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Como forma de celebrar o Dia Mundial da Doença de Parkinson, o Campus Neurológico Sénior (CNS) organiza, no dia 7 de abril, um congresso nacional que reunirá profissionais de saúde e da área da tecnologia para discutir o tema “Será que a tecnologia pode tratar a doença de Parkinson?”.

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A GMV, o Hospital de San Pau e a UOC desenvolveram uma aplicação para melhorar a qualidade de vida dos doentes de Parkinson através da música. Desenhada por especialistas em musicoterapia, arte e informática, venceu concurso de ideias impulsionado pela comunidade de inovação colaborativa Open eHealth Parkinson.

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A farmacêutica BIAL vai começar a comercializar na China o Ongentys, um medicamento para a doença de Parkinson, que vai chegar ao mercado chinês após um acordo de licenciamento exclusivo com a chinesa Wanbang, anunciou hoje fonte da BIAL.

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Investigadores portugueses da Faculdade de Motricidade Humana ajudaram a desenvolver uma aplicação para telemóvel que permite detetar precocemente sinais de Parkinson.

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Um estudo divulgado esta quinta-feira revela que um grupo de investigadores criou e testou em ratos um novo método de estimulação profunda do cérebro, mais seguro, barato e acessível, que poderá vir a ajudar no tratamento de doenças neurodegenerativas como Alzheimer e Parkinson.

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A Universidade da Beira Interior (UBI), Covilhã, anunciou ontem que conquistou um financiamento de 1,2 milhões de euros para desenvolver um projeto centrado na identificação de fatores de risco em doenças como Parkinson, Alzheimer e Acidentes Vasculares Cerebrais.

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O neurologista Joaquim Ferreira defendeu ontem que os serviços e os profissionais de saúde têm de adaptar-se para responder às necessidades dos doentes de Parkinson com abordagens terapêuticas mais multidisciplinares e integradas.

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Bial

O grupo Bial recebeu a aprovação da Comissão Europeia (CE) do medicamento Ongentys (opicapona) no tratamento de adultos com a doença de Parkinson e flutuações motoras, que será lançado em 2016 e 2017, na Europa.

O Ongentys é um novo inibidor da catecol-O-metiltransferase (COMT), de toma única diária, indicado como terapêutica adjuvante da levodopa em pacientes adultos com doença de Parkinson e flutuações motoras, cuja estabilização não é possível com outras terapêuticas.O fármaco reduz o período off-time, oferecendo aos doentes uma maior qualidade de vida (mais duas horas por dia).

A Associação Europeia da Doença de Parkinson (EPDA) estima que 1,2 milhões de pessoas na União Europeia sofrem da patologia de Parkinson, incluindo 22 mil portugueses, geralmente entre os 55 e os 60 anos.

"A doença de Parkinson é neurodegenerativa, crónica, progressiva e irreversível e carateriza-se por uma progressão lenta, não existindo cura nem forma de a travar eficazmente, somente algumas terapêuticas para retardar o progresso", explicou o presidente executivo da Bial, António Portela.

Segundo o responsável, a aprovação do Ongentys “é resultado do empenho da empresa na investigação e desenvolvimento de soluções terapêuticas inovadoras. Representa muito para a Bial e para os seus colaboradores. Depois da aprovação do zebinix, o primeiro medicamento português para a epilepsia, o Ongentys é o segundo medicamento a ser desenvolvido em Portugal com aprovação pelas autoridades europeias. São muitos anos de esforço e dedicação de uma equipa muito competente e altamente qualificada. O Ongentys é mais uma prova da nossa capacidade de inovar e é sobretudo uma nova esperança para médicos e pacientes. A sua aprovação reforça a nossa capacidade de implementar com sucesso uma estratégia de longo prazo focada em terapêuticas inovadoras no mercado”.

Apoiado por "um vasto e exaustivo programa de desenvolvimento clínico" que incluiu 28 estudos e envolveu mais de 900 pacientes de 30 países, este é o segundo medicamento totalmente desenvolvido pelo grupo Bial.

A molécula do Ongentys começou a ser estudada pelo grupo Bial há 11 anos, com um investimento de cerca de 300 milhões de euros e espera-se que, no final do ano, o medicamento já esteja em alguns países do mercado europeu, como Portugal (onde será produzido), Alemanha e Reino Unido, com estimativa de chegar ao resto da Europa em 2017.

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You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade
Editorial | António Luz Pereira, Direção da APMGF
You've got mail! - quando um aumento da acessibilidade não significa melhoria da acessibilidade

No ano de 2021, foram realizadas 36 milhões de consultas médicas nos cuidados de saúde primários, mais 10,7% do que em 2020 e mais 14,2% do que em 2019. Ou seja, aproximadamente, a cada segundo foi realizada uma consulta médica.