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Um grupo de investigadores portugueses está a trabalhar num projeto europeu, o ARDAT (Accelerating research & development for advanced therapies), financiado em 25,5 milhões de euros, para acelerar o desenvolvimento de medicamentos inovadores, com potencial para tratar ou reduzir necessidades terapêuticas em doenças como cancro ou degenerativas.

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Durante o ano passado, o Infarmed aprovou 74 fármacos inovadores. Posto que em 2017 e 2018 – em conjunto – foram aprovados cerca de 110 medicamentos inovadores, 2019 foi um dos anos com maior número de aprovações de inovação terapêutica. Os dados foram revelados hoje pelo presidente da Autoridade do Medicamento, Rui Ivo, no âmbito da cerimónia do 27º aniversário da instituição.

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O secretário de Estado da Saúde, Francisco Ramos, considera que deve existir uma regulamentação internacional sobre os medicamentos inovadores, de forma a equilibrar o preço dos mesmos.

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Um estudo da Associação Portuguesa da Indústria Farmacêutica (Apifarma) revela que medicamentos inovadores, avaliados entre 60 e 80 mil milhões de euros, evitaram 110 mil em Portugal desde 1990.

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A Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde (Infarmed) aprovou, nos últimos dois anos, 111 medicamentos inovadores, maioritariamente nas áreas do cancro e do VIH/SIDA, de acordo com dados ontem divulgados pela estrutura.

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.