “Portas Abertas” – que pretende divulgar projetos inovadores na área da Saúde – o Jornal Médico foi conhecer o rastreio de retinopatia diabética (RD) promovido pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT). No caso específico do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Almada-Seixal, esta iniciativa foi implementada em 2017, com a particularidade de decorrer em estreita colaboração com o serviço de Oftalmologia do Hospital Garcia de Orta (HGO).

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Quase 75 mil diabéticos – 74.744 – dos 15 Agrupamentos de Centros de Saúde (ACES) da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) foram rastreados em 2017 para a retinopatia diabética.

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Mais de mil doentes foram identificados com retinopatia diabética num rastreio que encaminhou estes pacientes para uma consulta de Oftalmologia e assim travou o avanço de uma complicação que pode causar cegueira.

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A esmagadora maioria dos adultos diabéticos inquiridos sobre a doença afirma que a perda de visão afetou as suas atividades diárias, como a condução e o trabalho, e dificultou, ou mesmo impossibilitou, o cumprimento de tarefas domésticas.

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Entrevista_APDP-2

A equipa de rastreios da APDP vai realizar rastreios à retinopatia diabética e o objetivo passa por tentar travar o aparecimento de danos na visão e diminuir assimetrias regionais no acesso aos rastreios.

A associação vai estar presente no ACES Almada Seixal (de 6 a 14 de outubro na UCSP Rainha Dª Leonor, e na USF CSI Seixal de 7 a 21), no ACES Oeste Sul (na USF Dom Jordão até 6 de outubro, e em Torres Vedras até 11 de outubro).

"De acordo com o Relatório Anual do Observatório Nacional da Diabetes (OND) de 2015, o número de pessoas com diabetes abrangidas pelos Programas de Rastreio da Retinopatia Diabética tem vindo a aumentar desde 2009 (223%)", recordou Luís Gardete Correia, presidente da APDP e do OND. "Para que os gráficos aumentem e os rastreios se propaguem, para não retirar qualidade de vida às pessoas com diabetes, é essencial que o Estado trabalhe na prevenção em conjunto com a APDP", alertou.

Nas palavras do diretor clínico da APDP, Prof. Doutor João Filipe Raposo, “o problema é que temos em Portugal um milhão de pessoas com diabetes, destas andam cerca de 700 mil em tratamento e a noção que temos é que menos de 10 ou 15% destas pessoas terão acesso ao programa de rastreio da retinopatia diabética”.

Recentemente divulgado, o primeiro estudo epidemiológico realizado em Portugal sobre a retinopatia concluiu que 16,3% das mais de 52 mil pessoas com diabetes examinadas sofriam de retinopatia. A população avaliada por este estudo, realizado por especialistas da APDP, compreende a área geográfica de Lisboa e Vale do Tejo, onde a APDP já realiza rastreios. Os resultados agora apresentados permitem perceber a necessidade de generalizar de forma organizada e regular os rastreios a nível nacional.

“O problema é que temos em Portugal um milhão de pessoas com diabetes, destas andam cerca de 700 mil em tratamento e a noção que temos é que menos de 10 ou 15% destas pessoas terão acesso ao programa de rastreio da retinopatia diabética”, sublinhou João Filipe Raposo.

A retinopatia diabética é uma manifestação oftalmológica da diabetes, e uma das principais causas de perda grave de visão a nível mundial. A sua frequência depende dos anos de duração da diabetes. Após 20 anos de evolução, mais de 90% das pessoas com diabetes tipo 1 e mais de 60% das de tipo 2 sofrem de retinopatia diabética. O mau controlo metabólico (glicémia e pressão arterial) constitui também um fator de risco para o aparecimento da retinopatia.

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Oftalmologia

Quatro agrupamentos de centros de saúde e dois hospitais da região Norte vão iniciar experiências-piloto de rastreio de saúde visual infantil, segundo um diploma publicado em Diário da República.

O rastreio de saúde visual infantil, de base populacional, deve observar todas as crianças no semestre em que completam dois anos de idade.

Um segundo rastreio, a complementar o efetuado aos dois anos, deverá ser feito a todas as crianças entre os quatro e os cinco anos de idade.

Este segundo rastreio tem como objetivo detetar novos casos de crianças com ambliopia ou em risco de a desenvolver. As crianças com rastreio positivo são referenciadas para uma consulta de Oftalmologia no Serviço Nacional de Saúde num prazo máximo de quatro semanas.

Vão ainda avançar, também de modo inicial na região Norte, os rastreios da degenerescência macular da idade (DMI), que deve abranger todos os utentes do SNS selecionados para o rastreio primário da retinopatia diabética, excetuando os já diagnosticados e acompanhados.

Os utentes que derem resultado positivo no rastreio da DMI serão enviados para consulta de Oftalmologia no SNS também num prazo máximo de quatro semanas, segundo o despacho com data de segunda-feira, mas publicado no Diário da República eletrónico às 00h00 de ontem.

As experiências-piloto que arrancam com estes rastreios serão realizadas nos agrupamentos de centros de saúde do Porto Ocidental, Porto Oriental, Gondomar e Maia e Valongo. Integram ainda estes projetos o Centro Hospitalar de São João e o Centro Hospitalar do Porto.

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Fernado Leal da Costa
O ministro da Saúde, Fernando Leal da Costa, mostrou-se desiludido com os rastreios à retinopatia diabética no Algarve, que baixaram mais de 90%, e defendeu o dobro do investimento atual nos rastreios.

Durante a apresentação do relatório “Factos e Números da Diabetes do Observatório Nacional de 2014”, que decorreu ontem (3 de novembro), Luís Gardete, coordenador do Observatório, revelou que as retinografias realizadas no âmbito dos programas de rastreio da retinopatia diabética tiveram uma descida acentuada na região do Algarve.

Apesar de o número de pessoas com diabetes abrangidas por este programa ter vindo a aumentar desde 2009 (223%), em 2014 verificou-se uma diminuição acentuada (17%) de utentes observados (de 115.284 para 95.535), assim como do número de pessoas identificadas para tratamento.

Por região, o documento demonstra que a maior descida se verificou no Algarve (menos 91%), seguida do Norte, com uma quebra de 17%.

Em sentido contrário, o Alentejo teve uma subida acentuada, de 354%, no número de rastreios realizados.

Comentando as conclusões do observatório, Fernando Leal da Costa saudou “o êxito do Alentejo”, e mostrou-se “preocupado” e “desiludido” com o Algarve, sublinhando que, entre os que não fizeram rastreios, existem certamente muitos a quem deve ter escapado a necessidade de fazer tratamento.

“Levo a mensagem para transmitir ao presidente da ARS [Administração Regional da Saúde] do Algarve. É preciso recuperar o número que tínhamos em 2013, de 16 mil e qualquer coisa”, afirmou.

Entre 2013 e 2014, a ARS do Algarve o número de utentes com que realizaram retinografias baixou de 16.103 para 1.420.

Leal da Costa justificou esta quebra com a falta de recursos aliada à recusa de profissionais de saúde em fazerem o rastreio.

Para o ministro, situações como esta acontecem “quando temos falhas relativamente à não participação de profissionais onde os recursos são mais escassos”.

O governante considera que é preciso perceber se os recursos em 2015 servem para acautelar a recuperação em 2016 e sublinha a necessidade de “aumentar verbas para a prevenção secundária”.

Leal da Costa sublinhou que em consequência dos rastreios que não foram feitos, cerca de 6% dos utentes poderão ter que vir a ser sujeitos a processos terapêuticos específicos de retinopatia.

“Podemos ter uma intervenção ainda em tempo útil, mas mais dispendiosa do que se fosse feito mais precocemente”, acrescentou.

Segundo o ministro, o país tem tido “maiores gastos em saúde do que se julga”, designadamente em profilaxia como a vacinação.

“Mas onde temos carência e temos que dobrar o que gastamos é na área do rastreio. Esta deve ser a principal prioridade da política do Governo dos próximos anos”, defendeu.

Lusa/Jornal Médico

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You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade
Editorial | António Luz Pereira, Direção da APMGF
You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade

No ano de 2021, foram realizadas 36 milhões de consultas médicas nos cuidados de saúde primários, mais 10,7% do que em 2020 e mais 14,2% do que em 2019. Ou seja, aproximadamente, a cada segundo foi realizada uma consulta médica.