Displaying items by tag: XIX Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia

Foi durante a sessão de conferências do dia de ontem que a dermatologista nova-iorquina e referência mundial da especialidade, Jean Bolognia, e o colega brasileiro Paulo Cunha, foram apresentados como novos membros honorários da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia (SPDV). 

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A dermatite atópica (DA) foi o tema em destaque no simpósio satélite promovido ontem, pela Sanofi, no âmbito do XIX Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia, moderado pelo dermatologista Paulo Filipe.

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A miríade de comorbilidades associada à psoríase coloca desafios à prática clínica do dermatologista e torna imperativa a abordagem multidisciplinar destes doentes. A necessidade de uma visão holística sobre o doente psoriático foi o mote para o simpósio satélite promovido hoje pela Novartis, no âmbito do XIX Congresso Nacional de Dermatologia.

Na sessão, a Psiquiatria e a Cardiologia juntaram-se à Dermatologia, no sentido de alertar para a relação entre psoríase e depressão/ansiedade, bem como para o risco cardiovascular nesta população de doentes.

Os quatro intervenientes neste simpósio – os dermatologistas Tiago Torres e Paulo Ferreira, o psiquiatra Gustavo Jesus e o cardiologista Nuno Bettencourt – partilharam as mensagens-chave das suas apresentações com o Jornal Médico. Assista aos testemunhos, nos vídeos que se seguem.

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O membro da comissão científica do XIX Congresso Nacional da SPDV, Alberto Mota, fala sobre o futuro da especialidade, “que se avizinha positivo”, e sobre a importância que a tecnologia tem no aumento da precisão diagnóstica das patologias dermatológicas – uma relação construída tendo por objetivo a melhoria do exercício clínico, com a decisão humana sempre como primordial.

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O Jornal Médico falou com os participantes no XIX Congresso Nacional de Dermatologia e Venereologia e ficou a saber o que os trouxe à reunião e a importância deste género de eventos para o futuro da Dermatologia em português.

 

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Para os dermatologistas portugueses que, durante 2019, não tiveram a oportunidade de marcar presença nas principais reuniões internacionais da especialidade, a SPDV preparou uma sessão especial neste XIX Congresso Nacional. Amanhã, pelas 9 horas, serão partilhados, entre outros “ecos”, as atualizações, guidelines, o estado de arte, a evidência e inovação, decorrentes dos AAD Washington, ESPD Dubrovnik, WCD Milão e EADV Madrid.

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O simpósio “Dermatologia na África da Lusofonia”, que decorreu ontem – com moderação dos presidente e vice-presidente da SPDV, Miguel Peres Correia e António Massa, respetivamente – juntou dermatologistas portugueses, angolanos e moçambicanos em torno de temas clínicos como o sarcoma de Kaposi, as helmintíases e as infeções virais cutâneas, bem como de temáticas mais organizacionais, com foco num serviço de Dermatologia em São Tomé e Príncipe e no Centro Clínico de Nampula, no norte de Moçambique.

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O último simpósio do Congresso – intitulado “Quo vadis Dermatologia?” e moderado por Rui Tavares Bello, Américo Figueiredo e António Pinto Soares – propõe um olhar e uma reflexão sobre o futuro da especialidade. Estendemos o desafio ao presidente e ao secretário-geral da Sociedade Portuguesa de Dermatologia e Venereologia, Miguel Peres Correia e Paulo Lamarão, que aqui nos traçam um panorama do que serão os anos vindouros da prática da Dermatologia em Portugal e no mundo.

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.