Displaying items by tag: fertilidade

Francia Ferraz, especialista em Medicina Geral e Familiar (MGF), integra o painel da conferência dedicada à fertilidade promovida pela Associação Vida Mais Fértil. A sessão decorre online, gratuitamente, já no próximo sábado, 12 de novembro. A especialista de MGF vai palestrar sobre prevenção da infertilidade, educação para a fertilidade, avaliação primária e encaminhamento. A conferência é  dirigida a médicos de família, ginecologistas, enfermeiros e outros profissionais com interesse na área da reprodução e fertilidade.

Published in Atualidade
Tagged under

Um estudo desenvolvido por investigadores do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS), no Porto, concluiu que a alimentação produz impactos na fertilidade masculina que podem ser transmitidos e herdados por duas gerações. 

Published in Atualidade
Tagged under

A presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA) alertou para o agravamento dos tempos de espera para os tratamentos de fertilidade com gâmetas doados.

Published in Atualidade
Tagged under
terça-feira, 05 dezembro 2017 15:50

APFertilidade critica partidos de esquerda

A proposta do CDS-PP, que propunha o aumento da comparticipação de três para cinco ciclos de tratamento de procriação medicamente assistida, foi chumbada.

 

Published in Atualidade

img-tratamento-contra-cancer-fertilidade

Portugal aprovou recentemente o primeiro projeto de investigação com recurso a embriões humanos, o qual visa estudar o processo de implantação embrionária, o passo com mais baixo rendimento durante um tratamento de infertilidade.

De acordo com o presidente do Conselho Nacional de Procriação Medicamente Assistida (CNPMA), organismo responsável pela autorização de procedimentos desta natureza, a investigação apresenta “um potencial benefício para a humanidade”.

Trata-se de uma investigação da responsabilidade do Centro IVI (Instituto Valenciano de Infertilidade) de Lisboa e a Fundação IVI.

Segundo o presidente do CNPMA, Eurico Reis, trata-se do terceiro pedido que chegou a este organismo para utilização de embriões humanos que resultaram de tratamentos de infertilidade e estão crio-preservados nos respetivos centros.

De acordo com a lei em vigor, os embriões que não tiverem sido transferidos devem ser crio preservados, comprometendo-se os beneficiários a utilizá-los em novo processo de transferência embrionária no prazo máximo de três anos.

A pedido do casal, os embriões poderão ser crio preservados mais três anos, período findo o qual a lei permite que os embriões sejam doados para outras pessoas ou para investigação científica.

Os dois primeiros pedidos de investigação com embriões humanos não avançaram, mas este terceiro foi devidamente autorizado, após o CNPMA ter reconhecido a sua “utilidade para a humanidade”.

Sérgio Soares, diretor da clínica IVI Lisboa, disse à Agência Lusa que o objetivo desta investigação é “entender mais a fundo como se dá o processo de implantação embrionária”.

“Isso é importantíssimo, tanto para podermos saber mais sobre o que ocorre na gravidez espontânea, como para entender o que ocorre nos tratamentos de procriação medicamente assistida”, disse.

Segundo este especialista, “a implantação embrionária é o passo com mais baixo rendimento entre os vividos durante um tratamento de Fertilização In Vitro. Compreender esses processos é ganhar capacidade diagnóstica e terapêutica”.

Para esta investigação deverão ser utilizados cerca de 250 embriões, provenientes de tratamentos de infertilidade realizados no IVI Lisboa e que, por decisão do casal, não serão utilizados na concretização de novos projetos parentais.

Estes casais autorizaram especificamente o uso destes embriões em projetos de investigação científica, assegurou Sérgio Soares.

Sobre o facto de esta ser a primeira investigação com embriões humanos a avançar em Portugal, o médico considera-o “uma circunstância muito positiva”.

“Não imagino fim mais nobre para os embriões não considerados para um projeto parental do que a sua utilização em estudos como este, que têm, em última instância, o objetivo de promover a saúde reprodutiva”, disse.

No final do ano passado existiam quase 21 mil embriões crio-preservados como resultado dos tratamentos contra a infertilidade tendo, nesse ano, 44 sido doados a outros casais, segundo dados do CNPMA.

Segundo o registo dos embriões crio-preservados do CNPMA, a que a agência Lusa teve acesso, encontravam-se crio preservados 20.875 embriões.

O maior número – 9392 - são embriões que resultaram de ciclos com recurso a Microinjeção Intracitoplasmática (ICSI) intraconjugais, seguindo-se os provenientes de ciclos de Fertilização In Vitro (FIV) intraconjugais (6.844).

Os embriões crio-preservados no âmbito de ciclos de ICSI com ovócitos de dadora atingiram os 2.955, seguindo-se os resultantes de ciclos de FIV com ovócitos de dadora de cerca de 980.

No âmbito de ciclos de FIV com espermatozoides de dador foram crio preservados 488 embriões e 216 provenientes de ciclos de ICSI com espermatozoides de dador.

Em 2015, foram doados a outros casais 44 embriões e 331 foram descongelados e eliminados.

Em 2013, último ano com os dados disponíveis, houve um total de 2.091 crianças nascidas em resultado de todas as técnicas de procriação medicamente assistida.

Published in Mundo
Tagged under
segunda-feira, 06 outubro 2014 18:00

Fertilidade fica comprometida após cancro da mama

cancro
A fertilidade da mulher fica comprometida após o tratamento do cancro da mama, segundo os especialistas, com a taxa de gravidez após tumor a corresponder a apenas 30% da população geral.

Segundo a ginecologista Cristina Frutuoso, “a taxa de gravidez na mulher depois de cancro da mama, feito o ajuste para a idade e nível cultural, corresponde a apenas 30% da população geral”.

A fertilidade após o cancro da mama foi um dos temas abordados durante o 20º Congresso de Obstetrícia e Ginecologia, que terminou este fim-de-semana e reuniu centenas de especialistas em Lisboa.

Os peritos não têm dúvidas em afirmar que “a fertilidade fica comprometida após o tratamento do cancro da mama”.

Em resposta à agência Lusa, a ginecologista obstetra Cristina Frutuoso explicou que, na mulher em idade fértil, os tumores têm geralmente características biológicas que obrigam à realização de tratamento com citostásticos.

O efeito destes citostásticos sobre a fertilidade vai-se agravando com a idade, juntando-se ao facto de “a reserva ovárica” também entrar em declínio depois dos 35 anos.

Além disso, se o tumor for “hormono-dependente”, o tratamento com antiestrogénios vai fazer adiar a possibilidade de uma gravidez durante cerca de cinco anos.

Segundo Cristina Frutuoso, são sobretudo as mulheres ainda sem filhos à data do diagnóstico e antes dos 35 anos quem faz perguntas sobre fertilidade perante um cenário de cancro de mama.

Em Portugal há no serviço público consultas de oncofertilidade onde as mulheres com diagnóstico de cancro podem ser aconselhadas, nomeadamente com propostas sobre formas de preservação da fertilidade.

Sobre a segurança da gravidez após o cancro da mama, Cristina Frutuoso defende que cabe ao oncologista que segue a mulher dar toda a informação necessária.

No dia 30 deste mês comemora-se em Portugal o Dia Nacional de Prevenção do Cancro da Mama, com a Liga Portuguesa Contra o Cancro a promover um conjunto de iniciativas que “pretendem sensibilizar as comunidades locais para a importância da prevenção e detecção precoce do cancro da mama”.

O cancro da mama é o tipo de cancro mais comum entre as mulheres (não considerando o cancro da pele) e corresponde à segunda causa de morte por cancro, na mulher. Em Portugal, anualmente, são detectados cerca de 4.500 novos casos de cancro da mama e 1.500 mulheres morrem com esta doença.

Published in Mundo
You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade
Editorial | António Luz Pereira, Direção da APMGF
You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade

No ano de 2021, foram realizadas 36 milhões de consultas médicas nos cuidados de saúde primários, mais 10,7% do que em 2020 e mais 14,2% do que em 2019. Ou seja, aproximadamente, a cada segundo foi realizada uma consulta médica.

Mais lidas