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A taxa de mortalidade por Covid-19 é 12 vezes maior em doentes crónicos do que em pacientes sem qualquer patologia. A informação consta num relatório do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, divulgado esta semana.

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O procurador-geral dos Estados Unidos da América (EUA), Jeff Sessions, disse que os narcotraficantes mexicanos já estão a produzir fentanil, um analgésico 30 a 50 vezes mais forte do que a heroína.

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Investigadores norte-americanos descobriram um novo antibiótico eficaz contra bactérias multirresistentes, capaz de matar um amplo espetro de bactérias.

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A revogação por parte dos republicanos da reforma da saúde, conhecida como Obamacare, vai deixar 18 milhões de pessoas sem seguro de saúde em 2017, indicou terça-feira a Agência do Congresso para o Orçamento (CBO).

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malária

O Governo dos Estados Unidos da América (EUA) doou a Angola 1,4 milhões de testes rápidos para o diagnóstico da malária, a principal causa de morte no país. A doação destina-se a apoiar o Programa Nacional de Controlo da Malária (PNCM) e abrange o pedido de emergência do Ministério da Saúde de Angola de 500.000 kits de testes, efetuado o em junho deste ano.

A informação é avançada através de um comunicado da embaixada dos EUA em Luanda e refere que o Governo norte-americano, através da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID), fez a doação, para permitir diagnósticos fiáveis da malária em áreas de acesso mais difícil naquele país.

Os testes rápidos foram entregues esta quarta feira na Central de Compras de Medicamentos e Meios Médicos de Angola e vão agora ser encaminhados para unidades sanitárias localizadas nas províncias de Luanda, Cuanza Norte, Malange, Lunda Norte, Lunda Sul, Uíge e Zaire. Já anteriormente tinham sido distribuídas 500 mil doses de antimalárico.

Aquando da entrega da doação, a embaixadora dos Estados Unidos da América em Angola, Helen La Lime, lembrou a necessidade de melhorar a forma como os antimaláricos, testes de diagnóstico e mosquiteiros são adquiridos, armazenados e distribuídos.

Para os próximos meses está prevista ainda a entrega de nova doação de 100 mil doses de antimaláricos de segunda linha para o tratamento do paludismo grave, além da distribuição de mais de 10 milhões de redes mosquiteiras até 2018, em colaboração com PNCM e o Fundo Global.

Este ano, o Governo dos EUA investiu 28 milhões de dólares na luta contra a malária em Angola, através da sua Iniciativa Presidencial contra a Malária, executada pela USAID e pelo Centro de Controlo e Prevenção de Doenças.

Angola registou no primeiro trimestre deste ano 4.000 mortes por malária, contra as 2.000 de anos anteriores, e um total de 2,1 milhões de casos de malária, mais 1,1 milhões de casos do que em períodos anteriores.

A malária em Angola é a principal causa de morte por doença e de absentismo laboral, sendo as províncias mais afetadas as de Luanda, Uíge, Zaire, Cabinda, Cuanza Norte, Malange, Lunda Norte e Lunda Sul.

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Os docentes do Instituto de Investigação e Inovação da Universidade do Porto (i3S) vão ser financiados por uma fundação norte-americana para dar aulas a professores na área da prevenção do cancro da mama, nos Estados Unidos da América (EUA).

Em declarações à Agência Lusa, uma das professoras envolvidas na formação, Ana Barros, indicou que é "habitual" para Portugal "importar modelos de educação de países anglo-saxónicos, mas o inverso não é muito comum".

Existem no país "muitas experiências com excelentes resultados que devem ser mais valorizados", defendeu a doutorada em educação e divulgação da ciência.

A formação, baseada também ela num modelo português, é financiada pela fundação Susan G. Komen, "a maior organização dedicada à prevenção e diagnóstico do cancro da mama", de acordo com um comunicado divulgado hoje pelo i3S.

O programa, intitulado de "Cancro da mama - Educar para prevenir" (originalmente “Breast Cancer - Educate to Prevent”), segue uma abordagem anteriormente testada em Portugal, que tira partido do potencial da comunidade escolar na promoção de uma literacia em saúde.

Esta iniciativa surge na sequência de um projeto-piloto, o "Cancer Education in Omaha", orientado para o treino de professores no desenvolvimento e implementação de atividades sobre prevenção de cancro, dirigidas aos estudantes de Omaha, nos EUA.

Financiado pelo Fred and Pamela Buffett Cancer Center - University of Nebraska Medical Center, pretenda avaliar se o modelo desenvolvido em Portugal podia ser adaptado e ter impacto real na comunidade escolar norte-americana.

Estas ações-piloto, implementadas entre 2015 e início de 2016, ministradas por Ana Barros, ocorreram no estado do Nebraska. Enquanto isso, outro membro da equipa, Luís Moreira, consolidava, em Portugal, a avaliação dos impactos.

De acordo com o coordenador do projeto e investigador do i3S - Ipatimup, Filipe Santos Silva, "ficou demonstrado, claramente, um marcante impacto a nível da literacia e das competências dos professores".

Isso traduziu-se, por sua vez, "em campanhas de prevenção com efeito direto no conhecimento dos alunos acerca da prevenção do cancro", tendo sido “esse efeito demonstrador que garantiu a continuidade do programa".

A equipa está agora a trabalhar no desenvolvimento de modelos de formação em comunicação para a saúde dirigido a médicos e a profissionais de saúde.

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Alzheimer 2

Uma equipa de cientistas dos Estados Unidos da América (EUA) desenvolveu uma técnica de Imagiologia no cérebro que será aplicada em doenças como o Alzheimer, segundo a Science Translational Medicine.

A investigação, realizada na Universidade de Yale, concluiu que, através desta técnica, será possível diagnosticar distúrbios e doenças cerebrais comuns, como é o caso do Alzheimer, da epilepsia ou de outras doenças neurodegenerativas.

A novidade desta técnica está na análise aprofundada das sinapses quanto ao número e densidade em cérebros vivos, antes só possível através de autópsia. “Esta é a primeira vez que temos medidas de densidade sináptica em seres vivos. Antes, estas eram feitas 'postmortem'”, explicou o professor de Radiologia e Biomedicina, Richard Carson, que liderou a investigação.

Neste método, combina-se a bioquímica com a tomografia por emissão de pósitrons (PET), ou seja, foi desenvolvido um composto químico que, injetado no paciente, atua como um marcador radioativo que desenha uma trajetória das reações cerebrais, decifrada através de cálculos matemáticos.

Esta investigação poderá ter uma variedade de potenciais aplicações, tendo sido já testada em primatas e em seres humanos, ambos com resultados efetivos.

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quinta-feira, 05 maio 2016 12:56

Erros médicos são terceira causa de morte nos EUA

Erro Medico

Os erros médicos são a terceira causa de morte nos EUA, após as doenças cardiovasculares e o cancro, com cerca de 250 mil óbitos por ano, segundo os cálculos de dois investigadores publicados no British Medical Journal (BMJ).

Não existem estatísticas oficiais sobre as mortes resultantes de erros médicos. Mas estimativas recentes situam-nas entre as 210 mil e as 400 mil entre os doentes hospitalizados nos EUA.

Com base em estudos que remontam a 1999, e extrapolando para o conjunto das hospitalizações reportadas em 2013, Martin Makary e Michael Daniel, da Johns Hopkins University School of Medecine de Baltimore, calcularam uma taxa média de 251.454 morte por ano ligadas a erros médicos, um número que consideram “subestimado”, porque só consideraram as mortes ocorridas no hospital.

“É a terceira causa de morte nos EUA”, afirmou Makary, que em declarações à AFP, sublinhou que o problema não é específico dos EUA, mas generalizado em todo o mundo.

“As pessoas morrem por erro de diagnóstico, sobredoses de medicamentos, tratamentos fragmentados, problemas de comunicação ou complicações evitáveis”, acrescentou. Disse também que a má qualidade dos cuidados de saúde em África mata provavelmente “mais pessoas que a sida ou o paludismo juntos”.

Os autores do estudo recomendaram a aplicação de medidas que permitam reduzir “a frequência” e “as consequências” dos erros médicos.

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É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários
Editorial | Jornal Médico
É urgente desburocratizar os Cuidados de Saúde Primários

Neste momento os CSP encontram-se sobrecarregados de processos burocráticos inúteis, duplicados, desnecessários, que comprometem a relação médico-doente e que retiram tempo para a atividade assistencial.