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Organizações representativas dos médicos decidiram ontem recorrer a uma greve de três dias caso o Ministério da Saúde não satisfaça o caderno reivindicativo destes profissionais até ao final de março.

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Cerca de 5000 utentes de centros de saúde portugueses vão participar no primeiro estudo que vai avaliar as causas da elevada prevalência de doença renal crónica em Portugal.

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A Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) repudiou a abertura de apenas 29 vagas no topo da carreira médica para aquela especialidade, considerando que o Governo mostra um “clamoroso desinvestimento” nos cuidados de saúde primários.

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A Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar (APMGF) reclamou, na passada sexta-feira, a suspensão do decreto-lei que faz algumas alterações ao regime jurídico que regula o funcionamento dos centros de saúde, invocando “graves incoerências e respostas pouco adequadas”.

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Os médicos de família apresentaram, no passado sábado, uma proposta para que as listas de utentes passem a ter em conta as dificuldades de acesso a serviços de saúde em cada município, sugerindo listas que vão de 800 até 1800 doentes.

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Um inquérito divulgado hoje revela que 27,2% das pessoas já se vacinaram contra a gripe, sendo que a maioria não o fez pela primeira vez.

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segunda-feira, 04 julho 2016 13:59

Projeto IMOVE+: Grupo de acompanhamento reúne no INSA

Vacinação

O Projeto IMOVE+ pretende avaliar a efetividade da vacina antigripal sazonal e antipneumocócica na população com mais de 65 anos de idade, isto é, perceber a eficácia das vacinas no respetivo escalão etário, quer nos cuidados de saúde primários (CSP), quer nos hospitalares.

O encontro da próxima quinta-feira contará com a participação de responsáveis da Direção-Geral da Saúde, Infarmed – Autoridade Nacional do Medicamento e Produtos de Saúde, SPMS – Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Sociedade Portuguesa de Pneumologia e Associação Nacional das Farmácias, do Centro Hospitalar Lisboa Central e do Centro Hospitalar de Setúbal.

A reunião tem como objetivo apresentar os resultados da implementação do IMOVE+ em 2015/2016, bem como no primeiro ano de implementação do estudo da efetividade e impacto da vacina antipneumocócica.

Os resultados deste estudo serão um importante contributo para a tomada de medidas preventivas, como por exemplo – informar acerca dos grupos-alvo a quem devem ser disponibilizadas as vacinas, implementar medidas de prevenção complementares à vacinação em épocas em que as vacinas sejam menos eficazes do que o esperado e contribuir para posterior melhoria na eficácia das vacinas.

Esta iniciativa internacional reúne especialistas de vários países que representam institutos de saúde pública e universidades, sendo o INSA uma das 23 entidades integrantes deste consórcio, a única portuguesa e que, desde 2008, é responsável pela gestão de cerca de 5% desse valor. Com um orçamento global de 7,4 milhões de euros, no âmbito do Horizonte 2020 – Programa-Quadro Comunitário de Investigação & Inovação, o IMOVE+ tem a duração de 36 meses.

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CordeiroCarlosRobalo

Os médicos de família vão passar a ter um “guia de bolso” para prescrever cuidados respiratórios domiciliários, terapêuticas que são feitas actualmente em casa por cerca de 100 mil portugueses.

Segundo o presidente da Sociedade Portuguesa de Pneumologia, Carlos Robalo Cordeiro, o objectivo deste guia é que os médicos de Clínica Geral e Familiar tenham sempre disponível informação organizada e simples sobre os cuidados respiratórios no domicílio.

Os cuidados respiratórios domiciliários (como terapia com oxigénio e aerossóis) são inicialmente prescritos por um médico especialista, mas a continuidade destes cuidados é feita pelos médicos de família.

O guia, hoje apresentado em conjunto com a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, vem definir de forma simples as boas práticas nos cuidados de saúde respiratórios feitos em casa e contém também uma parte específica destinada à idade pediátrica.

A Sociedade Portuguesa de Pneumologia lembra que a passagem destes tratamentos do meio hospitalar para o domicílio “promove melhor integração familiar e social dos doentes crónicos” e contribui ainda para uma redução de custos do Serviço Nacional de Saúde.

Perturbações respiratórias do sono, doença pulmonar obstrutiva crónica ou asma são algumas das doenças onde podem ser prescritos os cuidados respiratórios no domicílio.

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Investir na Saúde é também investir na Formação
Editorial | Carlos Mestre
Investir na Saúde é também investir na Formação

Em março de 2021 existia em Portugal continental um total de 898.240 pessoas sem Médico de Família (MF) atribuído, ou seja, 8,7% da população não tem um acompanhamento regular com todas as medidas preventivas e curativas inerentes ao papel do especialista em Medicina Geral e Familiar (MGF).

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