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quarta-feira, 30 junho 2021 15:55

Universidade de Aveiro cria kit para treinar o olfato

Um grupo de investigação da Universidade de Aveiro (UA) concebeu um kit para recuperação de desvios olfativos em pacientes de COVID-19, revelou fonte académica. 100% vegetal, destina-se, em particular, a pacientes afetados pelo vírus.

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O estudo de uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) revela que o ideal para limitar a propagação da Covid-19 e diminuir o número de mortes seria vacinar primeiro os “super disseminadores”, ou seja, pessoas que têm contacto direto com um grande número de pessoas.
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A Universidade de Aveiro (UA), em cooperação com alguns hospitais, desenvolveu um teste de saliva ultrassensível de modo a baixar o custo dos testes e a eliminar o desconforto.

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Um estudo, desenvolvido por uma equipa do Instituto de Odontopediatria e Medicina Dentária Preventiva da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra (FMUC), traz novas perspetivas para o diagnóstico precoce da cárie dentária em crianças, a doença mais prevalente em todo o mundo nesta faixa etária.

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Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) está a desenvolver uma ferramenta de rastreio precoce para detetar o vírus SARS-CoV-2 que provoca a Covid-19 em pacientes sintomáticos, foi hoje anunciado.

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E se a vacina da gripe fosse substituída por pastilhas efervescentes? A ideia nasceu na Universidade de Aveiro (UA).

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Uma investigação de uma equipa de psicólogas da Universidade de Aveiro (UA) conclui que objetos contaminados são mais bem recordados pela memória humana, devido ao sistema imunológico comportamental, divulgou a academia.

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reitoria

Uma equipa de investigadores da Universidade de Aveiro (UA) desenvolveu um novo tipo de cimento ósseo com características com vista à reparação de vértebras fraturadas, de acordo com anúncio feito pela instituição.

De acordo com informação avançada pela UA, os investigadores adicionaram, pela primeira vez, estrôncio, manganês e açúcar aos habituais ingredientes, o que resultou numa melhoria do desempenho biológico do cimento bem como das suas propriedades mecânicas.

Estes fatores tornaram este cimento desenvolvido na UA "muito promissor para regeneração óssea e engenharia de tecidos e em particular na reparação de vértebras fraturadas" devido, por exemplo, à osteoporose ou a acidentes, referiu a investigadora do Departamento de Engenharia de Materiais e Cerâmica (DEMaC), Paula Torres, a qual desenvolveu este material inovador no âmbito do seu doutoramento em Ciência e Engenharia de Materiais na UA, que começou há cinco anos.

O trabalho contou com a colaboração de investigadores de outros departamentos da UA e de outras instituições nacionais e da Robert Mathys Stiftung Foundation, na Suíça.

Segundo a nota da UA, os resultados obtidos ao longo das várias fases do estudo culminaram na obtenção de um cimento com propriedades gerais muito promissoras.

"Com base nestes resultados, pode concluir-se que os objetivos inicialmente estabelecidos foram alcançados com um grau de satisfação relativamente elevado", congratulou-se Paula Torres, adiantando que a próxima fase dos trabalhos passa por levar o cimento para testes 'in vivo', isto é em animais.

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Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve
Editorial | Gil Correia
Urgências no SNS – só empurrar o problema não o resolve

É quase esquizofrénico no mesmo mês em que se discute a carência de Médicos de Família no SNS empurrar, por decreto, os doentes que recorrem aos Serviços de Urgência (SU) hospitalares para os Centros de Saúde. A resolução do problema das urgências em Portugal passa necessariamente pelo repensar do sistema, do acesso e de formas inteligentes e eficientes de garantir os cuidados na medida e tempo de quem deles necessita. Os Cuidados de Saúde Primários têm aqui, naturalmente, um papel fundamental.