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O Hospital de São Francisco Xavier pediu ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) uma avaliação urgente ao risco da manutenção de estruturas e admite que ainda não sabe se houve falha técnica na origem do surto de legionella.

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Cerca de 170 trabalhadores do Hospital São Francisco Xavier (HSFX), em Lisboa, que foi afetado por um surto de legionella, foram rastreados à presença da bactéria, concluindo-se que apenas dois foram infetados.

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A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou ontem uma recomendação apresentada pelos deputados do MPT, no sentido de levar a cabo “medidas mais eficazes no controlo da legionella”, na sequência do surto que vitimou cinco pessoas.

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terça-feira, 07 novembro 2017 10:36

Unidades de cuidados de saúde do SNS vão ser avaliadas

As administrações regionais de saúde do país vão fazer uma “avaliação e gestão do risco” de todas as unidades de cuidados de saúde públicas, devido ao surto de legionella, informaram as autoridades de saúde nacionais.

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A Associação Portuguesa dos Administradores Hospitalares (APAH) considera que o surto de legionella no Hospital São Francisco de Xavier, em Lisboa, não terá ocorrido por falta de dinheiro para a manutenção. Em declarações à Agência Lusa, Alexandre Lourenço indicou que o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental (CHLO) informou já que existe um contrato de manutenção em vigor para os sistemas de refrigeração do hospital de São Francisco de Xavier, onde foram até ao momento diagnosticados 30 casos de doença dos legionários.

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O ministro da Saúde admitiu ontem que “alguma coisa correu mal” no caso do surto de legionella no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa, apesar de ter confiança de que “as melhores práticas foram seguidas”.

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Legionella

Uma análise de rotina ao sistema de águas do Hospital da Horta, na ilha do Faial, Açores, detetou a presença de legionella na canalização, mas nenhum doente foi infetado, segundo confirmação da diretora clínica daquela unidade.

Fátima Pinto afirmou em entrevista à Agência Lusa que “não se trata de um surto” de legionella, na medida em que “nenhum doente foi infetado”, adiantando terem já sido realizadas desinfeções ao sistema de água, para evitar que pacientes ou profissionais de saúde possam vir a ser infetados.

“Não é um surto de legionella. Um surto tem a ver com a infeção de vários doentes, coisa que não tivemos. É apenas e só uma contaminação das águas do hospital da Horta, no edifício velho”, esclareceu a profissional de saúde.

A legionella é uma bactéria que, quando inalada, pode provocar infeções respiratórias graves, e até mesmo a morte, como aconteceu, em novembro de 2014, em Vila Franca de Xira, onde foram infetadas 400 pessoas, 12 das quais acabaram por morrer.

A diretora clínica em funções do Hospital da Horta considerou que o caso agora detetado “não é grave” e garantiu que já foram tomadas “as medidas de precaução adequadas”, para evitar que os doentes estejam expostos à bactéria.

“Evitaram-se os banhos. Os doentes passaram a tomar banho no bloco novo e houve uma preocupação no sentido de evitar que os doentes estejam expostos a vapores ou a nebulizações que possam ter água das torneiras”, declarou Fátima Pinto.

O Conselho de Administração daquele hospital tem estado em contacto com a Direção-Geral da Saúde e divulgou, entretanto, um comunicado interno a alertar para os procedimentos a adotar nestes casos.

Para hoje está também prevista a chegada à ilha de uma equipa de técnicos para proceder à recolha de amostras na canalização do hospital para posterior análise em laboratório.

Só dentro de 12 dias, quando os resultados forem conhecidos, é que a administração da unidade de saúde saberá se o problema está ou não ultrapassado.

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caldas termas

A Câmara Municipal das Caldas da Rainha anunciou hoje que a substituição da rede de distribuição de água do hospital termal ficará concluída até ao início de outubro, o que permitirá reabrir os tratamentos termais em 2017.

A intervenção de substituição da rede de adução e distribuição de água termal ao hospital, adjudicada em maio, “está sensivelmente a meio e ficará concluída até ao final de setembro ou início de outubro”, afirmou o presidente da autarquia, Fernando Tinta Ferreira, durante uma visita à obra.

A substituição da rede que transporta a água termal das captações (situadas na Mata Rainha D. Leonor) ao hospital termal foi uma das condições impostas pelo delegado de Saúde Regional de Lisboa e Vale do Tejo, António Tavares, em 2013, depois de aquela unidade ter sido encerrada devido a presença da bactéria legionella.

“A conclusão desta obra permitirá reabrir os tratamentos em 2017”, sublinhou hoje o autarca, convicto de que a intervenção possibilitará “reduzir para valores residuais a hipótese de poder voltar a haver problemas com a legionella”.

A obra consiste na modernização dos sistemas de bombagem da água, que será reduzida para 2,5 litros de água termal por segundo, para que a redução de caudal reduza também os organismos patogénicos transportados até ao hospital. É substituída de toda a canalização por novos tubos de aço inox, que permitam a execução de desinfeções com água a 85º centígrados, temperatura que destrói a bactéria. Esta desenvolve-se precisamente à temperatura da água das termas das Caldas da Rainha, ou seja, entre os 34º e os 37º centígrados. A obra contempla ainda um sistema de monitorização da água, preparado para “emitir um alarme em caso de alteração dos valores definidos”, permitindo uma mais rápida intervenção de desinfeção das tubagens.

A empreitada, orçada em 600 mil euros, é a primeira intervenção da Câmara Municipal das Caldas da Rainha visando a reabertura do hospital, cuja gestão foi entregue pelo Estado à autarquia em dezembro de 2015. O objetivo da autarquia é concessionar o hospital termal a privados, estando atualmente em negociações com uma associação mutualista que já presta serviços na área da saúde e com o Ministério da Saúde para que os tratamentos termais sejam retomados.

“O objetivo é que haja uma parceria com o Ministério da Saúde para que a componente de reumatologia possa ser feita no hospital termal, com ligação ao hospital distrital”, explicou o autarca, defendendo que “parte dos custos com pessoal [clínico] possa ser suportada pelo ministério”.

Porém, assegurou Tinta Ferreira, “não existindo esse entendimento, o município, ou com parceiro ou sozinho, contratará os profissionais para que o hospital reabra em 2017”.

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You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade
Editorial | António Luz Pereira, Direção da APMGF
You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade

No ano de 2021, foram realizadas 36 milhões de consultas médicas nos cuidados de saúde primários, mais 10,7% do que em 2020 e mais 14,2% do que em 2019. Ou seja, aproximadamente, a cada segundo foi realizada uma consulta médica.

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