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Proibir fumar nicotina em todos os locais fechados, multar o “prevaricador” que fume em sítios proibidos, aumentar “exponencialmente” o preço do tabaco e comparticipar as drogas para desabituação tabágica são medidas hoje defendidas pela Fundação Portuguesa do Pulmão (FPP).

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O consumo de tabaco é responsável pela morte de quase 20 mil pessoas por dia, segundo estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS), que quer ver proibida a promoção de produtos de tabaco e o aumento dos preços como forma dissuasora.

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Associações e organizações ligadas à saúde afirmaram-se ontem “seriamente preocupadas” com a possibilidade de o Parlamento “não respeitar os princípios de saúde pública” e rejeitar, ou alterar, a proposta de lei do Governo sobre tabaco.

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quinta-feira, 02 fevereiro 2017 10:08

Estudo revela: vício do tabaco afeta cada vez menos pessoas

De acordo com um estudo de mercado da empresa Marktest, um em cada cinco portugueses no continente é fumador, com o vício do tabaco a afetar cada vez menos pessoas: 19% em 2016 face a 24% em 2011.

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Um estudo desenvolvido por médicos britânicos defende que a oferta de uma sessão antitabágica grátis no serviço nacional de saúde aumenta a probabilidade de os fumadores procurarem ajuda para deixar o vício.

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O parlamento debate hoje várias propostas de lei na área da saúde, entre as quais a criação do registo oncológico nacional e alterações à lei do tabaco, que passa a proibir fumar junto de escolas e instituições de saúde.

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No que respeita ao consumo de tabaco, os profissionais de saúde portugueses, em geral - e os médicos em particular - não se comportam como modelos: não fumam menos, não estão mais motivados para deixarem de fumar nem deixam de fumar mais cedo do que a população geral. Da mesma forma, não atuam como líderes de saúde pública no controlo do tabagismo. De facto, não relatam atitudes mais positivas, nem uma maior concordância com as políticas abrangentes de proteção ao fumo ambiental de tabaco do que o resto da população, nem tão pouco participam regularmente em atividades de controlo de tabagismo. Uma realidade que poderá justificar a mudança limitada da norma social em relação ao tabaco que verifica em Portugal. As conclusões vêm inscritas na tese de doutoramento da pneumologista Sofia Ravara, aprovada com 20 valores... Que em entrevista ao nosso jornal destaca os principais achados da sua investigação

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Os portugueses gastaram por dia uma média de nove mil euros em produtos para ajudar a deixar de fumar no ano passado, que ainda assim registou um decréscimo nas vendas de cerca de 10% face a 2014.

Os dados da consultora IMS Health conhecidos hoje, Dia Mundial sem Tabaco, mostram que em 2015 os portugueses gastaram 3.286.631 euros em embalagens de produtos antitabagismo.

O consumo deste tipo de medicamentos ou produtos tem registado uma quebra desde 2012, ano em que foram vendidas mais de 216 mil embalagens. Já em 2015, o consumo não atingiu as 133 mil.

Na comparação dos quatro anos, entre 2012 e 2015, as vendas de produtos para ajudar a deixar de fumar diminuíram quase 40% em unidades vendidas, com o valor das vendas a registar uma diminuição de 21% no mesmo período.

A queda de vendas foi mais acentuada nas farmácias, com quebras superiores a 40% em termos de unidades, enquanto as parafarmácias registaram uma diminuição de 26%.

Apesar desta diferença nas quebras, em 2015 as farmácias venderam quase 70% dos produtos antitabágicos.

As gomas antitabágicas são o tipo de produto para deixar de fumar com mais adesão, com 87 mil unidades vendidas em 2015 e um ligeiro aumento de 1% face a 2012.

Já os comprimidos ou cápsulas, que há quatro anos eram os produtos mais procurados, sofreram quedas severas, de 78%, vendendo em 2015 cerca de 23.000 embalagens, contra as mais de 100 mil que se consumiram em 2012.

 

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.