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O presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo disse que o hospital de Évora vai “tentar” contratar mais pediatras em regime de prestação de serviços para impedir a rotura da Urgência Pediátrica.

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quarta-feira, 07 fevereiro 2018 15:59

Hospital de Santa Maria: 24ªs Jornadas de Pediatria

As 24.as Jornadas de Pediatria do Hospital de Santa Maria (HSM), organizadas pelo Departamento de Pediatria do Centro Hospitalar Lisboa Norte (CHLN), vão decorrer entre 7 e 9 de fevereiro, no Grande Auditório João Lobo Antunes, sob o mote #CRIANÇA24.0.

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A Câmara Municipal de Lisboa vai apreciar na quinta-feira, em reunião privada do executivo, a proposta de um Pedido de Informação Prévia (PIP) para a criação de uma unidade de cuidados continuados pediátricos na freguesia de Benfica.

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Com 66 jovens apoiados desde junho de 2016, o projeto-piloto da Casa do Kastelo, primeira unidade de cuidados continuados pediátricos da Península Ibérica, em Matosinhos, passou em 2018 a integrar a Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados.

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Vai ser criada uma nova unidade de queimados pediátricos na região Norte, tendo em conta que a única existente em Portugal, no Hospital Dona Estefânia, em Lisboa, é “insuficiente”.

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cirurgia_transplanteA transplantação hepática pediátrica em Coimbra realizou em 20 anos 199 transplantes em 176 crianças, apresentando uma taxa de sobrevida de 85 por cento a longo prazo, disse à Lusa o coordenador da unidade.

A transplantação hepática pediátrica, em Coimbra, assinala sábado 20 anos de existência com a realização de uma gala.

Segundo o coordenador da Unidade de Transplantes Hepáticos Pediátricos e de Adultos do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC), Emanuel Furtado, filho de Linhares Furtado, médico que realizou o primeiro transplante hepático em Coimbra, esta tem sido uma “experiência bem-sucedida”.

“Vinte anos depois, esta tem sido uma experiência bem-sucedida e neste momento não temos praticamente crianças em lista. Podemos orgulhar-nos dos resultados alcançados”, disse Emanuel Furtado, em declarações à agência Lusa.

O Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) e a Associação Nacional das Crianças e Jovens Transplantados ou com Doenças Hepáticas (Hepaturix) realizam no sábado esta gala de comemoração dos 20 anos de transplantação hepática em Portugal e homenageiam Linhares Furtado, Emanuel Furtado, Isabel Gonçalves e Ana Maria Calvão da Silva. O livro “Maria e Boneca Mimi”, da autoria de Margarida Castelão Dias, será apresentado na mesma gala.

Emanuel Furtado disse também à agência Lusa que a melhoria das condições gerais, na Saúde, tem reduzido o número de crianças obrigadas a transplantes e explicou que a forma de ajudar a compensar esta redução será através da colaboração com os países de língua oficial portuguesa. “Já recebemos crianças de outros países e queremos continuar a fazê-lo”, explicou.

O cirurgião disse ainda ser “inatingível” conseguir uma taxa de sobrevida de 100%, embora esse seja, naturalmente, o desejo do clínico e recordou que, embora seja muito “mais violento” tratar uma criança do que um adulto, a satisfação que gera o sucesso, posteriormente, “é proporcionalmente maior”.

Isabel Gonçalves, que esteve na origem deste centro nacional de transplante hepático pediátrico – as crianças com necessidades de transplantação são todas reencaminhadas para Coimbra -, embora não tenha colaborado fisicamente na primeira intervenção, em 1994, diz que a organização “melhorou bastante” nos últimos anos e também reconheceu que os países africanos de língua oficial portuguesa são uma forma de contornar a redução assumida por Furtado.

O “desafio da próxima década”, salientou Isabel Gonçalves, “são as crianças de África”.

“Ainda somos uma área relativamente nova em Portugal e sentimos, por isso, alguma dificuldade para que se percebam as nossas necessidades, que têm um ‘timing’ e uma validade específicas”, considerou.

 

 

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É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários
Editorial | Jornal Médico
É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários

Neste momento os CSP encontram-se sobrecarregados de processos burocráticos inúteis, duplicados, desnecessários, que comprometem a relação médico-doente e que retiram tempo para a atividade assistencial.