A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) anunciou uma revisão contínua de um medicamento oral do laboratório americano Merck para tratar a COVID-19 em adultos. A decisão do comité baseia-se em resultados preliminares de estudos laboratoriais e clínicos sugerindo que o medicamento pode reduzir a capacidade de o SARS-CoV-2 se multiplicar no corpo, impedindo assim a hospitalização ou morte em doentes com a doença.
Um estudo demonstrou que o vírus causador da COVID-19 pode ser sazonal e estar relacionado com as baixas temperaturas e humidade. A investigação liderada pelo Instituto de Saúde Global de Barcelona (ISGlobal) pretendeu responder à questão se o SARS-CoV-2 se comportará como o vírus da gripe ou se, pelo contrário, terá condições de propagação em qualquer época do ano.
Uma terceira dose da vacina contra a COVID-19 “é essencial para garantir proteção aos mais vulneráveis”, como pessoas idosas ou com imunidades mais baixas, realçou, em Lisboa, o diretor da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a Europa, Hans P. Klüge.
Os recuperados da COVID-19 em Portugal e que tenham de viajar para países que exijam as duas doses das vacinas já podem tomar a segunda dose, aponta uma norma da Direção-Geral da Saúde (DGS).
A administração em simultâneo das vacinas contra a gripe e a COVID-19 arranca hoje em Portugal continental. A Direção-Geral da Saúde (DGS) prevê vacinar cerca de dois milhões de pessoas nessa modalidade.
As mortes por tuberculose aumentaram “pela primeira vez em mais de uma década”, na sequência da resposta global contra a COVID-19, que “fez retroceder anos de progressos”, constatou a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Cerca de metade dos mais de 236 milhões de pessoas que foram infetadas em todo o mundo com COVID-19 apresentará sintomas persistentes seis meses depois da infeção, sugere um estudo divulgado.
Investigação estima que a COVID-19 tenha provocado, em 2020, a nível mundial, um aumento superior a 25% de casos de depressão e ansiedade, afetando sobretudo mulheres e jovens.
Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.