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Cerca de 200 pessoas em situação de maior vulnerabilidade na Área Metropolitana de Lisboa vão passar a dispor de um serviço de rastreio à hepatite C (VHC), sem ter de se deslocar ao hospital, foi hoje anunciado.

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O Grupo de Ativistas em Tratamentos (GAT) propôs hoje à Direção-Geral da Saúde (DGS) que seja aumentado o número anual de preservativos distribuídos de forma gratuita. A proposta surge na véspera do Dia Internacional do Preservativo, estrategicamente assinalado no dia anterior ao Dia dos Namorados.

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A Ordem dos Médicos (OM) quer uma definição clara do encaminhamento dos doentes que façam testes de rastreio ao VIH e hepatites nas farmácias e apela a que seja salvaguardada a confidencialidade dos utentes e a formação dos farmacêuticos.

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A vacinação de pelo menos 1.900 pessoas em Lisboa controlará o surto de hepatite A, que se transmite apenas por água e alimentos contaminados e contacto sexual, informou ontem Diogo Medina, da ONG Grupo de Ativistas em Tratamentos (GAT).

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Representantes dos Estados-membro da União Europeia comprometeram-se a eliminar a hepatite C, um objetivo que, em Portugal, passa por descobrir e tratar os milhares de doentes que desconhecem ser portadores do vírus.

Luís Mendão, presidente do Grupo Português de Ativistas sobre Tratamentos de VIH/SIDA (GAT), presente na primeira cimeira política sobre hepatite C, que decorre em Bruxelas, sublinhou a importância deste encontro e as portas que o mesmo pode abrir.

No encontro, os participantes assinaram um manifesto, através do qual se comprometem com a eliminação da doença na Europa até 2030.

Os signatários “apelam a que todas as pessoas com a doença tenham acesso ao tratamento”.

Luís Mendão acrescenta, contudo, que o fim da doença não acaba no tratamento, pois “é preciso traçar planos de prevenção e diagnóstico”.

Isto porque “a maior parte das pessoas infetadas não sabe que é portadora do vírus e é preciso trazê-la aos centros de tratamento e dar-lhes a medicação”.

Segundo o presidente do GAT, Portugal comprometeu-se a tratar 13 mil doentes até fevereiro, embora se estime a existência de 50 mil doentes.

“Para tratar mais doentes, os preços dos medicamentos precisam de descer”, defendeu, congratulando-se com o facto de existirem três companhias com medicamentos muito bons para a hepatite C.

Luís Mendão apontou ainda as dificuldades no tratamento dos infetados nas prisões, onde existe “um problema sério”. “Temos mais de 2.000 infetados nas prisões e apenas 40 pessoas tiveram acesso ao tratamento”.

Segundo dados oficiais, quase 6.000 doentes iniciaram tratamentos para a hepatite C em Portugal, com pelo menos 1.200 utentes já considerados curados.

Os números, que reportam a 1 de fevereiro, constam do site da Autoridade Nacional do Medicamento (Infarmed) e contabilizam 5.992 doentes com tratamento iniciado.

Dos doentes que já finalizaram o protocolo de tratamento, 1.202 estão curados e há 49 dados como doentes não curados.

O acordo entre o Estado e o laboratório que fornece os medicamentos inovadores para a hepatite C foi formalizado há um ano, tendo sido apresentado pelo então ministro da Saúde, Paulo Macedo, no dia 6 de fevereiro de 2015.

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Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.