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A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) e a Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva (SPED) alertam a população para a importância do rastreio ao cancro colorretal e apelam às autoridades de saúde para a necessidade de retomar o programa organizado.

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A CUF Oncologia anunciou que vai reforçar as Vias Verdes de Diagnóstico, em todos os seus Hospitais, entre os dias 1 e 15 de julho, numa ação denominada “Hoje ainda não é tarde”.

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A incidência de casos de cancro colorretal está a aumentar em pessoas com menos de 50 anos em pelo menos sete países desenvolvidos, embora esteja a diminuir ou a estabilizar na população mais velha.

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Os valores mais elevados de mortalidade por cancro colorretal tendem a localizar-se nas regiões d Lisboa e Vale do Tejo (LVT) e do Alentejo, revela um estudo que será hoje divulgado.

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O Governo Regional da Madeira quer rastrear, já no próximo ano, 100% dos grupos de risco dos cancros de colo do útero e colorretal.

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A Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) garante ter rastreio de base populacional ao cancro colorretal, situação denunciada pela Europacolon Portugal.

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) indicou que as recomendações europeias no âmbito do rastreio do cancro colorretal continuam a ser a pesquisa de sangue oculto como teste primário, mas reconheceu que a colonoscopia tem maior capacidade de diagnóstico.

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sexta-feira, 09 fevereiro 2018 10:59

Cancro colorretal mata 4.000 pessoas por ano

O presidente da Sociedade Portuguesa de Gastrenterologia (SPG), Luís Tomé, defendeu uma discussão aberta sobre o melhor método de prevenir o tumor colorretal, que mata anualmente cerca de 4.000 pessoas em Portugal.

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.