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segunda-feira, 24 setembro 2018 17:22

Jornadas de Outono reúnem reumatologistas já em outubro

As Jornadas de Outono, organizadas pela Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), decorrem entre 5 e 7 de outubro, no Hotel Lux Fátima.

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O Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto (ISPUP) comparou as doenças reumáticas com outras patologias não transmissíveis e concluiu que, isoladamente, o primeiro grupo de doenças é o que acarreta maior impacto para a sociedade.

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segunda-feira, 05 fevereiro 2018 15:18

Centro Hospitalar de Leiria inicia consulta de Reumatologia

O Centro Hospitalar de Leiria (CHL) disponibiliza, desde o início de janeiro, uma consulta em Reumatologia, revelou hoje o organismo em comunicado.

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A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR) lançou um alerta para o facto de, apesar de as doenças reumáticas atingirem cerca de 0,7% dos portugueses e serem a quarta causa de dor crónica país, permanece “a falta de uma estratégia para o diagnóstico precoce desta doença é o maior problema que ainda enfrentamos.

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A região do Alentejo está sem médicos reumatologistas no Serviço Nacional de Saúde (SNS) há mais de quatro anos, sendo apenas um exemplo da falta destes especialistas em grandes hospitais.

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Doença Reumática Mãos

Quase 70% dos doentes com osteoartrose entre os 50 e os 65 anos estão sem trabalhar, segundo um estudo que analisou o impacto da doença reumática que afeta dois milhões de portugueses.

A investigação foi feita com base nos dados do primeiro estudo epidemiológico nacional sobre doenças reumáticas (EpiReumaPt), que abrangeu mais de 10 mil pessoas.

Os dados parcelares do estudo, a que a agência Lusa teve acesso, analisaram todas as pessoas do estudo epidemiológico entre os 50 e os 65 anos, antes da idade oficial da reforma.

Mais de metade (68,8%) dos inquiridos afetados pela osteoartrose dizem não trabalhar, o que corresponde potencialmente a mais de 140 anos de trabalho perdidos. Por comparação, entre os inquiridos sem osteoartrose na mesma faixa etária a percentagem dos que indicam não trabalhar fica pelos 47,6%.

O estudo mostra que quase 30% da população entre os 50 e os 65 anos sofre de osteoartrose, sendo as articulações mais afetadas o joelho (18,6%), mãos (12,6%) e anca (3,6%).

Embora muito associada ao envelhecimento, a osteoartrose não está apenas relacionada com a idade. Segundo a Sociedade Portuguesa de Reumatologia, é uma doença que resulta dos danos e alterações que a articulação sofreu anteriormente e é também determinada pela hereditariedade.

Reumatologistas contestam a ideia muitas vezes generalizada de que quem sofre de osteoartrose deve aprender a conviver com a dor, sendo uma noção que leva à desvalorização da doença e do seu impacto social e económico.

A osteoartrose é uma doença reumática que pode comprometer uma ou mais articulações, provocando dor, sensação de rigidez e inchaço, afetando a mobilidade.

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Pelo menos uma em cada dez pessoas que sofrem uma fratura no fémur morre no ano seguinte ao acidente, segundo uma investigação feita por especialistas do Hospital Garcia de Orta.

A apresentar hoje no XVIII Congresso de Reumatologia, que decorre em Vilamoura, este estudo analisou os doentes admitidos ao longo do ano de 2015 no Hospital Garcia de Orta, recorrendo aos registos clínicos para fazer uma avaliação.

De acordo com os dados parciais do estudo, são entre 10% a 20% os doentes que sofrem uma fratura no fémur, que é considerada a principal consequência de quem sofre de osteoporose, a morrer no ano seguinte ao episódio.

Os fatores que surgem associados àquela taxa de mortalidade são a idade avançada, a falta de diagnóstico da doença antes da fratura e a ausência de tratamento para a osteoporose.

Especialistas envolvidos no estudo salientam que as fraturas recorrentes aumentam o risco de vida dos doentes e reforçam que o diagnóstico e tratamento devem ser eficazes e iniciados o mais cedo possível.

Perto de 70% do total de doentes - dos 348 estudados - sofriam de uma ou duas patologias, sendo a hipertensão o problema mais reportado. As fraturas mais frequentes, em 60% das situações, envolveram a região do colo do fémur.

Apenas cerca de cinco por cento dos doentes com fraturas não necessitaram de cirurgia, cerca de um terço precisou de uma cirurgia de substituição articular e em 60% dos casos houve submissão a uma osteossíntese (junção dos fragmentos ósseos com ajuda de parafusos ou placas).

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As reformas antecipadas por doenças reumáticas custam mais de 900 milhões de euros por ano, segundo um estudo que é hoje apresentado no XVIII Congresso Português de Reumatologia.

A análise foi feita com base nos dados recolhidos pelo primeiro estudo epidemiológico nacional - o EpiReumaPt -, que abrangeu mais de 10 mil inquiridos, e os principais resultados são divulgados hoje no congresso que decorre em Vilamoura, no Algarve.

Nesta investigação foram analisados os portugueses entre os 50 e os 65 anos, que representavam quase 30% do total de 10,6 mil inquiridos no EpiReumaPt.

Segundo os dados do estudo, as mulheres são quem mais contribui para os 900 milhões de euros de custos indiretos com reformas antecipadas por doenças reumáticas, representando 84%, ou seja, 766 milhões de euros.

Tendo em conta estes valores, ‘per capita’, as mulheres representam um custo de 822 euros enquanto os homens representam 187 euros.

O estudo concluiu que a maior parte dos doentes (quase 40%) vive na região de Lisboa e Vale do Tejo, representando 356 milhões de euros de custos indiretos anuais em reformas antecipadas.

Já a região do Algarve apresentou os níveis mais reduzidos, contribuindo com 15 milhões de euros.

A Sociedade Portuguesa de Reumatologia tem alertado para a carência da prestação de cuidados adequados a doentes reumáticos nalgumas áreas do país.

Aquela entidade defende que a abertura de quadros médicos de Reumatologia em várias unidades de saúde poderá diminuir os custos das doenças reumáticas, que são uma das principais causas de absentismo laboral.

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As certezas enganadoras sobre os Outros
Editorial | Mário Santos
As certezas enganadoras sobre os Outros

No processo de reflexão da minha prática clínica, levo em conta para além do meu índice de desempenho geral (IDG) e da satisfação dos meus pacientes, a opinião dos Outros. Não deixo, por isso, de ler as entrevistas cujos destaques despertam em mim o interesse sobre o que pensam e o que esperam das minhas funções, como médico de família. Selecionei alguns títulos divulgados pelo Jornal Médico, que mereceram a minha atenção no último ano: