Declaradamente voltado para o futuro, o EADV 2019 apostou numa conferência inaugural dedicada a temas como a inteligência artificial (IA), big data em Medicina, machine learning, entre outros.

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LEO Pharma e Bayer anunciaram hoje a conclusão da operação de transferência do negócio global de Dermatologia de prescrição.

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Na véspera do arranque da Reunião da Primavera 2019 da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), o dermatologista e presidente da SPDV, Miguel Peres Correia, dá as boas-vindas aos cerca de 200 participantes e afirma-se seguro de que o programa científico vai ser enriquecedor, permitindo atualizar e melhorar a prática clínica. Uma menção especial à adesão esperada: “A presença em número elevado de dermatologistas é marca da força da nossa especialidade”, diz o dermatologista.

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Para o vice-presidente da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV), António Massa, a Reunião da Primavera 2019 “vem na linha do que temos feito até aqui, ou seja, será essencialmente composta por simpósios de atualização, quer no que toca a diagnóstico, quer, consequentemente, no que concerne ao tratamento das patologias versadas”.

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O conceito de fotoreparação no contexto da proteção solar refere-se à capacidade de um produto (cápsula / comprimido / creme / loção ou spray) poder reparar ou reverter os danos induzidos pela radiação solar na pele. Este é um conceito novo, de acordo com a especialista em Dermatologia e Venereologia, Leonor Girão, que explica que, até aqui, “falava-se na proteção solar conferida pelos filtros solares, sendo que o mecanismo de ação dos mesmos só atuava no momento da exposição à radiação – absorvendo ou refletindo a mesma ao nível da pele”. Agora vai-se mais além: substâncias com a capacidade ou potencialidade de reparar as alterações nefastas induzidas pela radiação solar nas células cutâneas, mesmo após a exposição já ter ocorrido. Ou seja, reparar um dano já existente. “Isso é particularmente importante nas lesões cutâneas ditas pré-malignas (queratoses e queilites actínicas), nas condições clínicas mais suscetíveis aos danos solares (imunossuprimidos ou submetidos a quimio e radioterapia), nos fototipos mais baixos (mais vulneráveis à radiação por menor produção de melanina) e, claro, quando há uma predisposição genética para cancros cutâneos (por exemplo, xeroderma pigmentosum e albinos)”, de acordo com a dermatologista.

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Apesar da descoberta de uma cura “estar ainda distante, o futuro do tratamento da psoríase parece ser promissor”. Quem o afirma é o dermatologista do Centro Hospitalar Universitário do Porto, Tiago Torres, explicando que o aparecimento das terapêuticas biológicas alterou por completo o paradigma da abordagem da doença moderada-a-grave. Assim, a psoríase, “anteriormente vista como uma doença de muito difícil tratamento, tornou-se na patologia inflamatória crónica mais eficazmente tratada”.

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Nove idosos foram operados às cataratas e mais de duas dezenas tiveram consultas de dermatologia gratuitas. Trata-se de um projeto desenvolvido no âmbito de uma parceria estabelecida entre o município local e Fundação Álvaro Carvalho (FAC).

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Melanoma

Quarenta serviços de dermatologia de todo o país vão realizar no dia 11 de maio, dia do Euromelanoma, o rastreio gratuito anual, que em 2015 detetou 77 suspeitas de cancro e 112 sinais potencialmente cancerígenos.

Segundo a Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC), que divulga na quarta-feira os dados mais recentes do cancro da pele no país, é fundamental que as pessoas façam o autoexame e tomem medidas preventivas contra os cancros de pele.

“No dia 11 de maio, Dia do Euromelanoma, mais de 40 serviços dermatologia vão fazer o rastreio gratuito. No dia 4 em www.apcancrocutaneo.pt estarão discriminados os serviços e contactos a que as pessoas poderão recorrer”, disse Osvaldo Correia, secretário-geral da APCC.

Desde 2000, há a dedicação de um dia à mensagem do autoexame e do diagnóstico precoce de vários tipos de cancro de pele, acrescentou.

Osvaldo Correia explicou que o melanoma não é o cancro mais frequente, mas é o “mais temível, porque é mortal”.

Existem outros - os mais frequentes são o carcinoma basocelular e o carcinoma espinocelular -, sendo que estas lesões se traduzem no maior espetro de cancro humano que existe, explicou o responsável.

“Queremos que as pessoas percebam que não existe um cancro de pele, existem vários cancros de pele e que conheçam as várias fases que um cancro pode ter, para fazerem o autoexame”, sublinhou.

Fazendo um balanço do rastreio de 2015, Osvaldo Correia revelou que entre mais de 1.600 pessoas, foram detetadas 112 com queratoses actínicas, um precursor de carcinoma espinoceular, 16 suspeitas de melanoma e 61 com suspeita clínica de carcinomas.

O responsável da APCC destacou que 65% dos casos já eram suspeitados pelo paciente, o que considerou um motivo de “regozijo no estímulo ao autoexame”.

“À medida que os anos passam vamos tendo cada vez mais sinais, mas é preciso reconhecer o patinho feio: um sinal novo com aspeto mais escuro ou que mudou de cor, que ficou irregular ou uma ferida que não cicatriza. É pelo autoexame que podemos ter menos morbilidade e menos mortalidade”, considerou.

Entre as medidas profiláticas, além do autoexame, Osvaldo Correia destaca a importância dos rastreios periódicos e o cuidado com o sol, sobretudo entre praticantes de desporto ou trabalhadores ao ar livre.

Na quarta-feira serão ainda revelados dados relativos ao perfil do praticante de desporto ao ar livre que pode ter comportamentos de risco, sendo os mais novos e os mais velhos quem mais se expõe: apenas 7% dos praticantes com menos de 25 anos usam chapéu quando estão a correr e 22% dos que têm mais de 45 anos.

Além disso, um inquérito feito a mais de 1.300 participantes em maratonas, revelou que essas pessoas têm um conhecimento de sinais de risco muito baixo: 90% identificam melanoma como sendo um cancro de pele, mas poucas associam os outros.

Assim, apenas 37% associaram o carcinoma vasocelular e 26% associaram o carcinoma espinocelular a cancro, enquanto só 14% reconheceram as queratoses actínicas como risco de cancro de pele.

Osvaldo Correia reconhece a importância da corrida ao ar livre, mas lembra a necessidade de usar e renovar protetor solar, camisola, chapéu e óculos escuros, e de escolher os horários antes das 10h00 ou depois das 20h00, que são as “horas mais seguras”.

As queimaduras solares são reportadas com frequência por estas pessoas, sobretudo no couro cabeludo (homens), orelhas, pescoço e face.

Osvaldo Correia anunciou ainda que durante os dias 13 e 14 de maio vão decorrer ações de formação sobre cancro de pele para profissionais de saúde e educação, com varias sessões, na Universidade católica, em Lisboa.

O secretário-geral da APCC lembrou ainda que as pessoas que frequentam solários têm um histórico de mais queimaduras solares, menores proteções e mais exposição a horas perigosas.

Apesar de já existir legislação para regular o uso dos solários, Osvaldo Correia considera que é preciso mais fiscalização e, idealmente, a sua abolição.

“Já somos dos melhores da Europa, mas queremos alinhar com a Austrália e com o Brasil, que já desistiram dos solários, reconhecidos como cancerígenos da pele e do olho”.

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Serviço Nacional de Saúde – 40 Anos
Editorial | Jornal Médico
Serviço Nacional de Saúde – 40 Anos

Reler as origens do Serviço Nacional de Saúde ajuda a valorizar o presente e pode ser uma forma de aprender para investir no futuro com melhor fundamentação

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