Um estudo desenvolvido a nível internacional por investigadores da Organização Mundial de Saúde (OMS) conclui que mais de 80% dos adolescentes não atingem os atuais níveis recomendados de atividade física de pelo menos uma hora por dia, com uma intensidade moderada a elevada. Em Portugal, são ainda mais: 84,3% não se exercitam de forma adequada.

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Em pessoas com dor crónica, a prática de exercício físico, personalizado e acompanhado, é benéfica tanto do ponto de vista físico como emocional.

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Os médicos de família avaliaram os níveis de atividade física e comportamentos sedentários de mais de 58 mil utentes em 2018, disse hoje à Lusa uma responsável do Programa Nacional de Promoção da Atividade Física.

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Mais de um quarto da população mundial tem níveis insuficientes de atividade física. Em Portugal, mais de 40% dos adultos apresentam níveis de atividade abaixo do que é recomendado.

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O primeiro-ministro apelou, ontem, à "mobilização de todos" os cidadãos por forma a aumentar o nível de atividade física, em prol de "mais qualidade de vida" e "menos encargos para o funcionamento do Serviço Nacional de Saúde (SNS)”.

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Mais de um terço dos portugueses pratica atividade física regular, com os homens a aderirem mais aos exercícios, principalmente na faixa etária entre os 25 e os 34 anos, segundo dados do Inquérito Nacional de Saúde com Exame Físico (INSEF).

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Que o sono representa vários benefícios para a nossa saúde já ninguém tem dúvidas. Mas e a atividade desportiva? Que relação pode ter com o descanso? Em entrevista à nossa publicação, Miguel Seixas, personal trainer, esclarece algumas dúvidas e lança conselhos para um dia a dia mais fit.

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A Direção-Geral da Saúde (DGS) tem dois novos programas prioritários, um dedicado à atividade física e outro às hepatites virais, e substituiu os diretores dos programas nacionais da Diabetes e do VIH/Sida.

A DGS divulgou o despacho que determinou a criação de programas prioritários em 11 áreas, mantendo os nove programas já existentes e acrescentando-lhes um novo na área da “Promoção da Atividade Física” e outro na área das “Hepatites Virais”.

O novo programa dedicado à atividade física visa promover a adoção generalizada de estilos de vida ativos e pouco sedentários, estudar e monitorizar a atividade física, o sedentarismo, seus determinantes e impacto, bem como fomentar o conhecimento da população sobre os benefícios do exercício e formar profissionais para aconselharem e mudarem os comportamentos dos utentes.

Este programa será dirigido por Pedro Teixeira, professor catedrático da Faculdade de Motricidade Humana da Universidade de Lisboa.

Quanto à área das hepatites virais, a DGS pretende com este programa prioritário desenvolver estratégias de prevenção e controlo destas doenças, impulsionar as boas práticas na abordagem da hepatite C, nomeadamente em doentes internados em estabelecimentos prisionais, dinamizar a monitorização destas hepatites no âmbito do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica e coordenar a elaboração das orientações clínicas e terapêuticas.

O Programa Nacional para as Hepatites Virais ficará a cargo de Kamal Mansinho, diretor do Serviço de Doenças Infecciosas do Hospital de Egas Moniz.

Kamal Mansinho acumula esta função com a de também diretor do Programa para a área da Infeção VIH/Sida e Tuberculose, substituindo assim no cargo o anterior diretor, António Diniz.

O programa da Diabetes também muda de diretor, passando a ser dirigido por Cristina Valadas, responsável do Serviço de Endocrinologia do Hospital Beatriz Ângelo, que substitui no cargo José Manuel Boavida, do Observatório da Diabetes.

Mantêm-se inalterados os restantes programas prioritários: alimentação saudável, doenças cérebro-cardiovasculares, doenças oncológicas, doenças respiratórias, controlo do tabagismo, saúde mental e resistência aos antimicrobianos.

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800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde
Editorial | Jornal Médico
800 milhões de euros para o Serviço Nacional de Saúde

Se não os tivéssemos seria bem pior! O reforço do Programa Operacional da Saúde com 800 milhões de euros pode ser entendido como sinal político de valorização do setor da saúde. Será uma viragem na política restritiva? O Serviço Nacional de Saúde (SNS) de 40 anos precisa de cuidados intensivos! Há novos enquadramentos, novas responsabilidades, novas ideias e novas soluções. É urgente pensarmos na nova década com rigor e disponibilidade sincera.