“Compass” e o doente oncológico
Rui Cernadas,
Com os avanços na Oncologia, o cancro é cada vez mais gerido como uma doença crónica nos Cuidados de Saúde Primários. No entanto, os tratamentos inovadores podem causar efeitos secundários cardiovasculares complexos, como tromboembolismo venoso e cardiotoxicidade. Para dar resposta a estes desafios e proteger a saúde cardiovascular dos doentes, surge o projeto europeu COMPASS. Segundo Rui Cernadas, é fundamental adotar uma vigilância personalizada no pós-oncologia. A intervenção precoce com cardioprotetores previne danos permanentes no coração, pelo que iniciativas multidisciplinares como o COMPASS são essenciais para conciliar a eficácia dos tratamentos com a proteção vascular e cardíaca.
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