As farmácias estão a preparar um novo serviço com fisiologistas do exercício para fazerem prescrição de exercício físico individualizada. A informação foi avançada à Agência Lusa pelo diretor do Programa Nacional para a Promoção da Atividade Física.

Published in Atualidade
terça-feira, 17 janeiro 2017 11:16

USF-AN e ANF convocam conferência de imprensa

A Associação Nacional das Unidades de Saúde Familiar (USF-AN) e Associação Nacional das Farmácias (ANF) vão realizar uma conferência de imprensa conjunta esta terça-feira, pelas 11:30 horas, no auditório da ANF, em Lisboa.

Published in Atualidade

prescrição eletronica

A Ordem dos Médicos alertou ontem para o aumento da possibilidade de erro devido às sucessivas falhas e enganos da Prescrição Eletrónica de Medicamentos (PEM), forçando os médicos a voltar à prescrição manual.

“Os médicos voltaram a ter de prescrever à mão, sem acesso ao histórico do doente e sem acesso a receitas triplas, agravando o trabalho e aumentado a possibilidade de erro”, afirmou a Ordem em comunicado.

Para a OM, “as sucessivas falhas e erros da PEM colocam em causa a segurança dos doentes no ato da emissão e renovação de receituário e, muitas vezes, impedem a sua dispensa na farmácia, obrigado os doentes ou os seus familiares a efetuarem mais deslocações e a perder tempo e dinheiro”.

“É inacreditável o número de dias em que a PEM não funciona convenientemente, provocando enormes perdas de tempo e contribuindo para a desmotivação e o desnecessário cansaço dos médicos”, adiantou a Ordem, esclarecendo que “os médicos apoiam a informatização da saúde, mas exigem que seja feita por gente competente e empenhada”.

Os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), responsável pela aplicação da PEM, não fazem, segundo a Ordem dos Médicos, “ideia do desastre que representa para uma consulta médica não ter acesso à informação anterior do doente”.

Associação Nacional de USF exige explicações

A Associação Nacional de Unidades de Saúde Familiar fez saber, através de comunicado enviado à redação do Jornal Médico, que “as falhas frequentes e a baixa velocidade a que a PEM tem vindo a funcionar tornam desesperante o desempenho dos médicos de família de todo o país”, exigindo que “o presidente dos SPMS esclareça publicamente o que se passa e aponte uma data para os problemas estarem resolvidos”.

E vai mais longe, afirmando que “o sistema tem falhado reiteradamente este mês de setembro”, perante a ausência de “explicações oficiais dos responsáveis nacionais, Serviços Partilhados do Ministério de Saúde (SPMS)”, uma situação que coloca “em causa o acesso dos portugueses aos medicamentos, atrasam, perturbam, bloqueiam e comprometem o trabalho e o cumprimento da carta de compromisso das Unidades de Saúde Familiar (USF), contratualizada anualmente com as ARS, estando a deixar os médicos de família em total stress profissional”.

Apesar de a legislação vigente não penalizar as USF em detrimento de incumprimentos decorrentes da falta de condições de trabalho, a Associação considera que “quem estão a ser prejudicados são os utentes e os profissionais na incapacidade de dar a resposta em tempo devido”.

ANF pede audiência ao presidente dos SPMS

Já na passada segunda feira a Associação Nacional das Farmácias havia manifestado, uma vez mais, aos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) a urgência de uma solução estrutural.

Em comunicado enviado à nossa publicação, este organismo defendeu que “os SPMS devem esclarecer se consideram ‘normais dores de crescimento’ estes problemas, que se arrastam há meses. As farmácias não aceitam a sua banalização, tendo em conta os danos causados aos portugueses no acesso ao medicamento, bem como os danos económicos e reputacionais à respetiva atividade”.

Published in Mundo

Farmácia 2
A farmácia é o serviço preferido dos portugueses para resolver os problemas menores de Saúde, preferindo estes espaços aos Centros de Saúde ou à Linha Saúde 24. Uma das razões que se prende com este facto deve-se ao grau de satisfação com o serviço farmacêutico, com 96% dos portugueses a reconhecer competência dos profissionais.

Aliando a preferência e relevância, 89% da população reclama a implementação nas farmácias da renovação automática de receitas para doentes crónicos, entrega de medicamentos ao domicílio (88%), dispensa de medicamentos atualmente reservados às farmácias hospitalares (78%), e marcação de consultas médicas (74%).

Estas são algumas das conclusões do estudo “Um Novo Modelo de Farmácia” realizado pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica e que procura traçar o retrato daquilo que os portugueses esperam das farmácias.

Dos resultados, enviados à nossa redação pela Associação Nacional das Fármacias (ANF), salienta-se, ainda, que, no dia a dia, 36% dos portugueses opta pela farmácia, enquanto 27% escolhem os Centros de Saúde e apenas 3% dos inquiridos ligam para a Linha Saúde 24.

"Números que espelham bem a relevância atribuída às Farmácias e aos serviços que delas fazem parte", lê-se no comunicado da ANF.

A grande maioria dos inquiridos avalia os serviços prestados pelas farmácias como importantes ou muito importantes, valorizando os serviços já existentes. São também favoráveis ao desenvolvimento de novos serviços nas farmácias, demonstrando que existe um espaço de abertura para testar novos serviços, identificados como importantes pelos inquiridos.

Este inquérito tem como objetivo conhecer as opiniões dos portugueses face ao modelo de farmácia atualmente oferecido e a oferecer no futuro.

Foi realizado pelo Centro de Estudos e Sondagens de Opinião da Universidade Católica Portuguesa junto de população residente em Portugal Continental, maior de 18 anos (1114 inquéritos válidos obtidos, com uma margem de erro de cerca de 3 por cento, para um intervalo de confiança de 95%).

Published in Mundo

vacinagripe
Mais de 34 mil pessoas foram vacinadas nas farmácias durante a primeira semana da campanha de vacinação contra a gripe. Este valor representa um aumento de duas mil pessoas face a igual período do ano passado.

Este ano, a campanha de vacinação nas farmácias iniciou-se a 1 de outubro, contando com uma participação de mais de 3.725 farmacêuticos formados e certificados para efetuar a sua administração, em mais de 2.200 farmácias.

Estima-se que no primeiro dia mais de 9 mil pessoas tenham preferido vacinar-se na farmácia.

Vacinação nas farmácias vence prémio internacional

O poster científico da Associação Nacional das Farmácias (ANF) sobre a “Análise das 7 campanhas contra a gripe realizadas pelas farmácias”, mereceu a distinção da International Pharmaceutical Federation (FIP).

Entre 150 trabalhos científicos de 33 países apresentados no âmbito da Farmácia Comunitária, o poster da ANF conquistou o segundo lugar.

A FIP é a organização mundial mais representativa de farmacêuticos e das ciências farmacêuticas, agregando 126 organizações-membro e representando a profissão farmacêutica na Organização Mundial de Saúde.

Este é mais um reconhecimento internacional das farmácias portuguesas relativamente à vacinação contra a gripe e que, anualmente, conta com mais de duas mil farmácias do país preparadas para administrar a vacina com toda a segurança, representando uma alternativa válida aos centros de saúde.

Published in Mundo
sexta-feira, 13 novembro 2015 17:18

Farmácias atuam na prevenção da diabetes

farmácia
Mais de 250 farmácias da região Centro vão promover a avaliação de risco de diabetes aos utentes e, de acordo com os resultados, disponibilizar aconselhamento em relação a cuidados a ter para a prevenção diabetes.

Em 2014, 10% do orçamento do Serviço Nacional de Saúde foi gasto com esta doença, sendo crucial inverter a tendência de crescimento da “epidemia” que ameaça 13,1% da população portuguesa.

Por isso, e no âmbito das comemorações de “novembro mês de diabetes”, as farmácias, em parceria com as Unidades Coordenadoras Funcionais da Diabetes dos Agrupamentos de Centros de Saúde, da ARS-Centro, a Faculdade de Farmácia da Universidade de Coimbra e a Associação Nacional das Farmácias, decidiram avançar com o programa de avaliação do risco de diabetes tipo 2 à população não diabética.

A iniciativa, que aproxima centros de saúde, hospitais e farmácias, arranca dia 14 e vai estender-se até 28 de novembro.

Hélder Ferreira, coordenador regional da diabetes da Administração Regional de Saúde (ARS) do Centro, destaca a relevância do projeto "em termos de saúde pública" e acrescenta: "o que vamos fazer é tentar identificar as pessoas com diabetes que ainda não sabem que o são. Quanto mais cedo conseguirmos fazer este trabalho, mais fácil será inverter a tendência de escalada silenciosa da doença. É na prevenção que temos de apostar. Diabetes controlada significa ter níveis de açúcar no sangue dentre de certos limites, o mais próximo possível da normalidade".

Published in Mundo

dinheiro 4
A dívida do Estado às farmácias disparou mais de 30% no último mês, informa em comunicado enviado à nossa redação a associação nacional das farmácias (ANF), que afirma, ainda, ter garantido "mais uma vez o pagamento integral às farmácias, recorrendo a financiamento bancário".

De acordo com a nota de imprensam, o valor em atraso ultrapassou 132 milhões de euros no passado dia 10 de novembro, face os mais de 99 milhões vencidos no final de outubro.

A ANF destaca a dívida da Administração Regional de Saúde (ARS) do Norte, "cujo pagamento já regista três meses de atraso, atingindo quase 100 milhões de euros em falta".

"As dívidas às farmácias também aumentaram no Alentejo e na região Centro. No caso da ARS do Alentejo, o valor vencido ultrapassou 13 milhões de euros e há cerca de dois meses e meio de pagamentos em atraso", conclui a associação.

Published in Mundo
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Editorial | Jornal Médico
O novo normal e a nova realidade – que alterações provocadas pela pandemia vieram para ficar?
Acertar procedimentos e aperfeiçoar métodos de trabalho. Encontrar uma nova visão e adotar uma nova estratégia útil na nossa prática clínica quotidiana. Valorizar as unidades de saúde por estarem a dar as respostas adequadas e seguras é o mínimo que se exige, mas é urgente e inevitável um plano de investimento nos centros de saúde do Serviço Nacional de Saúde.

Mais lidas