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A Organização Mundial da Saúde (OMS) concluiu que o combate à malária em São Tomé e Príncipe atingiu um nível que não permite relaxamento para "não deitar por terra os ganhos conseguidos".

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que o vírus Zika está “aqui para ficar” e estimou que mais de mil novos casos de microcefalia associados à infeção pelo vírus deverão ser identificados no Brasil.

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sexta-feira, 28 outubro 2016 13:18

Batalha lança projeto de combate à obesidade infantil

A Câmara Municipal da Batalha, em articulação com o Agrupamento de Escolas do concelho, vai lançar o projeto "Batalha Saudável" com o objetivo de combater a obesidade infantil.

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Cabo Verde prepara-se para se tornar num dos três países candidatos à certificação pela Organização Mundial da Saúde (OMS) da erradicação de poliomielite, que afeta crianças menores de cinco anos, após um ciclo de 15 anos sem quaisquer registos desta doença infeciosa.

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Bacilo-de-Koch_Tuberculose

Em 2015, Portugal foi o país da Europa Ocidental a registar a maior taxa de incidência de tuberculose, com 23 casos por cem mil habitantes, de acordo com as conclusões de um relatório apresentado ontem pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

As estimativas sobre a doença à escala global, Portugal foi, em termos europeus, apenas superado por países do Leste – Rússia, Roménia, Moldávia, Geórgia, Ucrânia, Bósnia-Herzegovina, Arménia, Bielorrússia, Letónia e Lituânia – com taxas de incidência superiores à da região europeia (36 casos por cem mil habitantes).

O relatório da OMS refere ainda que, no nosso país, a taxa de mortalidade por tuberculose era, em 2015, de 2,1 casos por cem mil habitantes. Na região da Europa, a taxa de mortalidade estimada foi de 3,5 casos por cem mil habitantes, tendo sido ultrapassada nos países do Leste.

A coordenadora do Programa Nacional de Combate à Tuberculose, Raquel Duarte, já havia referido que vão continuar a surgir, em Portugal, surtos de tuberculose esporádicos em alguns locais, como prisões ou determinados bairros, que são precisamente característicos de incidências de infeção mais baixas.

Segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS), a tuberculose começa a ser uma doença que não está em toda a comunidade, mas que afeta alguns grupos de risco e está mais concentrada em algumas áreas geográficas, sobretudo nas zonas urbanas de Lisboa e Porto.

Para Raquel Duarte, uma das prioridades passará por diminuir o tempo que medeia o aparecimento dos sintomas até ao diagnóstico da doença. A outra será aumentar a adesão ao tratamento, sobretudo entre os grupos populacionais mais vulneráveis e resistentes à terapêutica, como sem-abrigo, consumidores de droga, reclusos e infetados com o vírus da SIDA.

Mais de 10 milhões de novos casos

A OMS estima que em 2015 tenham surgido 10,4 milhões de novos casos de tuberculose no mundo e alerta que, embora a incidência e a mortalidade estejam a cair, é preciso acelerar o ritmo neste combate.

"As ações e investimentos globais estão aquém do necessário para acabar com a epidemia global de tuberculose", escrevem os autores do Relatório Global sobre a Tuberculose. De acordo com o documento, a taxa de redução da incidência da tuberculose foi de apenas 1,5% entre 2014 e 2015, mas para que os primeiros objetivos da Estratégia de Eliminação da doença sejam alcançados, até 2020, é preciso que esta taxa de queda suba para quatro a cinco por cento ao ano.

Outra conclusão é que, embora se estime que sejam precisos dois mil milhões de dólares anuais para a investigação e o desenvolvimento de medicamentos para a tuberculose, o financiamento nunca ultrapassou os 0,7 mil milhões por ano entre 2005 e 2014.

Com base em dados recolhidos junto de 202 países e territórios, que representam mais de 99% da população mundial e dos casos globais de tuberculose, o relatório conclui que em 2015 terão surgido 10,4 milhões de novos casos da doença no mundo, dos quais 5,9 milhões (56%) entre homens, 3,5 milhões (34%) entre mulheres e um milhão entre crianças.

Em 2015, 1,2 milhões de novos casos, 11% do total, eram pessoas que viviam com o VIH – que são particularmente vulneráveis.

Seis países apenas – Índia, Indonésia, China, Nigéria, Paquistão e África do Sul – são responsáveis por 60% de todos os novos casos, pelo que o progresso global na eliminação da tuberculose depende em grande medida de avanços na prevenção e tratamento da doença nestes países, admite a OMS.

Dos 10,4 milhões de novos casos estimados, apenas 6,1 milhões foram detetados e oficialmente notificados em 2015, o que representa uma diferença de 4,3 milhões.

Esta diferença reflete uma mistura de subnotificação de casos detetados (principalmente em países com grandes setores privados) e de subdiagnóstico (especialmente nos países com maiores dificuldades de acesso aos serviços de saúde).

A OMS estima que 1,8 milhões de pessoas tenham morrido com tuberculose em 2015, entre as quais 400 mil com o VIH.

Embora o número de mortes associadas à tuberculose tenha caído 22% entre 2000 e 2015, esta doença infeciosa continua a ser uma das 10 principais causas de morte em todo o mundo.

Em 2015, 17% das pessoas com tuberculose acabaram por morrer com a doença, taxa que a OMS quer reduzir para 10% até 2020.

Outra das preocupações é a tuberculose multirresistente aos antibióticos, que a OMS estima ter afetado 480 novas pessoas em 2015, a que se juntam 100 mil novos casos de tuberculose resistente à rifampicina, também eles elegíveis para o tratamento para a tuberculose multirresistente.

Segundo a OMS, das 580 mil pessoas que em 2015 passaram a ser elegíveis para o tratamento específico da tuberculose multirresistente, apenas 20% foram abrangidas. Globalmente, a taxa de sucesso deste tratamento foi de 52%, em 2013.

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Os resultados de um inquérito da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que 60% das pessoas consideram que os idosos não são respeitados, levando aquele organismo a lançar um alerta para a generalização da discriminação em função da idade, sobretudo nos países ricos, com impacto negativo na saúde física e mental dos idosos, contribuindo para a depressão e isolamento.

A chamada de atenção, decorrida ontem a propósito do Dia Internacional das Pessoas Idosas, resultada de um estudo que abrangeu mais de 83 mil pessoas em 57 países com o objetivo de avaliar as atitudes perante os idosos em todas as faixas etárias, que permitiu concluir que os níveis mais baixos de respeito surgem nos países de alto rendimento.

"Esta análise confirma que o etarismo [discriminação em função da idade] é extremamente comum. No entanto a maioria das pessoas não tem qualquer consciência dos estereótipos subconscientes que mantém sobre as pessoas mais velhas", afirmou o diretor da OMS para o Envelhecimento e Curso de Vida, John Beard.

O responsável compara esta forma de discriminação com o sexismo e o racismo e lembra que é possível mudar as normas sociais. "É tempo de parar de definir as pessoas pela sua idade. Isso resultará em sociedades mais prósperas, mais igualitárias e mais saudáveis."

“As atitudes negativas sobre o envelhecimento e os idosos podem ter "consequências significativas para a saúde física e mental" dos idosos, alertou a OMS.

Outros estudos igualmente recentes, citados pela OMS, demonstram que as pessoas mais velhas que têm uma ideia negativa do seu próprio envelhecimento não recuperam tão bem das doenças e vivem em média menos 7,5 anos do que as pessoas com uma atitude mais positiva.

Estima-se que, até 2025, o número de pessoas com mais de 60 anos duplique, e até 2050 deverá alcançar os dois mil milhões em todo o mundo.

A coordenadora do departamento de Envelhecimento e Curso de Vida na OMS, Alana Officer, recordou que "o etarismo pode ter muitas formas", incluindo a representação das pessoas idosas como frágeis, dependentes e desligadas da realidade nos media, práticas discriminatórias como o racionamento dos cuidados de saúde por idade ou políticas institucionais como a reforma obrigatória a uma determinada idade.

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Happy family eating watermelon

Um estudo da Associação Portuguesa Contra a Obesidade Infantil (APCOI) estima que sete em cada 10 crianças consumam uma quantidade insuficiente de fruta, categorizada abaixo das três porções diárias, o recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Os dados da APCOI abrangem uma amostra de 18 mil crianças em idade escolar, entre os dois e os 12 anos, e sabe-se que é nos Açores que está concentrada a maior percentagem de crianças com consumo de fruta abaixo das recomendações (83,6%), seguindo-se a Madeira (79,9%), o Alentejo (77,4%), o Centro e Norte, ambos com 74,2%, e o Algarve, com 73,6%.

Lisboa e Vale do Tejo foi a região com menor percentagem de crianças que ingere menos fruta do que o recomendado, ainda assim com um valor de 72,4%.

Através de comunicado, a APCOI recordou que o consumo de fruta abaixo das três porções provoca carências nutricionais com efeitos negativos: diminui os níveis de energia, de concentração e aprendizagem, reduz as defesas do organismo e torna as crianças mais suscetíveis à obesidade ou à diabetes.

Desde 2011 que a Associação tem uma iniciativa, em conjunto com escolas, que pretende combater a má nutrição. O projeto “Heróis da Fruta – Lanche Escolar Saudável” pretende ser um modelo pedagógico “chave na mão” que qualquer escola pode adotar de modo simples e gratuito, segundo os organizadores.

Depois de inscritas, as escolas podem ter acesso a materiais pedagógicos de forma gratuita. Durante 12 semanas, as crianças ganham diariamente "Estrelas" no "Quadro de Mérito" afixado na sala de aula, como recompensa pela ingestão de fruta. Nas semanas seguintes, a motivação é reforçada com uma competição nacional que utiliza a música como veículo para levar as lições do projeto até casa, para envolver os encarregados de educação.

Os resultados do estudo da APCOI mostram que uma em cada quatro crianças que integram o projeto aumentou o seu consumo diário de fruta em 12 semanas.

As inscrições das escolas para o atual ano letivo decorrem até dia 14 de outubro e o projeto pode aplicar-se em todos os jardins-de-infância e escolas de 1.º ciclo de todo o país.

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vacina bebe

A Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu oficialmente a eliminação do sarampo e da rubéola em Portugal, mas o diretor-geral da Saúde alerta para a importância de se manter a vacinação contra estas doenças.

“A OMS certificou a eliminação do sarampo e da rubéola em Portugal. São grandes vitórias, grandes conquistas, feitos muito importantes, resultado do Programa de Vacinação, que conseguiu acabar com este risco”, afirmou ontem o diretor-geral da Saúde, Francisco George aos jornalistas, lembrando que o sarampo é uma doença especialmente grave em crianças.

O responsável admitiu ainda que a vacinação pode ser o “maior inimigo” da própria vacinação. Não "se vendo a doença", que foi eliminada pelas vacinas, corre-se o risco de não continuar a imunizar as crianças.

“As mães não sabem hoje em dia o que é o sarampo. Ele não existe, não circula. É fundamental continuar a vacinar, garantir a imunização de grupo”, sublinhou, reforçando a importância de assegurar que há uma barreira de proteção se um caso de sarampo vier eventualmente a ser importado (através de viajantes, de migrantes ou turistas).

“É preciso continuar a vacinar contra o sarampo e a rubéola apesar de não termos em Portugal a circulação dos vírus”, insistiu.

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Crónicas de uma pandemia anunciada
Editorial | Jornal Médico
Crónicas de uma pandemia anunciada

Era 11 de março de 2020, quando a Organização Mundial de Saúde declarou o estado de Pandemia por COVID-19 e a organização dos serviços saúde, como conhecíamos até então, mudou. Reorganizaram-se serviços, redefiniram-se prioridades, com um fim comum: combater o SARS-CoV-2 e evitar o colapso do Serviço Nacional de Saúde, que, sem pandemia, já vivia em constante sobrecarga.

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