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A Direção-Geral da Saúde (DGS) e a Ordem dos Médicos (OM) elaboraram uma norma de orientação clínica (NOC) sobre as boas práticas clínicas na prevenção e tratamento da deficiência de vitamina D, na sequência do aumento do uso de suplementos à base desta vitamina.

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Investigadores da Universidade do Porto concluíram que os adolescentes portugueses têm baixos níveis vitamina D, micronutriente que desempenha “um papel central no metabolismo do cálcio e no crescimento ósseo”.

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A nova página de Facebook da Merck – “Missão Diária: Ser Mãe” – debruça-se sobre a importância da vitamina D na infância.

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Quase sete em cada dez idosos portugueses apresentam carências de vitamina D e mais de metade ingere menos cálcio do que o adequado, havendo 15% em risco de desnutrição.

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A Associação Portuguesa de Cancro Cutâneo (APCC) considerou tratar-se de “um erro grosseiro” aumentar a exposição solar pensando que a pele vai produzir mais vitamina D e lembrou que 20 minutos bastam para as necessidades diárias.

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Cerca de metade crianças e adolescentes saudáveis da região do Porto apresenta níveis de vitamina D abaixo do normal, independentemente do estado de nutrição e do padrão de atividade física, concluiu um estudo da pediatra Carla Rêgo.

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quinta-feira, 13 outubro 2016 12:14

Mais de metade dos portugueses tem falta de vitamina D

walkalone

Um estudo de uma equipa de investigadores do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra (CHUC) concluiu que cerca de 65% da população portuguesa tem falta de vitamina D, embora no verão o valor baixe para 41%.

"Parece-nos um valor elevado para um país com tanto sol e grande exposição solar", comentou a investigadora Cátia Duarte à Agência Lusa, apontando como causas o facto de as pessoas não se exporem ao sol os "10 a 15 minutos recomendados". Segunda a médica do CHUC, o estudo realizado concluiu também que 15% da população apresenta deficiência grave daquela vitamina.

A investigadora salientou que as "percentagens variam consoante as estações do ano e as taxas de insolação, sendo que o inverno acentua, efetivamente, esta deficiência", e o verão melhora a produção de vitamina D.

O estudo revelou ainda que no género feminino e indivíduos não caucasianos existe uma maior tendência para níveis deficientes de vitamina D, sendo que a faixa etária mais deficitária se encontra entre os 46 e os 64 anos.

Os Açores são a zona do país mais deficitária, com uma taxa de 70%, enquanto a região do Algarve apresenta menos prevalência de falta daquela vitamina, com 42%.

Com uma amostra de cerca de 3.000 indivíduos de todo o país (continente e regiões autónomas) e com idades entre os 18 e os 64 anos, a investigação permitiu "pela primeira vez" obter dados representativos dos níveis de vitamina D na população portuguesa.

"O estudo permite-nos conhecer a realidade e definir estratégias de atuação na implementação de medidas e reforço de atitudes", sublinhou Cátia Duarte.

De acordo com a especialista, a falta de vitamina D está associada a maior risco de infeções, doenças autoimunes, oncológicas e cardiovasculares, manifestando-se através de sintomas como sensação de cansaço, falta de energia, dores musculares, pele e boca mais seca, entre outros.

O estudo "Deficiência de Vitamina D em Portugal: Um mito ou uma realidade?" é apresentado no sábado, em Coimbra, na segunda edição do Fórum D, com a participação de centena e meia de profissionais de saúde, entre médicos, enfermeiros e farmacêuticos.

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[caption id="attachment_6166" align="alignleft" width="300"]vitaminad Os resultados do estudo, publicados na revista Lancet & Diabetes Endocrinology, revelam que o suplemento de vitamina D resultou numa diminuição do risco de doenças cardiovasculares, cancro e fracturas inferior ao limite estabelecido de 15%[/caption]

A toma de vitamina D não tem qualquer efeito protector significativo contra as doenças cardiovasculares, o cancro e as fracturas ósseas, segundo um estudo publicado numa revista médica britânica.

Investigadores da Nova Zelândia consultaram 40 estudos para tentar estabelecer a importância da vitamina D na prevenção de várias doenças.

Para verificar a importância da vitamina D os investigadores estabeleceram que esta teria de diminuir os riscos das doenças em 15 por cento.

Os resultados do estudo, publicados na revista Lancet & Diabetes Endocrinology, revelam que o suplemento de vitamina D resultou numa diminuição do risco de doenças cardiovasculares, cancro e fracturas inferior ao limite estabelecido de 15%.

Apenas as pessoas idosas que vivem em instituições têm beneficiado da vitamina D em combinação com o cálcio, observando-se uma redução no risco de fracturas superiores a 15%.

"Tendo em conta estes resultados, é pouco justificável a prescrição da vitamina D para prevenir enfartes, acidentes vasculares cerebrais (AVC), cancro ou fracturas ", sublinham os autores do estudo, adiantando que metade dos adultos americanos toma vitamina D.

A vitamina D desempenha um papel importante na mineralização óssea, estimulando a absorção intestinal de cálcio e a sua fixação no osso.

Esta vitamina é produzida principalmente pelo corpo sob a acção dos raios ultravioleta (UV) na pele, mas também pode ser fornecida através de medicamentos.

Vários estudos, muitas vezes contraditórios, têm sido realizados nos últimos anos sobre a importância da vitamina D, que é suposto ter um efeito protector sobre a saúde e a mortalidade.

Em Março de 2013, investigadores britânicos demonstraram que a ingestão de vitamina D em mulheres grávidas não teve impacto na saúde dos ossos dos seus filhos.

Mas em Novembro de 2012, outros investigadores estabeleceram uma ligação entre a carência de vitamina D observada nas mulheres que vivem em áreas geográficas menos ensolaradas e um risco aumentado de esclerose múltipla nas crianças.

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Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?
Editorial | Denise Cunha Velho
Internato centrado na grelha de avaliação curricular: defeito ou virtude?

Sou do tempo em que, na Zona Centro, não se conhecia a grelha de avaliação curricular, do exame final da especialidade. Cada Interno fazia o melhor que sabia e podia, com os conselhos dos seus orientadores e de internos de anos anteriores. Tive a sorte de ter uma orientadora muito dinâmica e que me deu espaço para desenvolver projectos e actividades que me mantiveram motivada, mas o verdadeiro foco sempre foi o de aprender a comunicar o melhor possível com as pessoas que nos procuram e a abordar correctamente os seus problemas. Se me perguntarem se gostaria de ter sabido melhor o que se esperava que fizesse durante os meus três anos de especialidade, responderei afirmativamente, contudo acho que temos vindo a caminhar para o outro extremo.