Em 2018, surgiram, em Portugal, 574 novos casos de cancro do ovário, e no mesmo ano verificaram-se 412 mortes devidas a esta doença.

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Consulta 1

Cerca de um quarto das mulheres falha a consulta anual de ginecologia, segundo um inquérito on-line realizado pela Liga Portuguesa Contra o Cancro, no qual apenas 1% das inquiridas mostrou preocupação com o cancro do ovário.

A propósito do Dia Mundial do Cancro do Ovário, que se assinala na quinta-feira, a Liga divulgou alguns dados de um estudo realizado através do seu site a 40 mil mulheres com o objectivo de perceber o nível de conhecimento das portuguesas relativamente a esta doença.

Cerca de 79% das inquiridas reconhecem que o desconhecimento geral sobre a doença e os escassos progressos dos tratamentos têm contribuído para a “elevada taxa de mortalidade por cancro do ovário”.

De acordo com informação da Liga, este tipo de cancro é a sétima causa de morte no sexo feminino e a sua incidência está a aumentar nos países desenvolvidos. Só a vigilância regular da saúde da mulher e um diagnóstico precoce pode inverter esta tendência.

Os sintomas do cancro do ovário são pouco específicos e entre eles estão a pressão ou dor abdominal, abdómen inchado, sensação de enfartamento, perda de apetite ou prisão de ventre.

A esmagadora maioria das mulheres que responderem ao inquérito da Liga reconhece a dificuldade de diagnóstico por falta de especificidade de sintomas, mas ainda assim uma em cada quatro falha a consulta anual com o ginecologista.

No inquérito, apenas 1% das mulheres questionadas mostrou preocupação com o cancro do ovário, enquanto 61% considera o da mama o tipo de tumor mais preocupante. Os resultados indicam ainda que só 3% das inquiridas reconhece que o risco de a doença aparecer se torna mais elevado a partir dos 60 anos.

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